Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
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Por cá também.



publicado por pimentaeouro às 21:09
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Sábado, 22 de Julho de 2017
As mil e uma noites

 "O Livro das Mil e Uma Noites" é uma coleção de histórias e contos populares originárias do Médio Oriente e do sul da Ásia e compiladas em língua árabe a partir do século IX. No mundo moderno ocidental, a obra passou a ser amplamente conhecida a partir de uma tradução para o francês realizada em 1704 pelo orientalista Antoine Galland, transformando-se num clássico da literaturamundial.

 
Xerazade e o sultão Xariar, 
 

As histórias que compõe as Mil e uma noites tem várias origens, incluindo o folclore indiano, persa e árabe. Não existe uma versão definida da obra, uma vez que os antigos manuscritos árabes diferem no número e no conjunto de contos. O que é invariável nas distintas versões é que os contos estão organizados como uma série de histórias em cadeia narrados por Xerazade, esposa do rei Xariar. Este rei, louco por haver sido traído por sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando matá-las na manhã seguinte. Xerazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei.

Ao amanhecer, Xerazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites - as mil e uma do título - ao fim das quais o rei já se arrependeu de seu comportamento e desistiu de executar.

A história conta que Xariar, rei da Pérsia da dinastia dos Sassânidas, descobre que sua mulher é infiel, dormindo com um escravo cada vez que ele viaja. O rei, decepcionado e furioso, mata a mulher e o escravo, convencendo-se por este e outros casos de infidelidade que nenhuma mulher do mundo é digna de confiança. Decide então que, daquele momento em diante, dormirá com uma mulher diferente cada noite, mandando matá-la na manhã seguinte: desta forma não poderá ser traído nunca mais.

Passam-se assim três anos durante os quais o rei desposou e sacrificou inúmeras moças, trazidas à sua presença pelo vizir (equivalente a um primeiro-ministro) do reino. Certo dia, quando já quase não havia virgens no reino, uma das filhas do vizir, Xerazade, pediu para ser entregue como noiva ao rei, pois sabia de um estratagema para escapar ao triste fim que alcançaram as moças anteriores. O vizir apenas aceita depois de muita insistência da filha, levando-a finalmente ao rei. Antes de ir, Xerazade diz à irmã, Duniazade, que lhe peça que conte uma história quando for chamada ao palácio do rei.

Xerazade, ao chegar na presença do rei, pede-lhe que permita a vinda de sua irmã, para despedir-se. O rei o permite, e Duniazade vem ao palácio e instala-se na câmara nupcial. Após o rei possuir Xerazade, Duniazade pede à irmã que conte uma história para passar o tempo. Após respeitosamente pedir a permissão do rei, Xerazade começa a contar a extraordinária "História do mercador e do gênio" mas, ao amanhecer, ela interrompe o relato, dizendo que continuará a narrativa na noite seguinte.

O rei, curioso com o maravilhoso conto de Xerazade, não ordena sua execução para poder saber o final da história na noite seguinte. Assim, repetindo essa estratégia, Xerazade consegue sobreviver noite após noite, contando histórias sobre os mais variados temas, desde o fantástico e o religioso até o heróico e o erótico. Ao fim de inúmeras noites e contos, Xerazade já havia tido três filhos do rei, e lhe suplica que a poupe, por amor às crianças. O rei, que há muito havia-se arrependido dos seus atos passados e se convencido da dignidade de Xerazade, perdoa-lhe a vida e faz dela sua rainha definitiva. Duniazade é feita esposa do irmão do rei, Xazamã.

A mais antiga menção a um livro árabe das Mil e uma noites é um fragmento de um manuscrito do início do século IX em que se lê o título da obra e algumas linhas iniciais, em que Duniazade pede a um narrador não especificado que conte uma história. Mais dados sobre a existência deste livro e sua origem encontram-se nos escritos do historiador Al-Masudi (888-957), que se refere a uma coleção de contos fantasiosos traduzidos do persasânscrito e grego.

 



publicado por pimentaeouro às 20:16
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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
Foi há quarenta e oito anos

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Houve muito boa gente que não acreditou.

 

Apollo 11, a missão espacial da NASA que colocou o primeiro homem na superfície da Lua. Estávamos em 20 de Julho de 1969, milhões de pessoas assistiam pela televisão à chegada do homem à Lua. O primeiro homem a pisar na Lua foi o astronauta Neil Armstrong.

O programa espacial Apollo foi um programa da NASA, a Agência Espacial Americana, que teve como objetivo colocar o homem na Lua. O programa Apollo teve várias missões, algumas tripuladas e outras não tripuladas, sendo que a partir da Apollo 7 começaram as missões tripuladas.

Astronautas da Apollo 11

Da esquerda para a direita: Neil Armstrong, Michael Collins, Edwin Aldrin.

O ponto alto do programa Apollo foi a Apollo 11. A Apollo 11 foi lançada do Cabo Canaveral, na Flórida, Estados Unidos da América, a 16 de Julho de 1969. Seguiam em direção ao satélite natural da Terra os astronautas Neil ArmstrongEdwin Aldrin (também conhecido por Buzz Aldrin) e Michael Collins. A Apollo 11 foi lançada para o espaço através do foguetão Saturn V.

O local de alunagem foi o Mar da Tranquilidade, uma região da Lua onde sua superfície é constituída por lava basáltica. Os astronautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceram na superfície lunar através do Módulo Lunar Eagle, enquanto que o astronauta Michael Collins ficou em órbita ao redor da Lua no Módulo de Comando Columbia. Michael Collins não pisou o solo lunar.

No dia 20 de Julho de 1969 dá-se então o pouso do Módulo Lunar Eagle na superfície da Lua. O primeiro a sair foi Neil Armstrong. Ao pisar a Lua, Neil Armstrong proferiu uma frase que ficou na História: “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”. Pouco depois foi a vez de Edwin Aldrin (ou Buzz Aldrin) sair do Módulo Lunar e assim ficar na História como o segundo homem a pisar na Lua.

Tanto Neil Armstrong como Edwin «Buzz» Aldrin estiveram cerca de 21 horas e meia na superfície da Lua, tendo caminhado pela Lua durante aproximadamente 2 horas e meia.

 

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publicado por pimentaeouro às 22:29
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Luís XIV o rei Sol

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 Só tomava banho uma vez por ano e disfarçava o mau cheiro enxarcando-se com perfumes.

 

Nascido em cinco de setembro de 1638, o futuro Luís XIV era o filho mais velho do rei Luís XIII de França (1601-43) com sua consorte espanhola Ana (1601-66). Considerando-se que houvera mais de vinte anos de um casamento estéril entre os seus pais antes que o futuro Rei Sol viesse à luz, desde pequeno Luís foi cognominado como um “presente de Deus”.

[ x ]

Pouco antes do quinto aniversário do menino, seu pai Luís XIII faleceria. Embora entre os seus desejos finais estivesse especificado que a regência não deveria ter a participação de sua esposa, Ana conseguiu arregimentar o apoio do Parlamento e tornar-se a única regente de Luís XIV, mantendo o posto por vários anos. Junto com seu primeiro-ministro, o cardeal Mazarin (1602-61), ela enfrentou a série de revoltas civis conhecidas em seu conjunto como Fronda. Estes motins apenas terminariam em 1652, quando Luís XIV alcançou a maioridade e pôde preservar a cambaleante autoridade real da Casa de Bourbon. Em 1659, a paz com Espanha foi alcançada; para cimentar o fim das hostilidades, Luís XIV se casaria no ano seguinte com a primogênita do rei espanhol, Maria Teresa.


Luís XIV da França, o Rei Sol. Pintura de Hyacinthe Rigaud (1701).

Até 1661, as tarefas de governança eram em boa medida deixadas aos cuidados de Mazarin. Quando este faleceu, o rei optou por não nomear um substituto, e assumiu plena responsabilidade em relação ao reino. De acordo com a teoria política predominante na época, Luís XIV via seu poder como sendo derivado diretamente de Deus; logo, suas vontades não deveriam ser contestadas. Desta forma, Luís XIV é o expoente máximo do sistema político conhecido como absolutismo.

Adotando o sol como o seu emblema, Luís XIV trabalhou com seu ministro de Finanças – Jean-Baptiste Colbert – para reformar a organização financeira do reino. Isso permitiria que o exército e a marinha fossem expandidos, o que ajudaria a marcar a política externa deste reinado como bastante agressiva – como visto nas últimas três décadas de reinado de Luís XIV, quando França enfrentaria sucessivamente a Guerra da Liga de Augsburgo e a Guerra de Sucessão Espanhola; esta última causaria fome generalizada e endividaria profundamente o reino francês, tornando Luís XIV impopular. Em 1685, numa procura para obter uniformidade religiosa na França, o Édito de Nantes – que permitia liberdade de culto para os protestantes franceses – seria revogado. Milhares de huguenotes partiriam para a Holanda ou Inglaterra.

O reinado de Luís XIV é mais conhecido por ter sido o período onde foi construído o famoso palácio de Versalhes. Erguido por vontade do monarca, que desejava centralizar a administração do reino e tornar a nobreza dependente, o palácio seria construído por vários anos antes que, em 1682, o rei fosse para lá com sua corte. Eventualmente, seria o lar de nada menos do que 60.000 pessoas. Versalhes seria a sede do governo francês até a Revolução de 1789.


Palácio de Versalhes. Foto: Eric Pouhier / via Wikimedia Commons / CC-BY-SA 2.5

Apesar de ter tido vários filhos e filhas com suas amantes ao longo dos anos, quando Luís XIV faleceu em Versalhes - alguns dias antes do que teria sido seu 77º aniversário – o herdeiro do trono era seu bisneto homônimo de apenas cinco anos de idade, conhecido depois de sua ascensão como Luís XV (1710-74). Tendo reinado durante pouco mais de 70 anos, Luís XIV ainda é o mais longevo governante ocidental.

Bibliografia:



publicado por pimentaeouro às 19:03
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Nau Catrineta
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Lá vem a Nau Catrineta,
que tem muito que contar!
Ouvide, agora, senhores,
Uma história de pasmar." 

Passava mais de ano e dia,
que iam na volta do mar.
Já não tinham que comer,
nem tão pouco que manjar. 

Já mataram o seu galo,
que tinham para cantar.
Já mataram o seu cão,
que tinham para ladrar." 

"Já não tinham que comer,
nem tão pouco que manjar.
Deitaram sola de molho,
para o outro dia jantar.
Mas a sola era tão rija,
que a não puderam tragar." 

"Deitaram sortes ao fundo,
qual se havia de matar.
Logo a sorte foi cair
no capitão general" 

- "Sobe, sobe, marujinho,
àquele mastro real,
vê se vês terras de Espanha,
ou praias de Portugal." 

- "Não vejo terras de Espanha,
nem praias de Portugal.
Vejo sete espadas nuas,
que estão para te matar." 

- "Acima, acima, gajeiro,
acima ao tope real!
Olha se vês minhas terras,
ou reinos de Portugal." 

- "Alvíssaras, senhor alvissaras,
meu capitão general!
Que eu já vejo tuas terras,
e reinos de Portugal.
Se não nos faltar o vento,
a terra iremos jantar. 

Lá vejo muitas ribeiras,
lavadeiras a lavar;
vejo muito forno aceso,
padeiras a padejar,
e vejo muitos açougues,
carniceiros a matar. 

Também vejo três meninas,
debaixo de um laranjal.
Uma sentada a coser,
outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas,
está no meio a chorar." 

- "Todas três são minhas filhas,
Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar" 

- "A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
Que eu tenho mulher em França,
filhinhos de sustentar.
Quero a Nau Catrineta,
para nela navegar." 

- "A Nau Catrineta, amigo,
eu não te posso dar;
assim que chegar a terra,
logo ela vai a queimar.
- "Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual." 

- "Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar."
- "Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar" 

- "Não quero o vosso dinheiro
Pois vos custou a ganhar.
Quero a Nau Catrineta,
para nela navegar.
Que assim como escapou desta,
doutra ainda há-de escapar" 

Lá vai a Nau Catrineta,
leva muito que contar.
Estava a noite a cair,
e ela em terra a varar.

 


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publicado por pimentaeouro às 12:11
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
São piromanos

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Terça-feira, 18 de Julho de 2017
Carmina Burana

 


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Segunda-feira, 17 de Julho de 2017
Novo Lutero precisa-se

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Recentemente, a Igreja foi assolada por novos escandalos sexuais quando George Pell, terceira figura mais importante do Vaticano, com a pasta da Economia, foi acusado de abusos sexuais na Austrália.

Uma semana depois, a polícia italiana inrompera num apartamento da Congregação da Doutrina da Fé, em tempos dirigida por Bento XVI, enquanto ainda cardeal Ratinger, dando de caras com uma orgia homosexual.

O apartamento onde também foram encontradas drogas, pertence ao secretario do cardeal Francesco Coccpalmerio que é um dos principais conselheiros do Papa Francisco.

 



publicado por pimentaeouro às 21:47
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Domingo, 16 de Julho de 2017
Calçada de Carriche

Luísa sobe, 
sobe a calçada, 
sobe e não pode 
que vai cansada. 
Sobe, Luísa, 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe 
sobe a calçada. 

Saiu de casa 
de madrugada; 
regressa a casa 
é já noite fechada. 
Na mão grosseira, 
de pele queimada, 
leva a lancheira 
desengonçada. 
Anda, Luísa, 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 

Luísa é nova, 
desenxovalhada, 
tem perna gorda, 
bem torneada. 
Ferve-lhe o sangue 
de afogueada; 
saltam-lhe os peitos 
na caminhada. 
Anda, Luísa. 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 

Passam magalas, 
rapaziada, 
palpam-lhe as coxas, 
não dá por nada. 
Anda, Luísa, 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 

Chegou a casa 
não disse nada. 
Pegou na filha, 
deu-lhe a mamada; 
bebeu da sopa 
numa golada; 
lavou a loiça, 
varreu a escada; 
deu jeito à casa 
desarranjada; 
coseu a roupa 
já remendada; 
despiu-se à pressa, 
desinteressada; 
caiu na cama 
de uma assentada; 
chegou o homem, 
viu-a deitada; 
serviu-se dela, 
não deu por nada. 
Anda, Luísa. 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 

Na manhã débil, 
sem alvorada, 
salta da cama, 
desembestada; 
puxa da filha, 
dá-lhe a mamada; 
veste-se à pressa, 
desengonçada; 
anda, ciranda, 
desaustinada; 
range o soalho 
a cada passada; 
salta para a rua, 
corre açodada, 
galga o passeio, 
desce a calçada, 
desce a calçada, 
chega à oficina 
à hora marcada, 
puxa que puxa, 
larga que larga, 
puxa que puxa, 
larga que larga, 
puxa que puxa, 
larga que larga, 
puxa que puxa, 
larga que larga; 
toca a sineta 
na hora aprazada, 
corre à cantina, 
volta à toada, 
puxa que puxa, 
larga que larga, 
puxa que puxa, 
larga que larga, 
puxa que puxa, 
larga que larga. 
Regressa a casa 
é já noite fechada. 
Luísa arqueja 
pela calçada. 
Anda, Luísa, 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 
Anda, Luísa, 
Luísa, sobe, 
sobe que sobe, 
sobe a calçada. 

António Gedeão, in 'Teatro do Mundo' 


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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
Custa tanto !

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O secretário-geral do PCP assumiu hoje preocupação com a situação na península coreana, admitindo o voto favorável à condenação das ações bélicas do regime de Pyongyang, desde que sejam reconhecidas provocações dos Estados Unidos da América na região.



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Jupiter

 

A humanidade nunca tinha estado tão perto daquela que é uma das formações mais curiosas de Júpiter. Os dados recolhidos pela sonda deverão servir para compreender melhor a mancha, mas vão demorar "algum tempo" a analisar.



publicado por pimentaeouro às 20:38
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
Fausto

 


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Já viu algum ?

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Animal mitológico que existe na cultura Ocidental há cerca de 5.000 anos. Apesar de nunca ter existido não faltou que jura-se telos visto.


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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Não sei onde moro

Vivo na freguesia de Arroios há mais de quarente anos mas quando recebo, em vésperas de eleições, o luxuoso boletim da junta não sei onde moro tantos são os melhoramentos.

Diz a junta que as 230 ruas da freguesia são lavadas todos os meses: diz-me a memória que não se lembra de tal acontecer há muitos anos, seguramente há mais de duas década para uma só lavagem.

Diz a junta que a equipa de Higiene Urbana recolhe lixo 7 dias por semana, coisa que nunca vi  acontecer em 40 anos.

Dispenso-me de referir outros melhoramentos imaginários ou insignificantes.

Demagogia tem limites? Em campanhas eleitorais não.


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publicado por pimentaeouro às 16:29
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
Chopin

 


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publicado por pimentaeouro às 21:23
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