Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Nefertiti

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Entre dezenas e dezenas de rainhas do antigo Egipto a História só recorda Nefertiti, segredos de arqueólogos.

 

Nefertiti  (c. 1370 - 1330 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa principal do faraó Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton. Nefertiti e o seu esposo tornaram-se conhecidos pela revolução religiosa, na qual adoravam apenas um deus, Áton, ou o disco solar. Aquenáton e Nefertiti foram responsáveis por criarem uma nova religião que alterou as formas de religião dentro Egipto. Com o seu esposo, reinou naquele que foi o período mais próspero na história do Antigo Egipto.

 Alguns historiadores acreditam que Nefertiti reinou durante uns tempos como Neferneferuaten depois da morte do seu marido e antes da sucessão de Tutankhamun, tal identificação é ainda hoje objecto de debate.

Nefertiti teve muitos títulos incluindo Princesa Hereditária ; Grande de Louvores ; Senhora das Graças , Doce do Amor ; Senhora das Duas Terras ; Esposa do Grande Rei, sua amada ; Grande Esposa do Rei, sua amada , Senhora de Todas as Mulheres ; e Senhora do Alto e do Baixo Egito.

Tornou-se famosa pelo seu busto, agora no Neues Museum, em Berlim (mostrado à direita). É um dos objectos mais copiados da arte do antigo Egipto. É atribuído ao escultor Tutmés, e foi encontrado na sua oficina. O busto é notável para exemplificar a compreensão dos antigos egípcios tinham a respeito das proporções faciais realistas.

As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa "a mais Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região oriental da Turquia), filha do rei Tushratta. Sabe-se que durante o reinado de Amenófis III chegaram ao Egito cerca de trezentas mulheres de Mitanni para integrar o harém do rei, num gesto de amizade daquele império para com o Egito; Nefertiti pode ter sido uma dessas mulheres, que adotou um nome egípcio e os costumes do país.

Contudo, nos últimos tempos tem vingado a hipótese de Nefertiti ser egípcia, filha de Ay, alto funcionário egípcio responsável pelo corpo de carros de guerra que chegaria a ser faraó após a morte de Tutancâmon. Aye era irmão da rainha Tié, esposa principal do rei Amenófis III, o pai de Aquenáton; esta hipótese faria do marido de Nefertiti o seu primo. Sabe-se que a família de Aye era oriunda de Akhmin e que este tinha tido uma esposa que faleceu (provavelmente a mãe de Nefertiti durante o parto), tendo casado com a dama Tié.

De igual forma o nome Nefertiti, embora não fosse comum no Egito, tinha um alusão teológica relacionada com a deusa Hathor, sendo aplicado à esposa real durante a celebração da festa Sed do rei (uma festa celebrada quando este completava trinta anos de reinado).

 

 
Aquenáton e Nefertiti

Não se sabe que idade teria Nefertiti quando casou com Amenófis (o futuro Aquenáton). A idade média de casamento para as mulheres no Antigo Egipto eram os treze anos e para os homens os dezoito. É provável que tenha casado com Amenófis pouco tempo antes deste se tornar rei.

O seu marido não estava destinado a ser rei. Devido à morte do herdeiro, o filho mais velho de Amenófis III, Tutmés, Amenófis ocupou o lugar destinado ao irmão. Alguns autores defendem uma co-regência entre Amenófis III e Amenófis IV, mas a questão está longe de ser pacífica no meio egiptológico. A prática das co-regência era uma forma do rei preparar uma sucessão sem problemas, associando um filho ao poder alguns anos da sua morte.

Nos primeiros anos do reinado de Amenófis começaram a preparar-se as mudanças religiosas que culminariam na doutrina chamada de "atonismo" (dado ao facto do deus Aton ocupar nela uma posição central). Amenófis ordenou a construção de quatro templos dedicados a Aton junto ao templo de Amon em Karnak, o que seria talvez uma tentativa por parte do faraó de fundir os cultos dos dois deuses. Num desses templos, de nome Hutbenben (Casa da pedra Benben), Nefertiti aparece representada como a única oficiante do culto, acompanhada de uma filha, Meketaton. Esta cena pode ser datada do quarto ano do reinado, o que é revelador da importância religiosa desempenhada pela rainha desde o início do reinado do seu esposo.

No ano quinto do reinado, Amenófis IV decidiu mudar o seu nome para Aquenáton, tendo Nefertiti colocado diante do seu nome de nascimento o nome Nefernefernuaton, "perfeita é a perfeição de Aton". Nefertiti passou a partir de então a ser representada com a coroa azul, em vez do toucado constituído por duas plumas e um disco solar, habitual nas rainhas egípcias.

Durante algum tempo defendeu-se que Aquenáton teria introduzido pela primeira vez na história do mundo o conceito do monoteísmo, impondo às classes sacerdotais e populares o conceito de um só deus, o deus do sol, onde o disco solar representava o deus sol que regia sobre tudo na face da terra. Hoje em dia porém considera-se que seria um henoteísmo exacerbado.

Os muitos templos que celebravam os deuses tradicionais do Egito foram todos rededicados pelo rei ao novo deus por ele imposto. Especula-se que esta pequena revolução, entre outros possíveis objetivos, possa ter servido para consolidar e engrandecer ainda mais o poder e importância do faraó. Após o reinado de Aquenáton, o Egito antigo voltaria às suas práticas religiosas politeístas.

Aquenáton decidiu, igualmente a construção de uma nova capital para o Egito dedicada a Aton, que recebeu o nome de Aquetáton ("O Horizonte de Aton"). A cidade situava-se a meio caminho entre Tebas e Mênfis, sendo o lugar onde se encontram hoje as suas ruínas conhecido como Amarna. A cidade foi inaugurada no oitavo ano do reinado de Aquenáton.

Um talatat (bloco de pedra) de Hermópolis (perto de Amarna) mostra a rainha Nefertiti a destruir o inimigo do Egito, personificado por mulheres prisioneiras, numa cena que até então tinha sido reservada aos reis desde os tempos da Paleta de Narmer.


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publicado por pimentaeouro às 22:02
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Envelhecer

Entrei nos 82 anos com pouco estusiasmo. Todos os velhos fazem duas perguntas; quando morrerei? como morrerei? Eu também faço as mesmas perguntas. A velhice também é a idade dos balanços, como vivi? Poderia ter vivido melhor?, ter praticado menos erros?

Uma parte de minha vida foi consumida sem êxito a contribuir para uma sociedade melhor, hoje, vejo que não passou de uma utopia mas também sei  que não é possível viver sem sonhos.

Saio de cena, agora é a vez das novas gerações.


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publicado por pimentaeouro às 21:47
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
Nau catrineta #2

 


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publicado por pimentaeouro às 22:20
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Amigo dos animais

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Tenho um vizinho em Azeitão que gosta muito de animais mas não tem cães nem gatos nem canários nem pintassilgos nem nem papagaios.

Um belo dia, numa feira viu um burro e comprou. O pobre aninal vive num pequeno quintal onde morre de tédio mas o dono está contente.


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publicado por pimentaeouro às 22:19
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Solidariedade

Um emigrante português na Alemanha angariou 22 mil euros e foi ao Pedrogão distribui los pelas famílias carenciadas.

Precisamos de mais exemplos destes.


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publicado por pimentaeouro às 22:08
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Rainha do Sul

Wook.pt - A Rainha do Sul

 

Romance a não perder. Uma mulher, negrita, consegue impor-se no meio do narcotrafico, coutada exclusiva de homens.


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publicado por pimentaeouro às 15:51
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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017
Calamidade

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Em Portugal há uma média de 200 - duzentos - fogos por dia enqunto em Espanha são cerca de 100. Porque será?



publicado por pimentaeouro às 22:08
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
As mil e uma noites

Sherazade pela palavra venceu a espada, pelo conto humanizou o seu carrasco. As Mil e Uma Noites são a génese do romance e do conto e nasceram numa época em que a Europa estava mergulhada na barbárie.

Precisamos de contos para sermos mais humanos.

 

A história começa em tempos muito remotos, altura em que a civilização persa era das mais evoluídas da humanidade. Reinava a dinastia dos Sassânidas, tendo os dois herdeiros, Schahriar e Schahzaman, cada qual,o seu reino: um tinha-o na Índia, e o outro, na China.Um dia, Schahriar, cheio de saudades do irmão,mandou-o buscar a Samarcanda, onde este vivia.Schahzaman, muito contente, fez os preparativospara a viagem e, quando foi despedir-se da sua

esposa, encontrou-a adormecida nos braços de um criado. Retirou a espada e matou-os imediatamente.

 

Schahriar recebeu o seu irmão com honras, presentese festas, mas Schahzaman estava possuído por uma profunda e inabalável tristeza. Um dia, Schahriar foi caçar sozinho e o irmão ficou no palácio, passeandopelos jardins. Foi então que Schahzman descobriu a traição da rainha, esposa de Schahriar, e das suasservas, deitadas com os escravos. Apesar de lamentara sorte do irmão, sentiu-se menos só na sua tristeza.Quando Schahriar voltou da caçada, este perguntou a Schahzaman a razão pela qual se encontrava um pouco mais animado, e este contou -lhe o que tinhavisto. Depois de se certificar, por si mesmo doacontecimento, Schahriar mandou o Vizir matar a suaesposa, as servas e os escravos. De seguida, tomou uma decisão: daí em diante não manteria nenhuma esposa viva para além da noite de núpcias. E assim aconteceu. Schahriar todos os dias pedia a Vizir quelhe escolhesse uma esposa que, no dia seguinte,estaria invariavelmente morta. O terror invadiu o reino, e todas as famílias com filhas donzelas temiamo dia em que a terrível sorte as atingisse. 
Até que um dia, Sherazade, uma das duas filhas do Vizir, foi ter com o pai para lhe comunicar uma importante decisão. Sherazade, bela, inteligente,culta e educada pelos maiores sábios, tinha imaginado um plano para acabar com a loucura do rei. O Vizir, desesperado, tentou demovê-la da suadecisão, mas nem lágrimas, nem palavrasconseguiram vencer a obstinação de Sherazade que,antes de partir para o casamento no palácio, pediu a ajuda da irmã Duniazade para levar a bom termo o seu plano. 
Depois da noite de núpcias e antes do amanhecer,Sherazade pediu a Schahriar que lhe concedesse umúltimo desejo, o de ver e o de despedir-se da irmã. Quando Duniazade chegou, sentou-se junto do leitoreal e pediu à irmã que lhe contasse uma história a qual o rei também quis ouvir. Sherazade contou uma história tão bela que deixou o rei preso às suaspalavras e, quando a manhã interrompeu a narrativa, Sherazade disse-lhe que o que havia contado não secomparava com o que teria para lhe contar na noite seguinte. Desejoso de saber a continuação da história, Schahriar permitiu que Sherazade vivessemais um dia e, depois, outro dia e, ainda, outro dia... 
Durante mil e uma noites, Sherazade superava-senoite após noite, estimulando, dessa forma, a imaginação do rei com histórias belas, fantásticas e inteligentes. Até que à milésima e uma noite,Sherazade pediu-lhe que a resgatasse do destino que o rei havia previsto para ela. Schahriar reparou então que a amava e decretou grandes festas no reino,durante trinta dias, para celebrar a sua união com a mulher de quem nunca mais se separaria e com a qual viveu feliz para sempre. 
Das narrativas contadas por Sherazade, ficaram famosas as viagens de Sindbad, o Marinheiro; asaventuras de Aladino e a lâmpada maravilhosa; a mirabolante história de Ali Babá e os quarenta ladrões. 



publicado por pimentaeouro às 21:57
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
Nunca saberei

Volvidos  cerca de 50 anos regressei a Torres Novas, terra onde vivi a mocidade. Foi lá que tive os meus dois primeiros amores, tardios.

A viagem foi de camionete, pela margem esquerda do Tejo, com paragem em todas as aldeias. Hopedei-me num hotel com vista para a praça 5 de Outubro e perguntei a um amigo daquela data onde residiam Fernanda e Julieta. Deu-me a morada da Fernanda e do Irmão António, da Julieta não havia rasto.

Fernanda e Julieta eram duas jovens completamente diferentes: Fernanda era meiga, expansiva e alegre. Alta e bonita, talvez uma das jovens mais bonitas de Torres Nova, Julieta era o oposto, reservada, baixa sem atractivos especiais.

Tímido, como sempre fui, comecei por procurar o irmão que se encontrava debilitado com dificuldade em andar. Quem me atendeu foi a mulher e combinamos que o António iria ter a um café perto de sua casa.

Passado cerca de meia hora como o António não aparecesse voltei a sua casa e para minha surpresa ninguém me atendeu. Não percebi a recusa em falar comigo nem que motivos poderia ter, sempre fomos bons amigos e nunca tivemos qualquer desavença.

Deduzi que uma visita à Fernanda não seria bem recedida. O meu desejo de voltar a ver a Fernanda ficou enterrado.


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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
Não se troca

Entro numa loja «do chinês», uma combinação de míni centro comercial, drogaria, loja de ferragens, etc., onde há de tudo um pouco.

Logo à entrada, no lado direito, está a prateleira da lingerie  e bem visível, na parede, um cartaz em letras bem gordas: NÃO SE TROCAM CUECAS.

E, assim, fiquei a saber que algumas portuguesas compram cuecas e, não satisfeitas com o que fica tapado a mais ou o que fica destapado a menos, querem trocar as cuecas compradas por outras mais… como direi, adequadas

 


sinto-me:

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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017
Segredos

Guarda o teu segredo; quando o revelares deixa de ser teu. Se não podes guardar um segredo no teu íntimo, como queres que o retenha aquele a quem o confiaste.

 

 As mil e uma noites.



publicado por pimentaeouro às 21:46
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
Na Europa

A praia que separa homens e mulheres através de um muro fica situda no extremo nordeste da Itália, na fronteira com a Eslovénia, em Tieste, mais precisamente.

A praia é banhada pelo Adriático e chama-se “Bagni Comunali Lanterna” ou “Pedocin”, e tem um muro branco de três metros que separa mulheres e crianças com menos de 12 anos, dos homens.

No entanto, todos os dias, durante o verão, são muitas as mulheres de todas as idades que vão até esta praia com cerca de 250 metros de extensão.

A separação existe tanto na areia como no mar, e para entrar na zona contrária é necessária uma autorização especial. A entrada na praia custa 1 euro, mas pode pagar-se mensalmente ou por estação balnear.

Contudo, a maioria das mulheres afirma que pode ter privacidade.



publicado por pimentaeouro às 21:42
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Leonardo da Vince

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Leonardo da Vinci (1452-1519) foi pintor italiano. "Mona Lisa" foi uma das obras que o notabilizou. Foi também escultor, arquiteto, matemático, urbanista, físico, astrônomo, engenheiro, químico, naturalista, geólogo, cartógrafo, estrategista e inventor italiano. Um dos maiores nomes do Renascimento. Sua obra, de uma grande diversificação, é toda marcada pela genialidade. Sua figura humana aproximou-se como nenhuma outra daquele imaginário Homem Universal, o ideal da época renascentista. Embora genial em diversos campos, foi na pintura que se notabilizou com verdadeiras obras-primas, como o retrato de "Mona Lisa", a "Última Ceia", "Anunciação", e a "Virgem dos Rochedos".

Leonardo da Vinci (1452-1519) nasceu em Anchiano, pequena aldeia toscana perto de Vinci, e próxima a Florença, Itália, no dia 15 de abril de 1452. Por volta de 1466, torna-se aprendiz do pintor e escultor florentino Andrea del Verrocchio. Com 25 anos de idade já trabalhava para Lourenço de Medici, o famoso mecenas que governava Florença. Já conhecido passou a trabalhar para outras figuras importantes. Era protegido de Lodovico Sforza, duque de Milão. Entre 1482 e 1499 vive em Milão, onde pinta o afresco "A Última Ceia", para o Mosteiro de Santa Maria dell Grazie.

Até o Renascimento, ninguém pensava em urbanismo. As cidades não passavam de amontoados de casas. No projeto urbanístico que fez para a cidade de Milão baniu muros, traçou canais e um sistema de abastecimento de água e esgotos. As casas eram amplas e ventiladas e haveria praças e jardins. Nesse período estuda perspectiva, óptica, proporções e anatomia. Foi descoberto dissecando cadáveres o que era considerado grave crime. Graças às suas dissecações fez descobertas importantes que registrou em inúmeros desenhos e no Tratado de Anatomia que escreveu.

De volta a Florença, pinta a tela "Mona Lisa" (1503-1507), sua obra mais famosa. Vive em Roma entre 1513 e 1517, onde se envolve em intrigas do Vaticano e decide se juntar à Corte do rei francês Francisco I. Nos estudos científicos, antecipa muitas descobertas modernas, como o helicóptero e o paraquedas. Em Trattato della Pittura, Leonardo defende a supremacia da pintura sobre todas as outras artes, por ser a única indispensável à exploração científica da natureza.

Leonardo da Vinci passou seus últimos dias na França, e ali morreu, no dia 2 de maio de 1519, em Clos Lucé. Foi enterrado na Capela de Saint-Hubert, no Castelo de Amboise.

 



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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
Rão Kyao

 



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Domingo, 6 de Agosto de 2017
Modesto

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O que incomoda as pessoas é o meu brilho, insectos só atacam lâmpadas que brilham.


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publicado por pimentaeouro às 16:00
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Acho que sim.
Não sabia que existia uma praia assim na Europa
mas se apenas uma pessoa souber, será ainda assim ...
:) ainda bem que não trocam :)
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