Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Quinta-feira, 30 de Março de 2017
Tersseira classe

 


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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
Perplexo

Vivi em dois séculos, o XX e o XXI e foi assistente meio passivo de transformações sociais e culturais de dois mundos.

Passei por uma sociedade conservadora, intolerante desfasada do mundo em permanente transformação. Depois veio a aurora libertadora plena de promessas mas efémera. Vivi a febre do PREC,  a sua extinção e o fim da Guerra Colonial, um marco histórico.

Portugal entrou em acelerada normalização rumo à democracia difícil e frágil, para a economia recuperar dos desvarios veio o primeiro pacote austero do FMI e dos credores, paralelamente sucederam-se governos provisórios até às primeiras eleições em democracia.

Mário Soares e o PS governaram com muitas dificuldades até conseguir a adesão à CEE e o acesso aos fundos comunitários. A normalização da sociedade prosseguia mas as dificuldades económicas prosseguiam também. Como remédio o PSD e o CDS impuseram austeridade além da Troika e como era de esperar perderam. António Costa navega entre escolhos e a economia continua doente.

Um historiador definiu o século XX do mundo Ocidental como e "Era dos Extremos", para o Bem e para o Mal, com efeito as transformações foram profundas e radicais; Portugal viveu à margem desse mundo, ainda hoje apenas temos uma estreita janela para o ver, continuamos com décadas de atraso sem qualquer hipótese de aproximação. 

A sociedade portuguesa  mudou e muito e nem sempre para melhor; as pessoas também mudaram e não sei definir o português de hoje.

Entrei relutante no século XXI e estou desencantado. A sociedade sem valores e caótica, do individualismo exacerbado, que começou a criar-se na década de 90 do século passado é contra natura.

No fim da vida, de uma vida que já vai muito longa estou desiludido e não é mal da idade é a sociedade que está doente.


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Domingo, 26 de Março de 2017
Flamenco #3

 


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Sexta-feira, 24 de Março de 2017
Guantanamera

 


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S. Pedro zangado

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::

S. Pedro está zangado com os homens e tem carradas de razão.

Em lugar da Primavera e dos passarinhos a cantar S.Pedro mandou-nos frio, vento  e chuva: fazem-se cá mas pagam-se lá em cima.


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Quinta-feira, 23 de Março de 2017
Flamenco #2

 

Recomendo!

 


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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
Ciro II

 

Esteve vários séculos à frente da sua época, deixava os vencidos viverem em paz desde que não se revoltassem, incorporava as elites locais na administração do império em lugar de os mandar degolar, não arrasava as cidades conquistadas construia, os gregos admiravam-no.

É difícil explicar como se formou a sua personalidade numa região tradicionalmente violenta: foi uma excepção rara.

Há distância de 2.500 anos merece ser recordado.

 

Ciro II (Kuruš em persa antigo), mais conhecido como Ciro, o Grande[1], foi rei da Pérsia entre 559 e 530 a.C., ano em que morreu em batalha com os Massagetas. Pertencente à dinastia dos Aquemênidas, foi sucedido pelo filho, Cambises II. Foi o criador do maior império até então visto na História.[2]

Ciro foi um príncipe persa com ascendência na casa real dos medos, até então o povo dominante do Planalto Iraniano. A versão da história do nascimento de Ciro, segundo Heródoto, consta que o rei medo Astiages, seu avô, teve um sonho em que uma videira crescia das costas de sua filha Mandame, mãe de Ciro, lançando gavinhas que envolviam toda a Ásia. Sacerdotes lhe advertiram que a videira era seu neto Ciro (cujo nome persa era Curus), e que ele tomaria o lugar do velho reino da Média no mundo. Então o rei medo mandou seu mordomo que o matasse nas montanhas. O mordomo, chamado Harpago, se comoveu com a beleza da criança e o entregou aos cuidados de um pastor. Ao descobrir a traição, Astíages esquartejou o filho de Harpago, e o serviu em um jantar para o mordomo, que apenas soube o que estava comendo quando levaram a última travessa à mesa: a cabeça de seu filho. [Carece de Fontes]

Ciro finalmente se tornaria rei dos persas, até então um povo tributário dos medos. Então uma rebelião liderada por Harpago derrotou Astíages, que foi levado a Ciro para julgamento. O rei persa poupou a vida de seu avô, mas marchou para a capital da Média, Ecbátana, e tomou o controle do vasto território medo.

Assim que tomou o controle político de toda a região do atual Irã, Ciro conquistou a Lídia (reino contra o qual os medos contendiam havia décadas, sem sucesso) e os territórios a leste da Pérsia até o Turquestão, na Ásia Central.

Após a conquista de Babilónia, Ciro é citado num cilindro dizendo:

Eu sou Ciro, rei do mundo, grande rei, rei legítimo, rei de Babilônia, rei da Suméria e de Acade, rei das quatro extremidades [da terra], filho de Cambises, grande rei, rei de Anzã, neto de Ciro I, . . . descendente de Teíspes . . . de uma família [que] sempre [exerceu] a realeza

Em 539 a.C. Ciro conquistou a Babilônia. Os registros bíblicos informam que Ciro teria recebido uma mensagem divina que o ordenava a enviar de volta à Palestina todos os Judeus cativos naquela cidade. De qualquer forma, foi o autor de famosa declaração que em 537 a.C. autorizava os judeus a regressar à Judeia, pondo fim ao período do Cativeiro Babilónico. Em uma noite de 5/6 de outubro de 539 A.C., Ciro acampou em volta de Babilônia com seu exército. Enquanto os babilônicos festejavam, engenhosamente Ciro desviava as águas do Rio Eufrates para um lago artificial. Eles puderam atravessar o rio com a água na altura da cintura e entraram sem lutar, visto que os portões estavam abertos.

A Palestina, com posição estratégica nas rotas comerciais do Egito, ficou guarnecida por um povo agradecido ao imperador persa e pronto para defendê-lo. A queda da Babilônia ainda lhe rendeu a lealdade dos Fenícios, cuja habilidade naval era admirada pelo mundo conhecido, e que consistiria na base da marinha persa, anos depois, responsável pelas conquistas na Trácia e as guerras contra os gregos.

Em todas as conquistas, destacou-se por uma generosidade incomum no seu tempo, ao poupar seus inimigos vencidos - ou até empregá-los em cargos administrativos de seu império. Ciro também demonstrou tolerância religiosa ao manter intactas as instituições locais (e até cultuar os deuses de regiões conquistadas, como quando entrou na Babilônia e consagrou-se rei no templo de Marduque). Ciro também procurou manter todos os povos do império sob a administração de líderes locais, de forma que, sob a suserania de um governo forte, muitos daqueles povos se viram em melhor situação sob os persas do que independentes.

A habilidade política de Ciro, seguida pelos seus sucessores imediatos, assegurou a força e a unidade de uma vasta região, que ia da Anatólia ao Afeganistão, e do Cáucaso à Arábia, composta por uma miríade de povos diferentes, algo que jamais havia sido conseguido na história da humanidade até então.



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Ricos e pobres

Há 3 portugueses na lista dos mais ricos da Forbes e 10 milhões na lista dos mais remediados da Porbes


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Reformar, reformar

Portugal não tem o melhor sistema de Ensino do mundo mas devia ter. De 2.000 a 2.015 teve dezasseis reformas, não ouve um ano que escapassem sem uma reforma.

O campeão das «reformas» foi Nuno Crato (PSD) com cinco reformas. É um mistério perceber como é que professores e alunos resistiram a esta avalanche.

Portugal tem mistérios insondável, dignos do famoso mago Hondini.


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Terça-feira, 21 de Março de 2017
Flauta de pan

 

 

 


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publicado por pimentaeouro às 22:15
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A EMEL é fel

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A EMEL é uma empresa municipal para explorar o parqueamento na cidade. Como não tem concorrentes tem a faca, o queijo e o prato na mão à boa moda portuguesa.

A PSP aplica uma multa de 20,0 € por uma infração de estacionamento, a EMEL aplica uma multa de 30,0 € pela mesma infração. Não é uma multa é um esbulho, o que ne admira, ou talvez não, é como os lisboetas aceitam pacificamente serem assaltados.

Como o número da automóveis aumenta todos os anos, a EMEL tem um futuro risonho.


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publicado por pimentaeouro às 22:00
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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
Aurora boreal

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Aurora Polar é também conhecida como Aurora Boreal, no hemisfério norte – ela é assim chamada por Galileu Galilei, em homenagem à deusa romana do alvorecer, e ao deus que rege os ventos do Norte, seu filho, Bóreas -, e Aurora Austral, no hemisfério sul, designada desta forma pelo navegador inglês James Cook, ao se referir à sua localização, o Sul.

Este fenômeno, um sublime espetáculo de luzes e cores, é na verdade um evento inerente ao campo visual, próprio do espaço polar de nosso Planeta, embora não se limite apenas à Terra, ocorrendo também em Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Ele acontece em virtude do choque produzido por partículas de vento solar no perímetro magnético terrestre. Geralmente estas luzes se manifestam nos períodos que vão de setembro a outubro e de março a abril. Apesar da beleza natural deste processo, ele pode ser igualmente reproduzido por meio de explosões nucleares ou em pesquisas laboratoriais.

A Aurora Boreal pode se expressar de diversas formas – sob a aparência de pontos de luz, como faixas horizontais ou pequenos círculos luminosos -, embora estejam constantemente ajustados à linha do campo magnético do Planeta. Em vários momentos estas luzes se exprimem em diversas cores, simultaneamente. Em outros, elas compõem semicircunferências que se metamorfoseiam o tempo todo.

A Aurora Polar da Terra é desencadeada pela manifestação de elétrons portadores de uma carga energética equivalente a um espectro que vai de um a quinze keV, somados a prótons e partículas alfa, e a luz emerge justamente quando eles se chocam com os átomos do espaço no qual respiramos, principalmente com fragmentos de oxigênio e nitrogênio, normalmente em altitudes que variam entre 80 e 150 km. Processa-se então um fenômeno de ionização, dissociação e estimulação de partículas.

Durante a ionização, os elétrons são deslocados do átomo, levam consigo a energia despertada e geram uma espécie de efeito em cadeia da produção de espécies químicas eletricamente carregadas, por perda de elétrons, em outros átomos. Este estímulo tem como conseqüência um ato de emissão energética, gerando no átomo uma condição de total inconstância. Estes estados de instabilidade enviam ondas luminosas em freqüências vibratórias típicas, enquanto tendem a encontrar o equilíbrio.

Geralmente a impressão luminosa é comandada pelo envio de partículas de oxigênio a altos níveis da atmosfera, aproximadamente por volta de 200 km de altitude, o que causa a produção de tons verdes. Porém, quando são desencadeados intensos temporais, alturas menos elevadas da atmosfera são golpeadas, gerando tonalidades vermelhas mais escuras, devido à presença de átomos de nitrogênio em grande quantidade, seguidos pelos de oxigênio.

Apesar do espetáculo oferecido à visão pela Aurora Boreal, os ventos solares intervêm nos sistemas de comunicação terrestres e nos mais variados mecanismos eletrônicos criados pelo Homem, provocando grandes prejuízos à criação humana. Ao longo da história, cientistas e exploradores vêm se referindo a prováveis sons provocados por este fenômeno, embora ninguém nunca os tenha reconhecido oficialmente, por serem ainda divergentes do conhecimento adquirido pela Humanidade. A Aurora Boreal é também muito presente na mitologia nórdica, que reserva a este evento belas páginas da literatura, passagens marcantes e poéticas que descrevem estas luzes como espíritos elevados ou estrelas com potencial destrutivo, e até mesmo a Bíblia se refere a este fenômeno em um trecho do Livro de Ezequiel. Atualmente, até mesmo o cinema tem protagonizado este espetáculo em suas telas, cativando platéias do mundo inteiro em filmes como Happy Feet. Ela também está presente na música, na poesia e nos jogos eletrônicos.


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Quinta-feira, 16 de Março de 2017
No meu tempo #2

Não vou escrever sobre as vantagens do meu tempo sobre a actualidade ou qualquer outro exercício de saudosismo. Vou tentar avaliar as diferenças entre os anos 50 e 60, da minha mocidade com os dias de hoje.

 Naquela época ninguém imaginava que iria existir Internet, redes sociais, etc. Também ninguém imaginava que as mulheres pudessem escrever e aceder a outras actividades culturais, coutadas reservadas pelo Senhor Todo Poderoso exclusivamente para os homens.

Considero que a emancipação da mulher, ainda em curso apenas no Ocidente, é uma revolução estrutural mais importante do que a revolução tecnológica da Net.

No primeiro caso, temos uma revolução que irá beneficiar metade da Humanidade, no segundo caso temos uma ferramenta mais complexa do que a foice ou uma chave de parafusos, mas apenas uma ferramenta.

No meu tempo as mulheres ficavam em casa a tratar do marido e dos filhos, não saiam de noite, não iam ao café, não podiam abrir conta bancária sem autorização do marido, déspota doméstico.

Quem é que pode imaginar hoje uma sociedade destas?


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Quarta-feira, 15 de Março de 2017
Kizomba

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, noite e fogo


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Flamenco

 


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Domingo, 12 de Março de 2017
Louis Armstrong

 


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Imoral

O Ministério Público está a investigar a Cáritas diocesana de Lisboa após ter recebido uma participação que indicia para o crime de burla qualificada.

Isto é o principio da meada. A Cáritas de Lisboa tinha em 2.014 dois milhões e quatrocentos mil euros em depósitos bancários e naquele ano despendeu 147 mil euros de ajuda a grupos carenciados: presume-se que hoje o valor dos depósitos bancários sejam mais elevados.

Temos mais, no mesmo ano a Cáritas de Coimbra tinha depósitos bancários no valor de 7,3 (!) milhões e a Cáritas de Setúbal tinha 2,8 milhóes de depósitos bancários.

O apoio aos pobres é um negócio muito lucrativo... com a bênção de Deus: corrupção nas Cáritas diocesanas é coisa que não lembra ao Diabo.

 

 



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Sexta-feira, 10 de Março de 2017
Pantera apaixonada

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Homo sapiens

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Não sei o que  terá passado pela cabeça dos antropólogos quando baptizaram de primata ( o primeiro ) os tetra bisavós dos nossos avós. Na realidade foram dos últimos a aparecer na savana africana.

Como um disparate nunca vem só, a seguir baptizaram um primo daqueles de Homo Sapiens Sapiens, uma refinada afirmação de egocentrismo agudo.

Com  boa vontade apenas podemos chamar ao primo dos primatas Sapiens Asno, tal a quantidade de disparates que tem acumulado ao longo de milhares de anos. Só nos últimos mil anos, fazendo tábua rasa de milénios de civilização, temos resumidamente: a escravatura, a exploração das mulheres, sacrifícios rituais de humanos, queima de bruxas e hereges, anti-semitismo e racismos vários, massacres em massa, genocídios, crendices e superstições etc..

A cereja no bolo são as guerras mundiais do século XX, dezenas de conflitos regionais e centenas de outros de menor escala; nenhum continente escapou à sanha auto destruidora e a linha que separa militares e civis nos conflitos é mais ilusória do que real. O património destruído é simplesmente incalculável.

Com este currículo às costas, o sujeito não é de fiar.



publicado por pimentaeouro às 20:21
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Opera do malandro

 


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publicado por pimentaeouro às 00:24
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Gosto imenso!
Esperemos que não fique zangado muito mais tempo.....
E uma metáfora do nosso país. Temos muitos pobres ...
Não resistem...
Será que existirá sempre este fosso enorme?
Os casos que refere são excepções que não traduzem...
Mas nos anos 50/60 já havia por cá mulheres que ti...
Não há melhor.
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