Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Sábado, 10 de Dezembro de 2016
Simplex que Deus tem

A direita faz reformas, a esquerda faz reformas, Portugal é um estaleiro em permanente remodelação. O último ímpeto reformador foi o Simplex de José Sócrates, que Deus tem em descanso.

Desloquei-me a uma loja da EMEL para pagar uma multa de 19,90€ e o zeloso funcionário pediu-me a carta de condução o cartão de cidadão e, a cereja no bolo, ainda tive que assinar uma declaração. Pensava eu, pensava mal, que à EMEL não interessa que o pagador seja preto, amarelo, que tenha olhos azuis ou barbas compridas.

Manifestei ao funcionário a minha perplexidade e foi mais uma perda de tempo, nem percebeu o que eu disse.

É nestas ocasiões que sinto orgulho de ser português.



publicado por pimentaeouro às 23:16
link do post | comentar | favorito
|

Auto-retrato
 

270107_225856444113162_7755293_n.jpg

  

Gosto de me apresentar aos conhecidos como especialista em generalidades indiferenciadas. Alguns acham que não sou boa rês, outros acham que sou um tipo com algum interesse e no fundo é provável que seja um pouco de tudo isto, com sinceridade e emoção escondidas num ar sério.

Como qualquer pintor tenho o direito de fazer mais de um auto-retrato, pois qualquer retrato além de temporalmente datado não pode aspirar a sintetizar todas as faces da personalidade  que um ser humano tem dentro de si, toda a complexidade que comporta.

Vivi a época que me coube, talvez, com mais apreensão do que entusiasmo e vivi o melhor que soube e pude. Ninguém vive duas vezes e não posso emendar erros que gostaria que não tivesse praticado: pouco santo e algo pecador.

Vem isto a propósito de ter chegado à fasquia dos 80 anos e achar que não me conheço suficientemente bem. Entrei no clube dos velhos muito velhos . Se me perguntarem se gosto de ser velho, responderei sinceramente que não. As referencias do meu século desapareceram quase todas, sem familiares e com muitos amigos já falecidos, a solidão aumenta, aumentam as doenças e as limitações: viver muitos anos não é natural, nunca foi.


tags:

publicado por pimentaeouro às 22:05
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Palácio nacional de Mafra

 

Mandado construir no século XVIII pelo Rei D. João V em cumprimento de um voto para obter sucessão do seu casamento com D. Maria Ana de Áustria ou a cura de uma doença de que sofria, o Palácio Nacional de Mafra é o mais importante monumento do barroco em Portugal.
Construído em pedra lioz da região, o edifício ocupa uma área de perto de quatro hectares (37.790 m2), compreendendo 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões. Tal magnificência só foi possível devido ao ouro do Brasil, que permitiu ao Monarca por em prática uma política mecenática e de reforço da autoridade régia.

 Para a Real Obra de Mafra, encomendou o Rei obras de escultura e pintura de grandes mestres italianos e portugueses, bem como, em França e Itália, todos os paramentos e alfaias religiosas.

Na Flandres, encomendou ainda dois carrilhões com 92 sinos, que constituem o maior conjunto histórico do mundo.

 

 

Carrilhoes
Carrilhão


No reinado de D. José I foi criada aqui uma importante Escola de Escultura, sob a direcção do mestre italiano Alessandro Giusti, de que são exemplo os retábulos de mármore da Basílica.

Foi também o Paço preferido de D. João VI que encomendou, no final do século XVIII, pinturas murais para diversas salas bem como um novo conjunto de 6 órgãos para a Basílica.

Orgãos
Orgãos de Mafra

Este monumento possui uma das mais importantes bibliotecas europeias com um valioso acervo, abrangendo todas as áreas de estudo do séc. XVIII.

Biblioteca
Biblioteca


Nunca tendo sido residência permanente da Família Real, o Palácio de Mafra foi até ao fim da monarquia frequentemente visitado pelos monarcas, que aqui vinham celebrar algumas festas religiosas ou caçar na Tapada.

   


Foi também em Mafra que o último Rei de Portugal, D. Manuel II passou a sua última noite no país antes da sua partida para o exílio quando da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

Quarto no torreão Sul
Quarto do torreão Sul


Decretado Monumento Nacional pelo Decreto de 10 -1-1907 e pelo Decreto de 16-6-1910, o Paço Real é transformado em museu, abrindo logo em 1911 com a designação de Palácio Nacional de Mafra que mantém até hoje.

O Convento foi incorporado na Fazenda Nacional quando da extinção das ordens religiosas em Portugal, a 30 de Maio de 1834 e, desde 1841 até aos nossos dias, foi sucessivamente ocupado por diversos regimentos militares, sendo desde 1890 sede da Escola Prática de Infantaria.


tags:

publicado por pimentaeouro às 21:47
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016
Efeitos colaterais

A Coreia do Sul desenhou um plano para destruir a capital da Coreia do Norte, através de bombardeamentos intensivos se Pyongyang mostrar sinais de ataque nuclear.

"Todos os distritos de Pyongyang, particularmente naqueles onde possa esconder-se o líder norte-coreano, serão completamente destruídos por mísseis balísticos e projéteis de alto poder explosivo assim que o Norte mostre sinais de usar arsenal nuclear. Por outras palavras, a capital do Norte será reduzida a cinzas e eliminada do mapa", disse militar de Seul à agência sul-coreana de notícias Yonhap.



Leia mais: Coreia do Sul tem plano para destruir capital da Coreia do Norte http://www.jn.pt/mundo/interior/coreia-do-sul-tem-plano-para-destruir-capital-da-coreia-do-norte-5383450.html#ixzz4JwPaVdwj
Follow us: jornalnoticias on Facebook



publicado por pimentaeouro às 22:03
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|

Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2016
Quéops

Resultado de imagem para egipto piramides

 

Legendárias construções do mundo antigo, as grandes pirâmides de Gizé foram construídas há mais de 2500 anos antes de Cristo e até os dias atuais permanecem praticamente intactas. Das pirâmides de Gizé, a pirâmide Quéops é considerada a maior e mais pesada obra já construída pelo homem.

Com cerca de 140 metros de altura sustentados por 2,3 milhões de rochas de mais de duas toneladas cada – somando mais de 5,9 milhões de toneladas no total - ainda não se sabe quais foram as reais condições que possibilitaram a construção da Grande Pirâmide de Quéops.

 

O historiador grego Heródoto chegou a visitar o local das pirâmides dois mil anos após a construção e constatou que cerca de 100.000 homens livres trabalharam para erguer o monumento. Eles demoraram mais de duas décadas carregando rochas pesadíssimas para concluir a pirâmide egípcia que seria a tumba do Faraó Quéops, que reinou entre os anos de 2551 a.C. e 2528 a.C.

Revestida com pedra calcária polida, a Pirâmide de Quéops podia ser contemplada a quilômetros de distância com o brilho do sol. Seu interno arranjo de passagens e câmaras caracterizava a unicidade da obra, porém nenhum hieróglifo ou inscrições antigas contrastavam com as outras pirâmides de Gizé.

 

 

P.S.

Também nunca saberemos o que levou os egipcios antigos a contruirem obras coloçais.


tags:

publicado por pimentaeouro às 21:50
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Muito ouro pouco pão

- Claro, claro – tomava João Brandão (consul em Antuérpia). – El-rei há-de por certo pedir que lhe enviemos trigo. Os cofres estão a abarrotar de ouro e os celeiros sem pão. Triste sina. Tenho já pronta a fardagem que da outra vez pediu. Logo que descarregueis a mercadoria,podereis embarcar esta.

- Posso-o confirmar – disse eu (Damião de Góis). – Em Lisboa, na Casa da Contratação da Índia os oficiais não têm tempo de contar o ouro que lhes devem dos tratos, mas o povo…

- O pior é que o rei João (João III), apesar dos avisos que lhe fazem alguns conselheiros mais avançados, parece querer seguir a maneira do pai e tapar o grande sorvedouro com fazer moeda nova.

… - Ande iremos parar?

- Pergunta antes onde já nos atolámos. Tanto alarde de riqueza pelo mundo, a embaixada ao papa Leão, elefanres, rinocerontes, onças pérsias, pontificais de ouro,,, Olhai. Está quase pronto o pontifical que El-rei Emanuel me encomendou para a capela do Tosão de Ouro. Pobre rei. Tão vaidoso da sua riqueza!

“Que te parece esta moeda, duque?” perguntou el-rei. “Muito mal” respondeu-lhe Jaime. “Moedas novas fazem mudança e carestia no preço de todas as coisas. Com esta moeda que mandas-te cunhar, por uma luvas que se vendiam por trinta réis pedem já meio tostão.

 

Fernando Campos, A sala das perguntas

 


tags:

publicado por pimentaeouro às 18:37
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016
Gengis Kan

Genghis Khan

 

Gengis Khan (1162-1227) foi um imperador mongol. Unificou os mongóis – um povo nômade e antes dividido em dezenas de tribos e clãs. Criou um império que ocupava metade das terras até então conhecidas.

Gengis Khan (1162-1227) nasceu em um território entre as montanhas sagradas da Mongólia, na Ásia Central, no ano 1162. Herdeiro de Iasugai, chefe do clã dos Kiyatas-borgigin, família da mais antiga nobreza do povo mongol, recebeu o nome de Temujin e cresceu em meio a outras crianças à sombra das tendas. Com 9 anos de idade ficou noivo de Borte, filha do chefe dos konguirat , de acordo com os costumes dos mongóis.

Em 1175, com a morte prematura do pai envenenado em um banquete oferecido por uma tribo tártara, Temugin com apenas 13 anos de idade é o novo líder de sua tribo. Recebe o chicote e o estandarte do clã, mas os guerreiros de seu pai não aceitam a liderança de um garoto. O pequeno acampamento é atacado, Temugin tem de abandonar as terras onde viveram seus antepassados.

Depois de quatro anos de perseguições e lutas pelas montanhas, Temugin parte para reclamar a noiva. No acampamento dos konguirat é recebido com festas. Recebe como dote, um manto de zibelina preta, que vale mais do que todas as propriedades do seu clã. A esposa traz consigo muitas tendas, servos e escravos. Certo dia, ao regressar de uma caçada, encontra as tendas vazias e parcialmente incendiadas. Os merkitas saquearam o acampamento. Sua esposa está entre as mulheres raptadas.

Temugin fez aliança com outras tribos e lançou-se à luta. Ao encontrar sua esposa e retornar vitorioso, ganha prestígio sendo nomeado o chefe da tribo. Também mudou o nome de Temujin para “Gengis” (guerreiro perfeito). Numa luta contínua pela hegemonia das tribos, vence os temíveis tártaros, ganhando a simpatia da dinastia Chin, que reinava na China e eram constantemente ameaçadas pelos tártaros.

Dominadas, pouco a pouco, todas as tribos mongóis, Gengis decide legalizar seu poder. Em 1189 é reconhecido como "Khan" (chefe supremo). Reuniu os códigos de leis das diferentes tribos numa só, constituindo o Jasak, decidindo que chegou a hora da expansão. Entre 1208 e 1209, Gengis Khan conquista grande parte do território dos tangout. Em 1211, os mongóis invadem o império chinês dos kin, que resistiram dentro das cidades fortificadas. Em 2014 abandona a China carregando os tesouros imperiais.

Em 1215, alegando que os chineses haviam rompido o tratado de paz, Gengis Khan destrói Pequim e deixa aí seus generais. Em 1218 volta-se contra o Turquestão, império dos Kara-Khitai. Entre uma conquista e outra, Gengis Khan fundou a cidade de Karakorum, que se tornaria a capital de suas imensas possessões.

Até então, Gengis Khan havia limitado suas ambições à Ásia Oriental. Em 1219 iniciou a travessia das grandes cadeias montanhosas do Himalaia que isolavam os povos da Ásia Central e Oriental das civilizações da Ásia Ocidental. O exército mongol atacou a Pérsia e outros grandes centros muçulmanos. Em 1221, conquista Cabul, no Afeganistão.

Na tarefa de continuar a marcha para oeste, durante dois anos, levam o terror à Geórgia e às estepes do sul da Rússia, e sobem até a Criméia. Depois invadiram a Bulgária e chegaram ao mar Adriático, que banha as costas orientais da Itália. Mais ao norte chegaram até a Polônia. Seu alvo seguinte é o sul da Ásia. Numa batalha contra os remanescentes do reino dos hsia, os Tangout, Gengis Khan é golpeado e morre.

Gengis Khan faleceu no reino dos tangout, no sul da Ásia, provavelmente no dia 18 de agosto de 1227. Em local indeterminado, junto às montanhas sagradas dos borgigin, foi enterrado o “Imperador de Todos os Homens”.



publicado por pimentaeouro às 21:48
link do post | comentar | favorito
|

O Gordo?
 

Depreciativamente os clérigos de Coimbra cognominaram-no "O Gordo" apesar de ter sido inovador na sua época e um dos mais importantes reis da 1ª. deu um contributo importante para a consolidação da nação.

 

D. Afonso II de Portugal, nasceu em Coimbra a 23 de abril de 1185 e morreu em Santarém a 25 de março de 1223.

Foi o terceiro rei de Portugal, sendo filho de D. Sancho I com Dulce de Berenguer, também conhecida como Dulce de Barcelona e infanta de Aragão.

É conhecido na História de Portugal como D. Afonso II, o Gordo.

O Reinado de D. Afonso II 

D. Afonso II começou a reinar em 1212, após a morte de seu pai e, apesar de ser um homem debilitado fisicamente devido a uma doença variante da lepra, ele reinou de uma forma bastante inovadora para a época, centralizando em si os destinos do país.

Quando o seu pai morreu, deixou em testamento às suas irmãs Mafalda, Teresa e Sancha alguns castelos no centro do país (Montemor-o-Velho, Seia e Alenquer) e também as respetivas vilas, termos, acaidarias e rendimentos, designado-as rainhas dessas terras.

D. Afonso II

D. Afonso II

Assim, as infantas procuraram o reconhecimento da independência das suas terras, reunindo também tropas que se aliaram às suas causas.

Por isso, Afonso II teve de enfrentar uma forte oposição da nobreza e principalmente das suas irmãs conseguindo, no entanto, o reconhecimento da sua soberania por parte da Santa Sé, que concedeu no entanto poderes às infantas sobre as terras que eram suas por direito mas que pertenciam ao reino de Portugal, ficando assim o assunto resolvido.

Logo em 1211, no primeiro ano do seu reinado, D. Afonso II convoca as primeiras cortes portuguesas, as famosas Cortes de Coimbra.

Aí foram promulgadas as primeiras leis portuguesas visando principalmente temas como a propriedade privada, o direito cívil e a cunhagem da moeda.

Outra decisão resultante destas cortes foi o envio de embaixadores portugueses a diversos países europeus com o objetivo de estabelecer tratados comerciais.

Visto que as leis promulgadas centralizavam o poder no Rei, sendo que foi D. Afonso II quem nunca permitiu que existisse em Portugal um verdadeiro regime feudal, estas enfraqueciam muito a nobreza e o Clero.

Foi também nas Cortes de Coimbra que surgiu a primeira lei de desamortização. Esta lei decretava a proibição dos mosteiros e ordens religiosas de adquirirem bens fundiários, impedindo assim o clero, que nesta altura possuía já muito poder no país, de centralizar excessivo poder nas suas mãos.

Assim, com a existência de Portugal já firmemente estabelecida, Afonso II procurava minar o poder do clero, aplicando parte das receitas das igrejas em função de causas de utilidade nacional.

Esta atitude levou a um conflito diplomático entre a Santa Sé e Portugal, acabando D. Afonso II por ser excomungado pelo Papa Honório III.

D. Afonso II prometeu retificar os seus erros contra a Igreja, mas durante a sua vida nunca se preocupou muito com isso, acabando por morrer ainda excomungado.

O reinado de D. Afonso II ficou marcado por um novo estilo de governação, contrário à tendência belicista de seu pai e do seu avô. D. Afonso II não se preocupou em contestar as fronteiras de Portugal com a Galiza e Leão, nem procurou expandir o país para o sul.

Ainda assim, durante o seu reinado, mas não por sua iniciativa, Alcácer do Sal foi tomada aos Mouros em 1217, numa iniciativa de um grupo de nobres liderados pelo bispo de Lisboa. D. Afonso II preferiu antes consolidar a estrutura económica e social do país.

Mesmo assim, apesar de não ter tido preocupações militares com a expansão do território, D. Afonso II enviou tropas portuguesas para combaterem bravamente ao lado dos aragoneses, castelhanos e franceses, na célebre batalha de Navas de Tolosa, na defesa da Península Ibérica contra os muçulmanos.

Em 1220, D. Afonso II avançou com as Inquirições, que tinham como objetivo fazer um registo dos bens da coroa, principalmente nas zonas onde a usurpação dos bens régios era mais fácil e frequente.

Ainda em 1220, D. Afonso II lançou também as Confirmações, que tinham como objetivo ratificar todas as concessões e doações dos sucessores do rei, sendo que também aí foram enfraquecidos os poderes não reais.

Uma das principais inovações do reinado de D. Afonso II, foi a elaboração do primeiro registo oficial dos documentos régios, permitindo assim uma melhor organização dos serviços de chancelaria.

Morte do Rei D. Afonso II

Em 1223, quando tinha 57 anos, morreu em Santarém D. Afonso II, deixando um país sem as suas fronteiras ainda definidas, mas ficando o país muito mais organizado e com bases para se poder expandir de forma consistente, como viria a acontecer.

Quando morreu, D. Afonso II ainda não tinha resolvido o seu diferendo com o Papa e permanecia excomungado. No entanto, logo após o início do reinado do seu filho D. Sancho II, o conflito com a Igreja foi resolvido, e D. Afonso II pôde finalmente descansar “em paz” no Mosteiro de Alcobaça.

 

 

- See more at: http://www.historiadeportugal.info/d-afonso-ii/#sthash.fOjZx52W.dpuf

 



publicado por pimentaeouro às 18:28
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Domingo, 4 de Dezembro de 2016
Arte babilónica

 

 O rei Hamurabi construiu o Templo de Marduk, um templo erigido na cidade da Babilônia ao deus amorita Marduk (protetor de Babilônia).

 
 
Nesse templo adoravam a estátua de Marduk, que era rodeada por imagens de culto das cidades. Havia também no interior, um pequeno lago que foi nomeado Abzu, pai de Marduk. Todo o templo, foi completado na sua forma final por Nabucodonosor II e era o centro da Babilônia. Xerxes, rei persa, invadiu Babilônio em 482 a. C., saqueou a cidade e destruiu o templo. Anos depois Alexandre o Grande  ordenou que o restaurassem e o templo que continuou a ser frequentado durante todo o século II a.C., como um dos últimos redutos da cultura babilônica e da literatura na escrita cuneiforme, mas como a Babilônia foi gradualmente abandonada sob o Império Persa, o templo caiu em decadência no século I a.C.
 
Nesse templo ficava também o Código de Hamurabi.   É um monumento monolítico (pedra única) talhado em rocha de diorito  sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica. A estela foi encontrada por uma expedição francesa no ano de 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.
 
 

tags:

publicado por pimentaeouro às 21:43
link do post | comentar | favorito
|

4.500 mil milhões de anos... em 24 horas

Resultado de imagem para florestas carboniferas

 

Se imaginarmos a história da Terra, com os seus 4.500 mil milhões de anos comprimidos num dia de 24 horas, a vida começaria cedo, por volta das 4 horas da madrugada, com o aparecimento dos primeiros organismos unicelulares simples, mas depois não acontece mais nada durante as 16 horas seguintes.

Só quase às 20,30m, depois de terem passados cinco sexto do dia, é que o planeta tem alguma coisa concreta para mostrar ao Universo, uma fina camada de irrequietos micróbios.

Depois aparecem as primeiras plantas marinhas, seguidas, 20 minutos mais tarde das primeiras alforrecas e da enigmática fauna ediacarana. Às 21,04m entram em cena os trilobites seguidos mais ou menos pelos simétricos seres de Burgess Shale.

Pouco antes das 22,00m começam a surgir as plantas em terra. Pouco depois surgem os primeiros seres terrestres. Graças a uns dez minutos de clima ameno, à 22,24m a Terra está coberta das grandes florestas carboníferas, cujos resíduos nos fornecem todo o nosso carvão, e surgem os primeiros insectos voadores.

Os dinossários aparecem em cena pouco antes das 23,00m, caminhando pesadamente e aguentam-se até às 23,45m. Àos 21,00m para a meia-noite começa a era dos mamíferos. Os humanos surgem um minuto e dezassete segundos antes da meia-noite. Nesta escala a duração de uma vida humana dura apenas um instante.

Ao longo deste dia extraordinário, os continentes flutuam de um lado para o outro e colidem a um ritmo precipitado. Há montanhas que erguem de repente e outras que se fundem, bacias oceânicas que aparecem e desaparecem, glaciares que avançam e regridem.

Não faltaram várias extinções maciças; o planeta Terra é um lugar perigoso para se viver.

 


tags:

publicado por pimentaeouro às 12:48
link do post | comentar | favorito
|

Frio de rachar



publicado por pimentaeouro às 09:45
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 3 de Dezembro de 2016
O meu país #1

 

 

O tempo já me vai faltando, a vontade também, mas tenho que acertar contas com o meu país: deu-me uma língua rica, cultura que não me envergonha, boa poesia, um prémio Nobel da literatura, etc., mas… há tanta coisa que nunca deveria ter acontecido e que tenho atravessada.

Esperar de qualquer poema épico, Lusíadas incluídos, que seja fiel aos factos narrados, aos feitos hiperbolizados, é ingenuidade natural em criança ou adolescente. Que essa ingenuidade fique gravada na consciência colectiva de um povo, é doença e tem um nome: patologia ideológica.

As glórias do passado, os grandes heróis e as grandes conquistam, não o foram tanto, ou não foram mesmo: até o circunspecto Damião de Góis afirmou, sem qualquer fundamento, " das Colunas de Hércules à China e onde, por obra nossa todos conhecem a lei de Cristo": nem antes, nem depois, tal nunca aconteceu.

Esta vertigem por grandezas nunca acontecidas mantém-se pelos séculos afora, até hoje, sem que dai nos venha qualquer beneficio, pelo contrário.

 

Heróis, corsários e piratas

Quando o homem inventou o primeiro barco, inventou a seguir a pirataria marítima, extensão do que fazia em terra: brandos costumes nunca houve em parte alguma, excepto nalgumas escassas culturas e tribos que não praticavam a violência.

Quando os portugueses chegaram à Índia, em 1.500, não inventaram o corso, nem a pirataria que já lá se praticava e era coisa que nós vínhamos fazendo pela costa de África, desde o acto fundador das Descobertas - a conquista de Ceuta - que foi uma pilhagem e destruição em larga escala: o mote estava dado para o que se iria seguir, combater os infiéis... e arrecadar ouro, muito ouro e escravos: a ideologia religiosa da época (combate aos infiéis) era a justificação para a rapina . Com a mesma ideologia, os espanhóis cometeram barbaridades sem conta na América do Sul e também na Europa.

Temos a vulgar ganância, entre outra motivações, a bordo das caravelas do capitão ao moço de bordo, misturada com algumas virtudes.

Heróis, corsários e piratas, por vezes distinguiam-se com dificuldade, outras vezes tudo no mesmo personagem: violência e pilhagem eram para a mentalidade feudal «ganhar hora… e fortuna»: os feitos guerreiros, por muito controversos que tivessem sido, enobreciam o vencedor.

Todavia nem todos eram movidos pelo lucro e o enriquecimento, sempre houve quem defendesse os interesses do Rei e da pátria mas eram excepção .Contra a corrente dos acontecimentos e numa fase em que os sintomas de esgotamento e da decadência nacional eram já evidentes,  Camões escreveu os Lusíadas, obra ideologicamente conservadora e a pensar numa tença régia, conceito também da época, o que não invalida o valor literário da obra. Sebastião Gonçalves Tibau, nascido em Santo António do Tojal, embarcado para a índia na qualidade de soldado em 1605, desertou do serviço da Coroa (o que era frequente) tornando-se líder de uma república pirata. Sob o seu comando mais de 3 mil homens, uma imponente armada e numerosas peças de artilharia espalharam a violência e o terror nos mares de Bengala.

A historiadora Alexandra Pelúcia, baseada numa investigação histórica cuidada, conta-nos a história de Tibau e de outros corsários e piratas portugueses temidos por todos nos mares da Ásia.

Navios com velas desfraldadas sulcando as ondas do mar prontos para o combate, abordagens e assaltos violentos, vidas e acções entre-cortadas por combates de artilharia e duelos de esgrima travados corpo a corpo, tudo em prol da disputa das fantásticas riquezas que circulavam por aquelas paragens.

É este o cenário de Corsários e Piratas Portugueses que nos traz a história de homens como Vasco da Gama, Pedro Alvares Cabral, Afonso de Albuquerque e de outras figuras, descobridores de novas terras, conquistadores de praças em nome da Coroa, cuja actividade corsária, ao serviço de El-Rei, é praticamente desconhecida: não ligamos a saga dos «descobrimentos» ao corso e à pirataria, realidade comum a todas conquistas através dos séculos: as acções dos homens não são só virtuosas, bem pelo contrário.

Há um lado positivo que resultou dos «descobrimentos», uma revolução cultural que abalou o conhecimento antigo mas que entre nós passou quase despercebida, principalmente depois da Contra-Reforma e da inquisição.

No  século XVI a decadência do reino já era uma realidade que a mentalidade das classes dirigentes ignorava refugiando-se nas glórias do passado. No século XVII a decadência é total.

 



publicado por pimentaeouro às 21:43
link do post | comentar | favorito (2)
|

Diluviano

Resultado de imagem para diluvio

 

Depois de dois dias de chuva mais dois dias com mais chuva. É o diluvio, os Deuses querem afogar os humanos em água, estes preferem morrer afogados em vinho.

Júpiter nos acuda.


sinto-me:

publicado por pimentaeouro às 14:14
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
|

Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
César Borgia

A sua vida inspirou Maquiavel a escrever o Principe, modelo de político sem escrupulos, que foi livro de cabeceira de várias cabeças coroadas da Europa e não só.

Viveu no Renascimento, época de luzes e sombras, de papas corruptos: no Renascimento cunhava-se moeda nas igrejas e violavam-se mulheres.

 

Resultado de imagem para cesare borgia

 

 

César Bórgia (em italiano: Cesare Borgia; Roma, 13 de setembro de 1475 - Viana, 12 de março de 1507), foi um príncipe, cardeal e nobre italiano da Renascença europeia. O Duque de Valentinois era filho de Rodrigo Bórgia, eleitoPapa Alexandre VI em 1492, com Vannozza dei Cattanei[1]. Entre os seus irmãos estão Giovanni Bórgia, Lucrécia Bórgia e também Gioffre Bórgia. Além dos quatro mais conhecidos filhos de Rodrigo, existiram também meios-irmãos de mães desconhecidas, e entre eles está Pedro Luís de Borja e Girolama Borja.

Após o assassinato de seu irmão Giovanni, César abandona a carreira religiosa para tornar-se guerreiro, onde é nomeado Duque de Valentinois. César casou-se com a francesa Charlotte de Albret, e teve com ela uma filha, Luisa Bórgia. Conviveu com figuras ilustres como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, inimigos de sua família, de forma que ele chegou ao ponto de prender Da Vinci para que ele construísse armas para seu exército. Seu poder e influência enfraqueceram após a morte de seu pai, o papa Alexandre VI, e sua sucessão pelo papa Júlio II, notável inimigo dos Bórgias. César chegou a ser preso, mas escapou da prisão, e foi morto na cidade de Viana, na Espanha.

  

Vida

Nascido em Roma, em setembro de 1475, como a maioria dos segundos filhos da nobreza italiana, César foi educado em seus primeiros anos para se tornar um homem da Igreja[2], como seu pai fora. Indubitavelmente seu caráter não era de um religioso[3]. Como o pai, César foi um sensual, e suas ligações femininas são amplamente reconhecidas desde sua adolescência. Foi apontado como amante de sua irmã Lucrécia Bórgia, embora tal informação não possua grandes confirmações. [carece de fontes]. Ainda no que diz respeito às suas relações com os irmãos, é sabido que Césarnão era muito amigável com Giovanni. Sobre sua ordem de nascença, há uma versão que diz ser Giovanni o mais velho dos filhos de Rodrigo e Vanozza; mas devido a uma série de bulas emitidas após o assassinato do rapaz, não é possível confirmar a informação.

Abandona a carreira eclesiástica - à qual nutria pouco gosto, utilizando como justificativa o assassinato do irmão Giovanni, a quem deveria substituir nos assuntos temporais, já que Giovanni era capitão das forças militares do papado. Feito Duque Valentino em 1498 pelo rei Luís XII de França, que queria um papa aliado, César Bórgia tornou-se modelo para o livro O Príncipe, de Maquiavel[4], com quem conviveu durante um tempo. Calculista e violento, tentou, com o apoio do pai, constituir um principado na Romanha em 1501[5]. César também esteve próximo da ilustre figura de Leonardo da Vinci, que trabalhava para ele como engenheiro e arquitecto, e a quem ornecia ao mesmo passe ilimitado para inspeccionar e orientar toda a construção em andamento e planejadas em seu domínio.

No dia 31 de dezembro de 1502, para se livrar de seus inimigos - dentre eles, Oliverotto de Fermo, convidou-os para seu palácio de Senigallia, depois aprisionou-os e assassinou-os. Após a morte de seu pai, foi encarcerado sucessivamente pelo papa Júlio II e pelo rei de Castela[6]. Escapando daquele reino, serviu como soldado no exército de Navarra - cujo rei era seu cunhado. Foi assassinado aos trinta e um anos, no ano de 1507, em Viana, no Reino de Navarra[7]. Está sepultado na Iglesia de Santa María de Viana, Viana, Navarra na Espanha.[8]

No cinema, César Bórgia foi representado por Orson Welles no filme Prince of Foxes. Foi também interpretado porFrançois Arnaud na série The Borgias, de Neil Jordan, finalizada em junho de 2013. E, ainda, na versão europeia produzida por Tom Fontana, Borgia: Faith and Fear, o personagem vem sendo encarnado pelo ator Mark Ryder.[carece de fontes]

No jogo Assassin's Creed: Brotherhood, César Bórgia assume o papel de principal antagonista, sendo ele hipoteticamente um Templário, inimigo da família Auditore. [carece de fontes]



publicado por pimentaeouro às 21:40
link do post | comentar | favorito
|

Rachmaninov

 

 


tags: ,

publicado por pimentaeouro às 18:00
link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016
O que é isto?

Não, matarás

 

Prisão? Matadouro?


tags:

publicado por pimentaeouro às 17:13
link do post | comentar | favorito
|

1º. de Dezembro

Resultado de imagem para independencia de portugal

 

O actual governo repôs, e bem, este feriado que celebra um acto fundador. Hoje, a independência nacional pode parecer ter pouco significado, ninguém ameaça a nosso soberania excepto Bruxelas que dá como uma mão e tira com a outra, mas isso é outra história que está por contar.

O 1º. De Dezembro foi uma revolta palaciana, o povo não participou, contra o poder espanhol em Portugal (contra a Duquesa de Mântua, prima de Filipe IV e o secretário de Estado Miguel de Vasconcelos que foi morto e defenestrado.

Dizem que os conjurados foram 40 mas na realidade foram mais, cerca de 70.

Quanto a D. João IV, homem de confiança dos espanhois e dono de  imensa fortuna, teve que ser encostado à parede com a ameaça de uma republica de nobres, caso não decidisse aderir à revolta.

Convocadas as cortes e aclamado rei de Portugal, os concelhos foram aderindo à restauração e acabaram aqui as facilidades,. Seguiu-se uma  guerra intermitente de quase trinta anos com a Espanha até 1.668 e também na Índia e no Brasil contra holandeses, franceses e outros.

O golpe beneficiou das dificuldades que a Espanha atravessava com a Guerra dos 7 anos, revolta na Catalunha e agitação social.

As dificuldades continuaram e sucedeu a D. João VI o sue filho Afonso VI, cujo reinado foi muito controverso. A consolidação da monarquia dos Braganças não foi fácil mas a Restauração, com todas as vicissitudes que teve, mudou o destino de Portugal.

 


tags:

publicado por pimentaeouro às 11:38
link do post | comentar | favorito (1)
|

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
David Mourão Ferreira

 Resultado de imagem para david mourão ferreira

 

Nocturno

 

 O desenho 

redondo do teu seio 
Tornava-te mais cálida, mais nua 
Quando eu pensava nele...Imaginei-o, 
À beira-mar, de noite, havendo lua... 

Talvez a espuma, vindo, conseguisse 
Ornar-te o busto de uma renda leve 
E a lua, ao ver-te nua, descobrisse, 
Em ti, a branca irmã que nunca teve... 

Pelo que no teu colo há de suspenso, 
Te supunham as ondas uma delas... 
Todo o teu corpo, iluminado, tenso, 
Era um convite lúcido às estrelas.... 

Imaginei-te assim á beira-mar, 
Só porque o nosso quarto era tão estreito... 
- E, sonolento, deixo-me afogar 
No desenho redondo do teu peito... 

 


tags: ,

publicado por pimentaeouro às 18:43
link do post | comentar | favorito (1)
|

Terça-feira, 29 de Novembro de 2016
Cecília Meireles
 

 

 

 

 

 LUA ADVERSA

 

 Tenho fases, como a lua

Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!


Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...


tags: ,

publicado por pimentaeouro às 22:04
link do post | comentar | favorito (1)
|

Para onde vou ?

Resultado de imagem para encruzilhadas

 

O homem sobreviveu até aqui porque era demasiado ignorante para realizar os seus desejos. Agora que pode realizá-los, deverá, ou reformulá-los, ou perecer.

William Carlos Williams (1883-1963)

 

 

Sou um em 6 mil milhões, numa casa cada dia mais pequena, desorganizada e perigosa. Sou apenas uma gota de água num enorme oceano.

Que sei eu do mundo e da vida? Pouco mais do que nada. De predador para sobreviver  passei a destruidor e poluidor para consumir. Até quando? Pouco falta para começar a lutar pelas coisas mais básicas como a água e o pão.

Quanto mais tecnologia invento mais me  afasto da natureza que me gerou e do convívio social que faz parte da minha natureza. Não sei o sentido da mudança nem para onde me conduz e tudo o que construi é grande demais para a minha pequena dimensão. Aliás, a vida não tem e nunca teve sentido, apenas sei do seu fim anunciado.

De todos os perigos que me ameaçam; esgotamento dos recursos naturais, poluição generalizada, alterações climáticos, os arsenais de material de guerra são o perigo número um.

Como os habitantes da ilha de Páscoa, já iniciei o caminho do não retorno.

Nada disto saiu da minha cabeça, é o que me revela o saber acumulado.

 


tags:

publicado por pimentaeouro às 22:02
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
posts recentes

Simplex que Deus tem

Auto-retrato

Palácio nacional de Mafra

Efeitos colaterais

Quéops

Muito ouro pouco pão

Gengis Kan

O Gordo?

Arte babilónica

4.500 mil milhões de anos...

Frio de rachar

O meu país #1

Diluviano

César Borgia

Rachmaninov

arquivos
tags

???

ambição

amizade

amor

animais

antropologia

armas

arquitectura

arte

arte biografias

astronomia

ballet

biografias

biologia

blogues

café curto

carttons

ciência

cinema

civilização

clima

comunicação social

corrupção

criminosos

crise financeira

demagogia

demência

demografia

descobrimentos

desemprego

destino

diversos

doenças

dor

economia

eleiçoes

ensaio

ensino

escravatura

escultura

estado

estupidez

eternidade

ética

eu

eutanásia

evolução

família

férias

filosofia

futebol

genocídio

governo

greves

guerra

história

inquisição

internacional

justiça

literatura

livros

memória

miséria

morte

mulher

mulheres célebres

musica

natureza

natureza humana

paisagens

paleontologia

partidos políticos

patologia ideológica

pátria

pintura

planeta terra

pobreza

poesia

politica

regime político

religião

saudade

saúde

segurança social

sentimentos

sexo

sindicatos

sociedade

sonhos

tecnologia

terrorismo

terrorismo de estado

testamento vital

tristeza

união europeia

universo

velhice

vida

violência

xadrez

todas as tags

favoritos

De onde venho ?

Um fantasma

Arte de furtar

Deus existe? #2

Para onde vou?

Sou um San

O Século xx Português

Pater Famílias

Avesso dos Lusíadas #2

links
últ. comentários
Nunca saberemos porque motivos a civilização egipc...
Enquanto o tempo passa, parece-me às vezes que não...
O mundo está louco... de todo.
Aí está algo que gostaria de ver de perto! Devem s...
Tenho uma teoria, esta gente é marada da pinha!!!!...
É assustador que haja planos assim.
E que tal um desses para a Presidência da Europa (...
Agradeço o elogio. Acredite que sou e estou velho ...
Está cheio de sorte.
Uma amizade virtual pode ser a forma de iniciarmos...
Sorry, há pouco era eu, pensei que já tinha os dad...
Aqui não está tão mau...espero que passe e venha b...
Tem razão, Baco.
Baco... Baco...
blogs SAPO
RSS