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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
Templo dourado

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Domingo, 19 de Novembro de 2017
Gioconda

gioconda.jpg

 

Mona Lisa ("Senhora Lisa"[2]) também conhecida como A Gioconda[3] (em italianoLa Gioconda, "a sorridente"[4]; em francêsLa Joconde) ou ainda Mona Lisa del Giocondo("Senhora Lisa [esposa] de Giocondo") é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.

Sua pintura foi iniciada em 1503 e é nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos.

Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com sua maestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verá que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita. Historicamente, os conceitos de masculino e feminino estão ligados aos lados - o esquerdo é feminino, o direito é o masculino.[5]

A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, e é uma das suas maiores atrações.[1]

 


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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
Vênus de Willendorf

 

Vênus de Willendorf é uma estatueta com 11,1 cm de altura representando estilisticamente uma mulher, descoberta perto de Willendorf, na Áustria.
Foi desenterrada em 8 de agosto de 1908, pelo arqueólogo Josef Szombathy. Está esculpida em calcário olítico, material que não existe na região, e colorido com ocre vermelho.
Em 1990, após uma revisão da análise desse sítio arqueológico, estimou-se que tivesse sido esculpida há 22.000 ou 24.000 anos. Pouco se sabe sobre a origem, método de criação e significado cultural.
A Vênus faz parte da coleção do Museu de História Natural de Viena.


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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
Vénus de Laussel

 

venus de laussel.jpg

 

 

Fecha de origen: c. 25,000 A. E. C

-Lugar de descubrimiento: Cueva de Laussel, en Dordogne (Francia), el 1911.

-Material: piedra caliza monolítica con restos de pigmento de ocre.

Descripción objetiva:

Este relieve hallado en Dordogne, Francia, data aproximadamente del 25.000 a EC y fue descubierta a inicios del siglo XX. Representa a una mujer con una cornucopia, que los expertos divergen en interpretar, y muestra una técnica bastante distinta a los hallazgos pertenecientes a la misma época, por el hecho de ser un relieve de un tamaño un poco mayor.

Esta estatuilla-relieve está hecha en piedra caliza y mide unos 45 centímetros, y al haber hallado restos de ocre que seguramente decoraba la pieza, muchos expertos coinciden a decir que este pigmento rodeaba la figura, como en una especie de calendario lunar o relacionado con el ciclo menstrual, dado que la mujer –sin rostro- ahí representada, se está tocando el vientre.

El historiador Sigfried Giedion la describe como sigue:

“La figura y el bloque son inseparables y están entrelazados. En la posición que el artista escogió para el relieve, el bloque hace una especie de pendiente, lo que causa que la figura tenga la parte inferior echada para adelante (…), como si estuviera reclinada, con la parte superior de su cuerpo adentrándose en la piedra.”

Hipótesis sobre su significado:

a) Calendario lunar ligado a los ciclos menstruales:

Muchos historiadores consideran que esta estatuilla es una especie de calendario lunar o calendario relacionado con el siglo menstrual, dado los hallazgos de ocre y demás pigmentos esparcidos alrededor de la figura. La cornucopia en este caso simbolizará tanto la abundancia (fertilidad-sangre) como la Luna. Cabe destacar que la cornucopia tiene exactamente 13 estrías, la misma cantidad de lunas llenas que tiene el ciclo lunar completo.

b) La imagen de una especie de diosa de la fertilidad:

Citando Wikipedia: Esta estatuilla se relaciona “con una diosa de la fertilidad, en la que el cuerno representaría la cornucopia de la abundancia, los agujeros de la menstruación simbolizarían el ciclo de la naturaleza, y la mujer ofrece su vientre, sus senos y su vulva como generadores de vida. Esta explicación resulta muy accesible al gran público por lo que es muy aceptada, pero peca de presentista.”

c) La imagen de los dos géneros complementándose:

En este caso, se considera que la cornucopia es símbolo de lo masculino, y que ello complementa la mujer (en concreto sus atributos femeninos).

Actualidad:

Actualmente se conserva en el Museo de Aquitania, en Burdeos.

Libros en los que se puede leer sobre ella (en castellano):

Breuil, Henri, «El Paleolítico», en El Arte y el Hombre, volumen I, por René Huyghe. Editorial Planeta, Barcelona, 1965.

 


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Domingo, 8 de Outubro de 2017
Painéis de S. Vicente de Fora

Paineis de s. vicente.jpg

 

Os Painéis de São Vicente de Fora são uma obra composta por 6 painéis, criada pelo pintor português Nuno Gonçalves. Foram descobertos em finais do século XIX (1882), no Paço Patriarcal de São Vicente de Fora em Lisboa. Na altura estimou-se que a obra teria sido executada entre 1470 e 1480. Trata-se de uma pintura a óleo e têmpera sobre madeira e encontra-se exposta no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa.

Constitui uma obra-prima da pintura portuguesa do século XV na qual, com um estilo bastante seco mas poderosamente realista, se retratam figuras proeminentes da corte portuguesa de então, incluindo o que se presume ser um auto-retrato, e se atravessa toda a sociedade, da nobreza e clero até ao povo. A única figura imediatamente identificada foi a do Infante D. Henrique, já que uma imagem idêntica deste figurava na obra contemporânea Crónica da Guiné, de Gomes Eanes de Zurara, o que levou a concluir que as figuras retratadas pertencem ao período que antecedeu os Descobrimentos Portugueses.

Por não ter assinatura e datação imediatamente visíveis e inequívocas, esta obra revestiu-se de enorme mistério e fascínio por parte de várias gerações de estudiosos e académicos.

A autoria dos painéis foi descoberta por José de Figueiredo e atribuída a Nuno Gonçalves através da interpretação de um monograma revelado durante o primeiro restauro da pintura na década de 1930, localizado na bota da figura ajoelhada no Painel do Infante (presumivelmente D. Duarte) e que é coincidente com outras assinaturas utilizadas pelo autor em documentos e obras contemporâneas. Na altura correram várias teorias, nunca totalmente conclusivas, sobre a datação e o tema central do quadro, algumas das quais revestidas de polémica. Não se chegando a uma conclusão definitiva, aceitou-se de forma oficiosa a datação aproximada entre 1470 e 1480.

Uma investigação recente de Jorge Filipe de Almeida, levou a concluir que os painéis foram realmente pintados por Nuno Gonçalves mas em 1445 e representam não S. Vicente (que era a tese mais popular, não obstante várias discrepâncias iconográficas) mas sim o funeral simbólico de D. Fernando, o Infante Santo irmão de D. Duarte, que morreu exilado em Fez, Marrocos. O elemento principal que o fundamenta é uma assinatura sigilográfica visível no botim da criança do painel central (presumivelmente um jovem D. Afonso V), que quando invertida a 180º, revela as iniciais de Nuno Gonçalves, e a data de 1445 conforme era escrita na altura. Esta tese ganhou força após a realização da análise dendrocronológica aos painéis de carvalho do Báltico nos quais foi pintada a obra, conduzida pelo especialista em dendrocronologia Peter Klein, da Universidade de Hamburgo, e que confirmou por dados científicos esta datação aproximada.


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Quarta-feira, 5 de Julho de 2017
Arte Ming

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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
Arte africana

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Sábado, 17 de Junho de 2017
Arte indiana

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Domingo, 9 de Abril de 2017
Arte Nasca ou Nazda

ARTE DE LA CULTURA NAZCA


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Sábado, 4 de Março de 2017
Rosa negra

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Capa negra, rosa negra
Rosa negra sem roseira
Abre-te bem nos meus ombros
Como o vento numa bandeira.

Abre-te bem nos meus ombros
Vira costas à saudade
Capa negra, rosa negra
Bandeira de liberdade.

Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar.

 

Manuel Alegre


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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017
Flamenco

 

 


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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017
Vivaldi

 


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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017
Vida tão estranha

 


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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Trova do Vento que passa

 

 

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre

 

P.S.

Era o vento do anterior regime


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Domingo, 5 de Fevereiro de 2017
Vivaldi

 


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