Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015
Segunda-feira negra

 Resultado de imagem para cartoons capitalismo

 

Em mandarim. Não é a segunda edição da Grande Depressão de 29, nem nada que se pareça, mas é uma grande queda. As bolsas chinesas caíram quase a pique e as ondas de choque passaram pelo Japão e chegaram à Europa: todas a bolsas europeias caíram e a de Lisboa também.

Não foi uma lição de Mao às massas famintas, foi a primeira lição do capitalismo amigo… da onça. Os investidores e os especuladores correram a vender «produtos» financeiros antes que valessem menos: nada se perdeu, o que saiu do bolso de uns foi para o bolso de outros, que ficam à espera que a maré suba para venderem com lucros.

Desde o s+século XIX sabemos que é assim, mas h+a sempre patos dispostos a enviar o barrete. Isto tudo não seria muito grave se pelo meio não houvesse trabalhadores para o desemprego e pequenos investidores que ficaram sem o capital que investiram.

 

 

 



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Domingo, 19 de Julho de 2015
Tragédia em dois actos

 Resultado de imagem para ilhas gregas

 

Quem diria que a célebre frase “viver acima das possibilidades”, de Passos Coelho, se aplica principalmente aos gregos.

Primeiro acto: anestesiar o povo com o populismo mais desenfreado pago pelos cofres do Estado: subsídios, falso emprego, benesses de todos os géneros, uma orgia de Despesa pública.

Segundo acto: obras faraónicas, para turista ver, cujo símbolo mais emblemático foram a construção de estruturas e infraestruturas para os jogos Olímpico de 2.004    , que se alargaram até ao porto do Pireu.

Quem embolsou milhões e milhões de dracmas e euros que ainda estão a ser pagos pelo povo grego? Quem transferiu outros tantos milhões para paraísos fiscais, tudo sob o olhar complacente da U.E. que nunca viu nada e continuam impunes? Quando começam os gregos a pedir contas aos criminosos financeiros?

A cereja no bolo é a fakelaki  suborno nacional dos agentes do Estado, que todos praticam.

Como poderá a Grécia sobreviver a tanta loucura?

 



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Segunda-feira, 13 de Julho de 2015
O enforcado

La dureza del pacto amenaza con desatar una crisis política en Grecia

"El Grexit ya pertenece al pasado", ha dicho Tsipras en Bruselas

Acuerdo en Grecia

Alexis Tsipras y el ministro de Finanzas, Euclides Tsakalotos, salen de la reunión en Bruselas. / ERIC VIDAL (REUTER)

 

Salvado el último escollo –el fondo de privatizaciones de activos públicos tendrá su sede en Grecia, como reclamaba el Gobierno de Alexis Tsipras, y no en Luxemburgo-, la consecución de un acuerdo con los socios ha dado un fugaz alivio a Atenas, algo parecido a un espejismo de solución. La dureza de las medidas exigidas por los socios y, sobre todo, la aprobación por el Parlamento griego de las mismas –por la vía de urgencia, antes de este miércoles- amenazan con desencadenar una crisis política inmediata, dadas las diferencias existentes en el grupo parlamentario del Gobierno y la pérdida de su mayoría absoluta en la Cámara. La tramitación saldrá adelante gracias al apoyo de los tres partidos de la oposición proeuropea, pero, según la mayoría de las fuentes, con un alto coste político para el Ejecutivo.



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Sábado, 11 de Julho de 2015
Syriza 0 credores 10

 

Os gregos votaram maciçamente Não, não a mais austeridade mas valeu-lhe de pouco ou nada, foram abandonados por todos os Deuses. O governo cedeu aos credores e irá  aumentar os  impostos e fazer cortes nas pensões de reforma; a Grécia não é um pais independente, é um protetorado da troiKa.

Dito isto, convém não esquecer que os gregos estão habituados a regalias impensáveis e que o montante da dívida é astronómica,  uma mistura explosiva de negócios de milhões de milhões e eleitoralismo nunca visto; todos os problemas que a Grécia tem só são solúveis a médio e longo prazo.

A tragédia continua.

 



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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
Drama e tragédia

Resultado de imagem para bandeira grega 

 

Tudo junto. Todos os problemas da Grécia só se resolvem a médio e longo prazo. As receitas da troika estão a anos-luz de resolver aqueles problemas e a Grécia está a ser empurrada para um recuo de décadas.

Ninguém parece perceber que se o governo do Syriza falha a extrema direita cavalgará a onda da frustração e do desespero dos gregos e uma ditadura poderá  acontecer.

Os deuses livrem os gregos... e nós também.



publicado por pimentaeouro às 21:52
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015
Bancos 3, Syrisa 0

 

 

O garrote à Grécia deu os resultados esperados, o Syrisa cedeu e meteu as promessas eleitorais na gaveta.

Começou um novo drama, ou talvez  uma tragédia: tudo pode acontecer... de pior. Se o Syrisa implodir, a extrema direita poderá chegar ao poder, como tem acontecido noutros países. Vivemos uma época de cegueira política ou de «patologia ideológica», a doença que leva os homens a tomarem decisões contra os seus interesses colectivos: os políticos da U.E. estão atacados por aquela patologia e não percebem que é do interesse da U.E. salvar o Syrisa e depois tratar dos problemas da dívida, que são complicadíssimos.

 

 

Independente do Império Otomano em 1.821, no e no início de século XX envolveu-se em diversas guerras nos Balcãs. No século XX teve quase sempre períodos de grande instabilidade política e social e os últimos anos de democracia foram anos de farsa politica com a distribuição de benesses e privilégios para comprar votos, quer dizer, contribuíram para o descrédito da democracia num país sem tradições democráticas, que nada têm a ver com as instituições da Grécia Clássica. 

O desespero é péssimo conselheiro e desespero é coisa que não falta na Grécia. 

Para a Grécia é mau, para a U.E. poderá ser péssimo.

 



publicado por pimentaeouro às 13:22
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015
Conferência de Versalhes #2

 

A assinatura de um tratado tão severo causou choque e imensa desilusão na Alemanha. A população em geral descrevia como humilhação e desonra a aceitação por parte de seu próprio governo de tão severas e opressivas condições, sem ao menos um maior esforço em conduzir negociações de paz mais detalhadas ou planejadas. Claro, que ante tal clima de revolta, não faltaram os protestos e turbulências de ordem político-social ameaçando a própria estrutura do país.

A Conferencia de Versalhes foi uma pesada humilhação para a Alemanha, só as indemnizações financeiras de 132 mil milhões de francos ouro representavam 30 meses do PIB alemão, uma dívida impagável e abriu a porta à ascensão do nazismo.

Na Segunda Guerra Mundial, o Plano Marshall foi muito generoso com vencidos e vencedores e permitiu a recuperação económica de vários países europeus (Salazar também recebeu apoio financeiro): a imposição de condições draconianas a qualquer país não é bom remédio.

A U.E. continua a apertar o garrote à Grécia sem a mínima contemplação pela situação especial, única, deste país. As mesinhas da troika produziram apenas o agravamento dos complicadíssimos problemas da Grécia, que só têm solução a médio e longo prazo.

Com uma dívida pública impagável; um quarto da população activa desempregada; as Receitas do Estado em queda livre, uma subcultura de suborno e fuga aos impostos; a fuga de capitais que descapitaliza os bancos; etc. etc., parece que só por milagre o Syrisa conseguirá governar.

Se o Syrisa não for apoiado e não se arranjarem soluções especiais fora do quadro da troika, a alternativa ao Syrisa será, provavelmente a extrema direita mas depois será tarde.



publicado por pimentaeouro às 22:39
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015
À beira do abismo

Para onde vai a Grécia de Tsipras?

O problema grego é político. Não é a dívida. É a reforma do Estado e da economia.

A Grécia apanhou a Europa de surpresa em 2009 e continua a surpreendê-la. Historiadores, economistas e politólogos gregos sempre aconselharam os responsáveis europeus a conhecer um pouco melhor a História grega contemporânea. A questão da dívida ocupa quase toda a cena.

Mas a dívida é uma manifestação, não a raiz do problema. Para os historiadores, o "problema grego" não é económico mas político — diz respeito ao funcionamento do Estado. A questão não está nos gregos mas nas instituições. A reforma do Estado e da economia é o nó do problema.

O "sistema grego"
O "sistema grego" remonta ao século XIX. A Grécia emancipou-se do Império Otomano em 1829 e o novo Estado começou a ser criado por altos funcionários alemães que acompanhavam o primeiro rei, o príncipe Otão da Baviera. Foi imposto um modelo centralizador contra as resistências de uma sociedade que vivia num quadro político, institucional e cultural otomano.

"A construção prosseguiu dificilmente ao longo dos séculos XIX e XX, com avanços e recuos", resume George Prevelakis, especialista da geopolítica balcânica e embaixador na OCDE. "Para obter a aceitação das populações rurais e reprimir a sua recusa da modernidade política importada, o poder serviu-se do aparelho de Estado não apenas como instrumento de repressão mas como sistema de distribuição de uma espécie de renda ou tributo. A principal moeda de troca foi o emprego pelo Estado. Um lugar na administração traduzia-se num primeiro tempo pela submissão e, a seguir, em votos."

Este é o "pacto fundador" que, em grande parte, determinou os estigmas políticos e sociais da Grécia. A fuga ao fisco tornou-se em muitos casos numa prática "legal": a Igreja Ortodoxa, o maior proprietário do país, ou os grandes armadores estão constitucionalmente isentos. As profissões liberais estavam tacitamente isentas e passaram a protestar contra a "perseguição fiscal" imposta pela troika. "Se a Grécia tivesse um efectivo sistema fiscal, nos padrões da zona euro, a receita duplicaria", concluía em 2012 o economista Kostas Vergopoulos.

Para poder distribuir uma renda a um grande número de clientes, a elite política tinha de encontrar fontes de financiamento. Para manter um Estado pletórico era necessário sobrecarregar fiscalmente a economia que, em troca, desenvolveu uma cultura de fraude fiscal.

"Nunca sendo suficientes as receitas, foi necessário olhar para o estrangeiro, ontem para a Europa e os Estados Unidos, hoje para a Rússia e a China", anota Prevelakis. "As elites gregas aprenderam a explorar os sentimentos de simpatia para com a Grécia, assim como a situação geoestratégica do país para obter financiamento estrangeiro."

Nos últimos 40 anos, os dois grandes partidos, o Pasok, do clã Papandreou, e os conservadores da Nova Democracia reorganizaram em larga escala as redes de patrocínio. Andreas Papandreou, no poder após 1981, construiu um "socialismo a crédito", escreve o historiador Nicolas Bloudanis. Impôs-se politicamente pela capacidade de arrancar fundos europeus para alargar a sua base clientelar. "Mas não é o único responsável: a direita é tão estatista como o Pasok. A classe política grega sempre confundiu dramaticamente rendimento e empréstimos."

Ao clientelismo somam-se os privilégios corporativos de centenas de grupos sociais e económicos fechados — dos advogados aos camionistas — tal como uma miríade de taxas e isenções em benefício de grupos particulares. É uma "cadeia de direitos adquiridos" que modela e atravessa a sociedade.

Além da austeridade, a Grécia comprometeu-se a fazer uma reforma integral da sua máquina administrativa e da economia. Mas a maioria das medidas foram bloqueadas por poderosos grupos de interesses.

Leszek Balcerowitz, que dirigiu as reformas da transição na Polónia nos anos 1990, fez um apelo à UE sobre a crise grega: "Ser flexível na dívida mas intransigente nas reformas". Não o "perdão" da dívida que Tsipras pede mas uma maior flexibilidade na reestruturação. A mensagem seria "premiar as reformas não o populismo económico" e incentivar o crescimento — não pensando apenas na Grécia mas em países como Portugal, Espanha, Itália ou França. A confusão entre reformas e austeridade é perversa. As reformas não sacrificam a generalidade da população, apenas os interesses instalados.

Tsipras e o nacionalismo
A vitória do Syriza significou o desmoronamento do velho sistema bipartidário. Para onde vai a Grécia de Tsipras?


sinto-me:

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015
Dedicado a Passos Coelho

Dívida: Atenas já ganhou a batalha política



A “narrativa” alemã está desfeita. Batida e arrasada numa guerra-relâmpago pela excelente manobra da tropa de Tsipras. Como nota Sophie Coignard, no ‘Le Point’, Jean-Claude Juncker já prepara o enterro da “troika” e a dívida grega será reestruturada pois não há ninguém que se oponha a isso, excepto uma isolada Merkel, claro, a quem Obama, de resto, já leu a cartilha dos avisos. Bastava, aliás, a Obama ter sussurrado ao ouvido da “querida Ângela” uma palavra: Ucrânia… Ou seja, o que há um mês era “impossível”, segundo a “narrativa” dominante”, tornou-se, em escassos dias, algo muito desejável para (quase) toda a gente! A geopolítica faz milagres… Passos, Portas e a Albuquerque que não é Afonso é que ainda não perceberam! 

 



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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015
Só os cegos não vêm

Bruebel Cegos.jpeg

 

 

 

O Presidente Obama disse na CNN o que o bom senso manda dizer sobre a Europa mas que o autismo dos políticos europeus procura ignorar. Finalmente, alguém diz o óbvio. Obama percebe que o governo de Tsipras é a última oportunidade antes do caos. Deve ter olhado para o mapa e ficado siderado com a loucura alemã. A Grécia está no centro geográfico de três grandes conflitos actuais e é fronteira de uma Turquia de 80 milhões de habitantes, com umas poderosíssimas Forças Armadas (as maiores da NATO depois dos EUA…) mas cancerizada pelo islamismo radical.

Por isso e por toda a ligação entre Atenas e Washington desde a II Guerra, Obama percebeu que era urgente lançar um aviso a Berlim para que deixe de espremer a Grécia… A mensagem de Obama é simples: “Basta que já levaram muito e outros valores mais altos se levantam. Mudem de política, comecem a crescer e não arranjem problemas que depois não podem resolver”. 



publicado por pimentaeouro às 20:56
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Sábado, 31 de Janeiro de 2015
E agora? $3

 

Os Deuses atariçoaram os gregos. Como castigo deixaram a herança da fakelaki . A fakelaki - suborno - é uma instituição nacional: médicos do serviço público, juízes, polícias, funcionários públicos, etc., todos exigem o pagamento da fakelaki para prestar qualquer serviço ( admito que a fakelaki também exista no sector privado). O aparelho do Estado é lubrificado com a fakelaki.

Os gregos habituaram-se ao suborno que é uma subcultura assimilada pelo povo.

A corrupção que existe na Grécia não é criminosa como as máfias italianas mas é igualmente letal para a economia:  bloqueia o crescimento económico, e fomenta a incompetência: o Estado foi literalmente invadido pelo emprego partidário para tudo e para nada. Para complicar tudo isto, a Grécia tem 90.000 efectivos nas Forças Armadas (a Turquia é o inimigo ali ao lado), o triplo do que nós temos! Os Deuses castigaram os gregos segunda vez enviando-lhes a troika.

Talvez não seja por acaso que nos discursos Tsipras não faça referencias ao combate à corrupção. Como irá o Syrisa realizar a reforma do Estado?

A Grécia é um país especial, cerca de 80% do território é constituído por montanhas que  só permitem o cultivo da vinha e da oliveira e a pastorícia de cabras e ovelhas: a Grécia importa quase tudo o que come. Por outro lado, possui cerca de 230 ilhas habitadas o que implica a multiplicação de serviços públicos em muitas delas.

As medidas do novo governo são o oposto do programa da troika e a renegociação da dívida tem sido tabu para a senhora Merkel, todavia parece que terá de haver cedências mutuas, pois a senhora Merkel arrisca-se a ficar com um governo grego de estrema direita no colo.

Numa coisa Tsipras tem razão, deve ser convocada um conferencia da U.E. para discutir o problema da dívida: Passos Coelho devia apoiar esta medida com as mãos e com os pés.

 

 



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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015
E agora? $2

 

Na Grécia o PIB caiu 25%, o desemprego subiu 25%, a economia está de rastos, a miséria atinge milhões de pessoas, a classe média está moribunda. Para que Alexis Tsipras  cumpra as suas promessas eleitorais é necessário que Cristo desça novamente à terra.

Os economistas dizem que serão necessários 15 anos para a economia recuperar ao nível de 2.011: para quem está desesperado um mês é muito tempo, quinze anos é a eternidade. A Grécia foi atingida por uma bomba atómica.

 A Grécia contraiu empréstimos a 4%, 7%, 10%  e mais e os bancos que emprestaram são financiados pelo BCE a 0,05%! Que quererá perder um negócio destes? Afinal as crises são excelentes para se fazerem fortunas da noite para o dia.

As ondas de choque na Europa são outras: estimulados pela votação no Siryza partidos de extrema esquerda e de extrema direita poderão prosperar, há terreno fértil para isso: o ovo da serpente poderá chocar novamente.

 



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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015
E agora?

Syriza chegou a acordo com partido anti-troikaGregos Independentes

Alexis Tsipras teve o primeiro encontro com o partido de direita Gregos Independentes. E chegou logo a acordo. O Presidente vai nomeá-lo primeiro-ministro ao início da tarde.

 

Começou o braço de ferro entre o Syriza e a troika. Quem vencerá? Normalmente a corda parte pelo lado mais fraco, dentro de poucos meses saberemos quem venceu.

O PIB caiu 25%, o desemprego tem uma taxa de 25%, a economia está de rastos. A Alemanha do pós-segunda guerra que recuperou com doses maciças de dólares mas hoje os donos do dinheiro são outros muito diferentes,



publicado por pimentaeouro às 21:19
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015
Que futuro?

 

Sem aprofundar muito, «reindustrializar» ou reanimar a economia como, se as industrias são montadas nos países (tantos) de baixos salários, sem Estado Social e impostos baixos?
Por cá importamos aquela produção a baixos preços que  aumenta o desemprego e arruína as empresas que  ficaram: uma serpente de rabo na boca. A globalização, como tudo o que sai da cabeça do homem, tem dois lados, este é o lado negro, resta saber para que prato da balança pende a avaliação das suas vantagens e desvantagens.

Saímos de uma época de certezas e garantias para uma época de incertezas, de futuro desconhecido: uma época de maus augúrio.

Se pensarmos que a especulação financeira e as crises que provoca só foram possíveis com a globalização talvez seja fácil fazer o balanço.

 

Os «programas» da casa e da U.E. para supostamente combaterem o desemprego são assobiar ao vento.



publicado por pimentaeouro às 13:17
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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2014
Despedida em grande...

O PSI20 fechou o ano a cair 26,84% para 4.798,99 pontos, a quarta pior prestação a nível mundial do ano, além de ter perdido duas das suas cotadas, o BES e o Espírito Santo Financial Group (ESFG).

Além dos dois títulos que deixaram de ser negociados no principal índice da praça lisboeta (PSI20), após o colapso do império Espírito Santo - o ESFG era o maior acionista do Banco Espírito Santo (BES) - o ano de 2014 foi negro para uma série de cotadas que perderam grande parte do seu valor, com a Portugal Telecom (PT) à cabeça.

A operadora de telecomunicações liderou a lista de desvalorizações ao baixar 73% em 2014, seguida pelo BCP, que caiu 61%, e pelo Banif, que regrediu 46%.

Seguiu-se-lhes a Jerónimo Martins, um dos pesos pesados do mercado português, que desceu 42% em apenas 12 meses.

A Mota-Engil caiu 39%, a Galp Energia (outro dos títulos com maior peso sobre o PSI20) desvalorizou 29% e a Impresa recuou 28%.

 

P.S. 

O último a sair que apague a luz.

 



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