Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017
Só ?

A Coreia do Norte ameaçou hoje "afundar todo o território" dos Estados Unidos, caso a administração de Donald Trump tente invadir o país asiático, no âmbito das tensões permanentes entre as duas partes.

O regime de Kim Jong-un lançou a ameaça através dos meios oficiais, fazendo-a coincidir com o Dia Nacional do Exército Naval e depois de ter avançado, no sábado, com um mais um teste de mísseis balísticos de curto alcance.


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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017
Demagogia

O governo propõe-se reduzir 200 milhões de euros no IRS do próximo ano, medida que beneficiará milhares de famílias.

O Bloco de esquerda não quer ficar a trás e propõe um redução de... 600 milhões de euros. Em véspera de eleições no Bloco vale tudo para ganhar votos: lata não lhes falta. 


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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017
Torrar (o nosso) dinheiro

Resultado de imagem para praça do saldanha

 

Com a reforma do IMI as autarquias dos principais centros urbanos ficaram a nadar em dinheiro, as outras, cerca de 80%, eram pobres e continuaram pobres.

Se há zonas de Lisboa que não precisam de obras a Praça do Saldanha e a Av. da República é uma delas mas foi aqui, entre outros sítios, que a município resolveu gastar umas centenas de milhares de € em obras que ninguém entende: a Av. da República é uma das principais saídas de Lisboa com transito e tinha dois faixas laterais com estacionamento de ambos os lados, também a praça do Saldanha tinha estacionamento dos dois lados. Agora, no lado direito de quem sobe ficou apenas uma estreita faixa com estacionamento horizontal, cerca de 70% menos e uma ciclovia para os ciclistas apanharem com a poluição dos carros e a Praça do Saldanha deixou de ter saída para a Av. 5 de Outubro.

É assim que o presidente da câmara espera ganhar as próximas eleições, torrando o nosso dinheiro.


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Terça-feira, 12 de Julho de 2016
Às armas, às armas!

A selecção de futebol aterrou na Portela e rumou para Belém onde foi recebida pelo Presidente da Republica. Notícia  o jornal Público e faz da notícia nota de redacção que Marcelo chamou a selecção “Nação Valente”.

Admito que o povo está com febre mas Marcelo manifesta evidentes sintomas de incontinência verbal. A “Nação Valente” que referiu não passa de verborreia, de uma bravata inconsequente.

Quando em 1.890 a monarquia pariu o mapa cor de rosa que pretendia ligar Angola a Moçambique – na ausência completa de meios para concretizar aquele absurdo – a Inglaterra fez um Ultimato ao governo de Lisboa para engolir o sapo.

Os republicanos espremeram aquela galinha de ovos de ouro e até fizeram um hino que, anos mais tarde a Primeira Republica maquilhou e ficou como o Hino Nacional até hoje.

O disparate do Hino Nacional está à altura do mapa cor de rosa: contra os canhões marchar, marchar. Contra os canhões de que país?

Segue essa prosa lunática que dá pelo nome de Hino Nacional:

 

Letra de “A Portuguesa”

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!



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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
Frases célebres

Eu serei o maior e o melhor presidente que Deus alguma vez criou.

 

Donald Trump

 

P.S.

Se este filho... da mãe for eleito presidente dos EUA emigro para a Antárctida.


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Sábado, 12 de Setembro de 2015
E agora Passos?

Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça e candidata a deputada do PSD por Lisboa, revelou esta sexta-feira que “o combate à evasão fiscal é uma boa base contributiva” para financiar os cortes de 600 milhões no orçamento da Segurança Social. Foi a primeira vez que uma figura de relevo da coligação PSD/CDS assumiu qual pode ser a proposta para atingir aquela poupança com a qual o Governo se comprometeu com Bruxelas. Ao que o PÚBLICO apurou, a maioria equaciona várias hipóteses de financiamento das futuras pensões.

Ao colocar esta proposta em cima da mesa, a coligação pode estar a tentar minimizar o impacto negativo da ideia de aplicar cortes nas pensões em pagamento, possibilidade que foi admitida pela ministra das Finanças há quatro meses.

No debate de quarta-feira Passos negou a pés juntos que não havia nenhum corte deste valor nas pensões, é bom que os reformados não se esqueçam disto até ao dia e de Outubro.


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publicado por pimentaeouro às 11:48
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Sábado, 28 de Março de 2015
Caiu-me o queixo!!!

Passos antevê Portugal como uma das nações mais competitivas do mundo

 


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Terça-feira, 10 de Março de 2015
Sem palavras


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Domingo, 1 de Março de 2015
Relativizar?

A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, defendeu hoje, em Trás-os-Montes, que os jovens têm mais oportunidades do que antigamente e que é preciso relativizar o fenómeno da emigração jovem. 

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ministra-das-financas-diz-que-e-preciso-relativizar-emigracao-jovem=f912922#ixzz3TBGiGAZR

 

Ó senhora ministra explique lá muito bem o que é «relativizar o fenómeno» porque eu sou burro muito burro.

Há emigração? Não há emigração? Diga preto no branco sim ou não porque o politiques é só para o Conselho de Ministros.


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publicado por pimentaeouro às 23:44
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Sábado, 6 de Dezembro de 2014
Síndorma da febre eletoral

 

Depois do ministro da economia ter descoberto o Portugal sexy agora foi a vez de Passos Coelho: Portugal tem que ser um país inovador, o mais inovador de todos.

Não faz por menos, a combinação da megalomania nacional com o síndroma da febre eleitoral produz estas pérolas.

Irra que é de mais, não há pachorra para tanta asneira!

 



publicado por pimentaeouro às 21:16
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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014
Mensageiro das más notícias

 

 

 Decididamente sou o mensageiro das más notícias. Na  Pérsia antiga já me tinham cortado o pescoço, no anonimato da blogosfera não corro esse risco, quando muito os visitantes vão para outras paragens menos agoirentas.

A propaganda do governo ultrapassa, de longe, a propaganda de Salazar. Agora temos o folhetim da saída limpa, pós troika, ou do programa cautelar, todos os dias há uma versão diferente e com nuances: saída limpa, meio limpa, programa cautelar meio programa, etc.

Conversa fiada para inglês ver. Que decide é Bruxelas e quem manda em Bruxelas são os «mercados» financeiros.

A agência Moody´s já pôs tudo em pratos limpos: não interessa para nada discutir como vai ser o pós troika, Portugal vai ter austeridade “por muitos e muitos anos”.

Pelas minhas contas, feitas de cabeça, com o lápis atrás da orelha, pelo menos dez anos ninguém nos tira, ao fim do décimo ano logo se vê como será.

Roça o crime público que nem governo, nem Assembleia da República, nem partidos políticos assumam esta realidade e, pelo contrário, continuem a esconder a verdade ao país.

É o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos e netos que está em jogo e todos temos o direito de saber o que nos espera.

 



publicado por pimentaeouro às 20:32
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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014
A abjecção das praxes

A abjecção das praxes

A praxe mata, às vezes o corpo, mas sempre a cabeça.

É-me pessoalmente repugnante o espectáculo que se pode ver nas imediações das escolas universitárias e um pouco por todo o lado nas cidades que têm população escolar, de cortejos de jovens pastoreados por um ou dois mais velhos, vestidos de padres, ou seja, de “traje académico”, em posturas de submissão, ou fazendo todo o género de humilhações em público, não se sabe muito bem em nome de quê.

Há índios com pinturas de guerra, meninas a arrastarem-se pelo chão, gente vestida de orelhas de burro, prostrações, derrame de líquidos obscuros pela cabeça abaixo, e uma miríade de signos sexuais, e gestos de carácter escatológico ou coprológico, que mostram bem a fixação dos rituais da praxe numa idade erótica que o dr. Freud descreveu muito bem.

Talvez pelas alegrias de ser vexado, o objectivo do coma alcoólico é muito desejado e o mais depressa possível. De um modo geral está quase tudo em adiantado estado de embriaguez, arrastando-se ao fim do dia pelos sítios mais improváveis, bebendo aquelas bebidas como os shots que são o atestado de que não se sabe beber, um álcool forte seja ele qual for, absinto, vodka ou cachaça e um licor ou sumo ultradoce para ajudar a engolir. Os nomes dos shots, do popular “esperma” ao “orgasmo”, passando pelo B-52, “bomba atómica”, "vulcão”, “bomba”, “Singapura”, “broche”, “inferno”, “chupa no grelo”, "Kalashnikov”, “levanta-mortos” ao “vácuo” (muito apropriado), fazem parte da cultura estudantil da Queima e da praxe. Por cima disso tudo, hectolitros de cerveja, a bebida que o nosso diligente ministro da Economia conseguiu retirar da proibição de servir bebidas alcoólicas a menores, um exemplo do que valem as ligações políticas de um gestor no seu sucesso como empreendedor.

A praxe mata, já tem matado, violado e agredido, enquanto todos fecham os olhos, autoridades académicas, autoridades, pais, famílias e outros jovens que aceitam participar na mesma abjecção. Já nem sequer é preciso saber se os jovens que morreram na praia do Meco morreram nalguma patetice da praxe, tanto mais que parece terem andado a seguir uma colher de pau gigante, fazendo várias momices, uma das quais pode ter-lhes custado a vida. Eu escreveria, como já escrevi noutras alturas, o mesmo, houvesse ou não houvesse o caso do Meco. (Aliás, é absurdo e insultuoso para a dignidade de quem morreu o espectáculo de filmes de telemóvel e entrevistas que as televisões têm passado, mas isso é outro rosário, da nossa estupidificação colectiva…)

Tenho contra a praxe todos os preconceitos, chamemos-lhe assim, para não estar a perder tempo, da minha geração. A praxe quando estava na faculdade era vista como uma coisa de Coimbra, um pouco antiquada e parola, de que, felizmente, no Porto e em Lisboa não havia tradição. No Porto, onde estudava, havia um cortejo da Queima das Fitas e a percentagem de estudantes vestidos de padres com capa e batina aumentava por uma semana, mas durante o ano era raro ver tal vestimenta. A situação era variável de escola para escola, mas a participação em actividades ligadas com a praxe era quase nula. Aliás, qualquer ideia de andar a “praxar” os estudantes do primeiro ano era tão exótica como a aparição de um disco voador na Praça dos Leões. Infelizmente muitos anos depois, apareceu uma verdadeira flotilha. Em Lisboa, muito menos, nada. Depois, outro enxame de discos voadores com padres de capa e batina.

Quando se deu a crise em Coimbra em 1969, a contestação à praxe acentuou-se, embora algumas “autoridades” da praxe, como o dux veteranorum,tenham apoiado a luta estudantil. Se em Coimbra a Queima das Fitas foi contestada, porque violava o “luto académico”, no Porto, as tentativas de a manter acabaram em cenas de pancadaria com grelados e fitados até que progressivamente desaparecerem do mapa. Tornava-se então evidente que o nascente conflito sobre a Queima no Porto se tinha tornado politizado entre uma universidade que as autoridades da ditadura cada vez menos controlavam e a tentativa de encontrar, por via da praxe, uma forma de resistência ao movimento associativo e estudantil. As últimas lutas mais importantes no Porto, como a contestação do Festival dos Coros, com as suas prisões em massa, tinham colocado as praxes e a Queima das Fitas do lado do regime e provocaram um longo ocaso das suas manifestações. Até um dia.

Eu participei nessas escaramuças políticas, mas também culturais, e escrevi alguns panfletos, incluindo um, Queimar a Queima, que circulou pelas três universidades em várias versões e edições. Mas, na luta contra a praxe, tornava-se cada vez mais evidente já nessa altura que estava em causa não apenas a conjuntura desses anos de brasa estudantis, mas também uma recusa da visão lúdica e irresponsável da juventude, e que, se se tratava de um rito de passagem, era para a disciplina da ordem e da apatia política. Rallies, touradas, bailes de gala, beija-mão ao bispo na bênção das pastas – tudo acompanhado pelas autoridades académicas muito contentes com a “irreverência” dos “seus” jovens, quando ela se manifestava naquelas formas – eram muito mais uma introdução à disciplina do que o despertar de qualquer consciência crítica. No fundo, o que se pretendia era que houvesse uma “explosão” de inanidades, a que depois se seguiria a disciplina da vida adulta, casamento, emprego, família e filhos, ordem social e hierarquia.

Ao institucionalizar a obediência aos mais absurdos comandos, a humilhação dos caloiros perante os veteranos, a promessa era a do exercício futuro do mesmo poder de vexame, mostrando como o único conteúdo da praxe é o da ordem e do respeito pela ordem, assente na hierarquia do ano do curso. Mas quem respeita uma hierarquia ao ponto da abjecção está a fazer o tirocínio para respeitar todas as hierarquias. Se fores obediente e lamberes o chão, podes vir a mandar, quando for a tua vez, e, nessa altura, podes escolher um chão ainda mais sujo, do alto da tua colher de pau. És humilhado, mas depois vingas-te. 

Nos dias de hoje continua para mim evidente o papel deste tipo de rituais na consolidação de uma vida essencialmente amorfa e conservadora, desprovida de solidariedade e intervenção social e política, subordinada a todos egoísmos e disponível para todas as manipulações. Aliás, a evidente ausência do movimento associativo estudantil da conflitualidade dos dias de hoje e a fácil proliferação das “jotas” nessas estruturas, tanto mais eficaz quanto diminui a participação dos estudantes em qualquer actividade que não seja lúdica (numa recente eleição na Universidade do Porto para um universo de 32000 estudantes participaram 2000, em contraste com uma muito maior mobilização dos professores num processo eleitoral do mesmo tipo), acompanham a generalização da submissão à praxe. De facto, a praxe mata, às vezes o corpo, mas sempre a cabeça.

 

 

Pacheco Pereira Historiador



publicado por pimentaeouro às 17:13
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Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014
Candido ou o optimismo
O discurso do poder hoje assenta num rito de passagem. Estamos em 2014, o nosso ano da “libertação do resgate”, o nosso 1640, o ano em que a troika se vai embora. Este é o tempo, que culmina com um rito de passagem, porque o momento lustral de recuperação da “soberania” tem data. Por isso, acentua-se o momento da “passagem”, para festejar um resultado e anunciar uma nova aurora. É tudo ficção, porque não há nenhuma mudança substancial a ocorrer em Maio de 2014, vamos continuar presos àquilo a que já estamos presos, seja pela troika, seja pelo direito de veto de Bruxelas aos Orçamentos, seja pelo Pacto Orçamental, mas é uma ficção útil, instrumental. Festejemos.


Para que é que serve este tempo até Maio? Para nos dizer que até lá temos que aceitar tudo, em particular esse Orçamento e as suas sucessivas revisões, cujo conteúdo miraculosamente não entra no discurso oficial, a não ser como o “instrumento necessário” para o fim do resgate, ou seja, uma coisa neutra e menor. Discute-se e fala-se muito de uma coisa etérea, os “sinais da retoma”, e quase nada sobre uma coisa dura e sólida, o Orçamento que aumenta e muito a austeridade para 2014. Quando vejo alguém centrar o seu discurso nos “sinais da retoma” já sei ao que vem, e já sei aquilo de que não vai falar.


Do blogue Abrupto


publicado por pimentaeouro às 23:32
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