Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
Eleições

Resultado de imagem para ali baba e os 40 ladrões


sinto-me:
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publicado por pimentaeouro às 13:42
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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017
Eleições em Angola

Resultado de imagem para urnas de voto

 

Os angolanos ainda tem que comer muito pão que o Diabo amassou até terem um regime democrático.


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publicado por pimentaeouro às 18:46
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Não sei onde moro

Vivo na freguesia de Arroios há mais de quarente anos mas quando recebo, em vésperas de eleições, o luxuoso boletim da junta não sei onde moro tantos são os melhoramentos.

Diz a junta que as 230 ruas da freguesia são lavadas todos os meses: diz-me a memória que não se lembra de tal acontecer há muitos anos, seguramente há mais de duas década para uma só lavagem.

Diz a junta que a equipa de Higiene Urbana recolhe lixo 7 dias por semana, coisa que nunca vi  acontecer em 40 anos.

Dispenso-me de referir outros melhoramentos imaginários ou insignificantes.

Demagogia tem limites? Em campanhas eleitorais não.


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publicado por pimentaeouro às 16:29
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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017
Ganhou o quê ?

Ganhou Macron e  os partidos tradicionais foram eclipsados. Os votos em Le Pen são os votos do descontentamento e do medo, medo do desemprego, medo dos imigrantes e talvez outros medos.

O que ganhou Macron? Faltam as legislativas e mesmo que volte a ganhar terá uma maioria na Assembleia sem disciplina de voto. Como poderá governar e até onde irá Lepen ?

A Europa respirou de alívio mas ainda é cedo para ficar descansada, a implusão do sistema político frances nao é uma boa notícia.


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publicado por pimentaeouro às 18:51
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016
Complicado

Esta segunda-feira que Donald Trump será, ao que tudo indica, eleito ‘oficialmente’ presidente dos EUA. É que a eleição do dia 8 de novembro serviu apenas para escolher os ‘grandes eleitores’ que agora, no Colégio Eleitoral, votam verdadeiramente no próximo presidente dos Estados Unidos. O voto no Colégio Eleitoral é, habitualmente, uma mera formalidade, já que os ‘grandes eleitores’ são regra geral fiéis ao partido que os elege. Mas nem sempre é assim. E se é verdade que ninguém acredita num ‘chumbo’, também é verdade que nunca antes houve tanto destaque em relação a este órgão.

Importa assim perceber o que vai acontecer esta segunda-feira nos Estados Unidos, como vai ser oficializada a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA e que polémicas ainda perduram.

 

O que é o Colégio Eleitoral?

O sistema eleitoral dos Estados Unidos não é igual ao português. Quando os americanos votaram, no dia 8 de novembro, não estavam a votar diretamente em Donald Trump ou em Hillary Clinton, mas, sim, na lista de ‘grandes eleitores’ apresentada no seu estado pelo Partido Republicano ou pelo Partido Democrata. Cada estado tem direito a um determinado número de ‘grandes eleitores’ — o mais representado no Colégio é a Califórnia, com 55 lugares, e no outro extremo está um conjunto de estados mais pequenos, que contam apenas com três assentos cada um — e esse número de lugares por estado depende da população e da representatividade no Congresso. Para preencher os 538 lugares deste órgão, cada partido político apresenta uma lista de pessoas em cada estado, escolhidas entre os seus membros mais notáveis. Alguns partidos, mais pequenos, não conseguem garantir um número suficiente de ‘grandes eleitores’, pelo que se apresentam a votos apenas em alguns estados.

O conjunto dos ‘grandes eleitores’ que vencem em cada estado constitui, depois, o Colégio Eleitoral. Em quase todos os estados, o partido vencedor leva a totalidade dos ‘grandes eleitores’ para o Colégio Eleitoral, não importando a percentagem de votos que o partido obteve. Por exemplo, na Califórnia, o Partido Democrata venceu com cerca de 62% dos votos, mas levou todos os 55 ‘grandes eleitores’. Apenas em dois estados — o Maine e o Nebraska — é que estes eleitores são escolhidos de forma proporcional ao resultado do voto popular, podendo esses estados levar representantes dos dois partidos.

É depois a este Colégio Eleitoral que cabe a escolha do presidente e do vice-presidente, mas a votação é habitualmente um pro forma, já que os casos de eleitores que não votaram no seu partido são muito raros.


O sistema do Colégio Eleitoral tem sido muito contestado pelos manifestantes anti-Trump (Photo by Mark Makela/Getty Images)

Como funciona a votação?

Na primeira segunda-feira depois da segunda quarta-feira de dezembro (ou seja, esta segunda-feira), os 538 ‘grandes eleitores’ reúnem-se nas capitais dos respetivos estados — nunca se juntam todos no mesmo local ao mesmo tempo. Nessa reunião, votam no candidato que desejam para ocupar os lugares de presidente e vice-presidente dos EUA. Quem obtiver pelo menos 270 votos em todo o país vence.

O momento da votação não é igual em todo o país. Em alguns estados, o voto é secreto e feito através de um boletim em urna fechada. Noutros, os ‘grandes eleitores’ anunciam em voz alta o seu voto. Mesmo a própria cerimónia é diferente nos vários estados: em alguns, há um ritual elaborado e prolongado, enquanto noutros acontece apenas um ato mais discreto — não há regras definidas para o funcionamento do Colégio. No final, cada eleitor assina seis documentos: um enviado ao presidente do Senado, dois para a Secretaria de Estado do respetivo estado, outros dois para ficarem arquivados e um último é enviado a um juiz.

Os votos são oficialmente contados no dia 6 de janeiro, pelo Congresso. Na eventualidade (pouquíssimo provável, diga-se, já que os ‘grandes eleitores’ são conhecidos pela lealdade que mantêm ao seu partido) de nenhum dos candidatos reunir 270 votos, seria a Câmara dos Representantes a votar para escolher o novo presidente.

Quando vamos saber os resultados?

Visto que os 538 membros do Colégio Eleitoral não se reúnem todos ao mesmo tempo no mesmo local, mas, sim, nas capitais de cada estado a horas diferentes, os resultados da eleição serão conhecidos ao longo do dia. Os resultados deverão começar a ser divulgados poucos depois das 15h00 de Lisboa (10h00 em Nova Iorque), e a votação deverá estar concluída por volta da meia-noite em Portugal continental (altura em que terminam as votações nos estados mais distantes, como o Havai).


Os certificados de voto são contados pelo Congresso, em janeiro (Imagem: Chip Somodevilla/Getty Images)

Quem faz parte do Colégio Eleitoral?

Este ano, há 306 republicanos e 232 democratas no Colégio Eleitoral, resultado da vitória de Donald Trump em 31 dos 50 estados norte-americanos. Entre eles, há desde figuras ilustres da política norte-americana — como Bill Clinton, que é um d0s ‘grandes eleitores’ nomeados pelo estado de Nova Iorque — a outros menos conhecidos, como líderes partidários locais. Os eleitores são escolhidos em cada estado de formas diferentes e em momentos distintos do ano em que há eleições — em alguns estados, as listas são formadas logo no início do ano, enquanto noutros os ‘grandes eleitores’ só são escolhidos em outubro, muito perto do dia da eleição.

 

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publicado por pimentaeouro às 17:19
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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013
Aparências

O pântano autarquico abanou levemente com algumas novidades que fugiram ao controlo das máquinas partidárias mas é cedo para tirar conclusões e saber se algo mudará.

A vitória do PS foi mais aparente do que real, ganhou mais câmaras com menos votos do que nas eleições de 2.009, o crescimento do PCP, embuçado de CDU para enganar distraidos, é minguada face à dimensão do voto de protesto e é um partido acantonado no Alentejo, regional, portanto.

O abanão fez-se sentir, principalmente, na Madeira, onde Jardim já não é o que pensa.

Quanto ao voto de protesto foi principalmente para os independentes, as abstenções e residualmente para os partidos do arco... do tacho. Com as aparências o Bloco de Esquerda evaporou-se.

Numa coisa parece não haver aparências, as consequências políticas, a nível nacional, destas autarquicas serão resuzidas, a menos que a coligação abane.

Resumindo, vamos esperar... o que decide a troka. 


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publicado por pimentaeouro às 13:40
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Terça-feira, 25 de Junho de 2013
Dinossauros... salta-pocinhas

 

 

A lei de limitação de mandatos foi feita… para limitar mandatos dos presidentes de camara e dos presidentes de juntas de freguesia, não foi feita para que estes andem a saltitar de camara em camara, de junta de freguesia em junta de freguesia, acumulando sucessivos mandatos de três anos em cada uma delas, tornando-se presidentes vitalícios, como no regime de Salazar.

Qualquer democrata concorda que não pode haver habilidades para fintar esta lei, mas alguns dinossauros querem ser salta-pocinhas e andar de camara em camara a acumular mandatos.

Fernando Seabra quer saltar de Sintra para Lisboa e Filipe Meneses quer saltar de Vina Nova de Gaia para o Porto: as duas principais cidades do país com candidatos dinossauros, ambos apoiados pelo PSD.  Apenas o Bloco de Esquerda  combate esta fraude.

Para justificarem este salto inventaram uma subtileza semântica, a charada da diferença entre “de” e “da”. Como na lei consta “de” camara ou junta de freguesia podem saltar, se na lei constasse “da” não podiam saltar.

O conteúdo e o objectivo da lei não interessa, apenas interessa um pormenor formal de boa gramática, como faria qualquer tribunal: a forma acima do conteúdo!

Para esclarecer dúvidas, transcrevo o Artº 1º, da lei:

 

Presidentes de câmara e presidentes de junta de freguesia
(Artº 1º Lei nº 46/2005 de 29 de Agosto)
1. «O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos (...)
2. O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia, depois de concluídos os mandatos referidos no número anterior, não podem assumir aquelas funções durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido.
3. No caso de renúncia ao mandato, os titulares dos órgãos referidos nos números anteriores não podem candidatar-se nas eleições imediatas nem nas que se realizem no quadriénio imediatamente subsequente à renúncia».

 


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publicado por pimentaeouro às 22:04
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