Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Terça-feira, 4 de Julho de 2017
Abandalhamento

Há escolas que estão a passar de ano de escolaridade alunos do básico com mais de quatro negativas, sabe o i. No secundário há ainda outras escolas que estão a fazer pressão junto dos professores para que subam as notas negativas dos alunos de forma a que se possam inscrever no ano seguinte, sem deixarem disciplinas em atraso.
Desta forma, os alunos do 5.° ano de escolaridade, por exempio, que têm nove disciplinas, estão a passar de ano tendo metãde das disciplinas com nota negativas cenário que resulta de orientações dadas pelo ministério.

 

Jornal "I" de hoje.

 


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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
Reformar, reformar

Portugal não tem o melhor sistema de Ensino do mundo mas devia ter. De 2.000 a 2.015 teve dezasseis reformas, não ouve um ano que escapassem sem uma reforma.

O campeão das «reformas» foi Nuno Crato (PSD) com cinco reformas. É um mistério perceber como é que professores e alunos resistiram a esta avalanche.

Portugal tem mistérios insondável, dignos do famoso mago Hondini.


sinto-me:

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017
Desastre nacional

Resultado de imagem para cartoons ensino

 

O 25 de Abril respondeu à massificação do Ensino Publico com o facilitismo, a Escola deixou de ser autoritária e passou a ser uma brincadeira; não há autoridade, o professor é igual ao aluno, a disciplina é desnecessária e outros dislates do género. Tudo o que é necessário para um desastre.

Esta doença mental continua, passados 40 anos, a reinar no Ministério da Educação, o que retira qualquer racionalidade aos métodos pedagógicos, deixou de ser um problema de esquerda ou de direita para ser uma doença.

Vem este arrasoado a propósito da última  iniciativa daquele ministério, o Orçamento Participativo das Escolas, destinada aos alunos do secundário e do 13º. Ano, ou seja alunos entre os 14 e os 19 anos.

Vamos por partes, o OPE visa dotar os alunos de «capacidade de tomar decisões, ajudá-los a compreender o funcionamento das instituições democráticas, apelar ao espírito de cidadania e participação, proporcionar momentos de debate entre os estudantes. Neste paleio generalista cabe tudo o que quizeremos, existe apenas um grão de areia para estragar a festa no reino de Pangloss .

Entre os 14 e os 19 anos existem estádios de desenvolvimento e de compreensão muito diversos, estamos entre a quase criança e o quase homem ou mulher, mas este fosso não preocupa o sr. Ministro da Educação.

Dada a gravidade do «Estado da Nação» só vejo uma solução, bombardear o Ministério da Educação... quando o sr. Ministro lá estiver.

 


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Quinta-feira, 7 de Julho de 2016
Resquícios medievais #4

 

 Cem personalidades de diversos sectores sociais e políticos apresentaram um carta aberta às instituições do ensino superior a propor que sejam criadas iniciativas culturais e pedagógicas de integração dos alunos que ingerssam no primeiro anos para que possa existir uma alternativa as praxes degradantes organizadas pelas associações de estudantes: é uma posição moderada para minorar um problema grave.

Desconheço se existe alguma legislação que se aplique às associações de estudantes do ensino superior ou se são tuteladas pelas respectivas instituições. Como qualquer organismo em democracia a sua actividade deve ser escrutinada: eleições, financiamento, prestação de contas, actividades, etc.

A tradição secular das praxes é um sudário de intimidações, humilhações e violência fisica sobre os alunos do primeiro ano, ditos caloiros, já tiveram outros nomes mais pejorativos.

Não é necessário enumarar as praxes humilhantes e violentas que já causaram mortes, cuja responsabilidde morreu solteira na praia. As praxes tal como existem são consentidas por reitores e direcções das instituições de ensino sem que mecham uma palha para condenar excessos e violencias passiveis de procedimento criminal: uma vergonha nacional.

 

 


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publicado por pimentaeouro às 21:56
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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016
Colégios privados

 

Os mercados, há vários, funcionam com base na iniciativa privada; a lei da oferta e da procura estabelece a ligação entre produtores e consumidores. A iniciativa privada tem o objectivo de obter lucro mas por vários factores pode não o conseguir (concorrência, qualidade do produto ou serviço, preço, etc.), é um risco inerente ao funcionamento do mercado.

Esta moções elementares constam em qualquer manual escolar do Ensino Secundário. Dito isto, o que faz correr os donos dos colégios particulares? Querem ser subsidiados, todos os anos, pelo Estado mandando às urtigas os princípios do liberalismo que reclamam: são liberais subsidio-dependentes.

Se o Estado tem necessidade de completar a sua rede de ensino é ao Estado que compete fazer parcerias com privados e modificá-las quando entender; é o cliente que compra ou não.

Que os donos dos colégios consigam organizar manifestações de protesto com 30 ou 40 mil pessoas, só tem uma explicação, o nosso atraso cultural.

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publicado por pimentaeouro às 22:19
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
Ritos medievais #4

 

O Bloco de Esquerda apresentou no Parlamento uma proposta de Lei para pôr alguma racionalidade nas praxes académicas. A discussão é tão velha quanto ineficaz. As máfias das Associações de Estudantes que impõem as praxes são inexplicavelmente toleradas pelos reitores, governos, juízes e pelas próprias famílias dos chamados caloiros; é uma vergonha nacional - ou talvez não ?- que a sociedade olha com indiferença ou tolerância mesmo quando existem vitimas mortais.

Pelo meio é também um bom negócio para os mafiosos das A.E. com a venda de bugigangas que impõem aos caloiros. Transcrevo um texto que editei em Outubro do ano passado sobre as praxes.

Aguardo com curiosidade o resultado da iniciativa do BE e os malabarismos que os deputados dos outros partidos irão fazer... para não fazerem nada. 

 

 Texto citado:

Julieta Almeida Rodrigues publicou um artigo no Público de ontem, intitulado "O dux e os estudantes falecidos da Universidade Lusófona", onde descreve pormenorizadamente as praxes realizadas nas universidades inglesas.

São três dias de «aquecimento», no inicio das aulas, promovidos pela direcção das universidades e pelos professores.

Três dias de actividades escolares, lúdicas,  palestras, etc. onde os caloiros e suas famílias são familiarizados com a nova realidade do ensino universitário.

Não existe qualquer comparação possível com os rituais medievais das praxes nas nossa universidades e politécnicos.

É a civilização de um lado, o medievalismo do outro. Pelo meio convêm referir que as praxes em Portugal são também um negócio para as respectivas comissões e para as associações de estudantes.

O dux da Lusófona foi incapaz de dirigir uma palavra as famílias enlutadas - se tiver consciência é  peso para o resto da sua vida - e existe uma sétima vitima na praia do Meco, o prometido inquérito da direcção da Lusófona que também morreu na praia.

Ultrapassa o racional porque motivo os reitores e as direcções das universidades são coniventes com as praxes.

 



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Terça-feira, 17 de Março de 2015
Memória e escola

Não fiquei traumatizado por ter que decorar o nome dos rios e das linhas férreas. Serviu-me para alguma coisa? Serviu para exercitar a memória, fundamental para a aprendizagem e para a vida, os ditados que tive que fazer devem ter-me ajudado, pelo menos, a aumentar o vocabulário.

Não ia para a escola com medo, mas ia para a escola com respeito pelo professor e pelos empregados: tinha intervalos e horas para recreio, mas não ia para a escola para brincar: fiz o exame da quarta classe e também não fiquei traumatizado: quando terminei a quarta classe, sabia ler, escrever e contar. Não sei quando é que os meninos de hoje sabem aquelas três singelas coisas mas, todavia, fundamentais.

O menino que não pode ser reprendido e não pode fazer exames porque fica traumatizado não passa de um mito com os resultados que estão à vista e o prefessor que não tem autoridade é o segundo prego no caixão.

Dito isto, vamos à memória e à escola:

  1. Há todo um trabalho de memorização que se perdeu muito nas escolas.
  2. A Internet tem um impacto de facilitismo na escola, o facilitismo compromete a elaboração do raciocínio.
  3. Acho que se perdeu a capacidade de pensar, de reflectir, de protelar a resposta, de elaborar o pensamento. 
  4. O principal sentido da história e da memória individual e colectiva é dar um sentido ao presente.

 

Carlos Nunes Filipe, psiquiatra, entrevista ao jornal I, de hoje.

 

P.S.

Os professores deviam receber formação na área de memória e a sua articulação com a aprendizagem.



publicado por pimentaeouro às 22:46
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014
Ritos medievais

 

 

Julieta Almeida Rodrigues publicou um artigo no Público de ontem, intitulado "O dux e os estudantes falecidos da Universidade Lusófona", onde descreve pormenorizadamente as praxes realizadas nas universidades inglesas.

São três dias de «aquecimento», no inicio das aulas, promovidos pela direcção das universidades e pelos professores.

Três dias de actividades escolares, lúdicas,  palestras, etc. onde os caloiros e suas famílias são familiarizados com a nova realidade do ensino universitário.

Não existe qualquer comparação possível com os rituais medievais das praxes nas nossa universidades e politécnicos.

É a civilização de um lado, o medievalismo do outro. Pelo meio convêm referir que as praxes em Portugal são também um negócio para as respectivas comissões e para as associações de estudantes.

O dux da Lusófona foi incapaz de dirigir uma palavra as famílias enlutadas - se tiver consciência é  peso para o resto da sua vida - e existe uma sétima vitima na praia do Meco, o prometido inquérito da direcção da Lusófona que também morreu na praia.

Ultrapassa o racional porque motivo os reitores e as direcções das universidades são coniventes com as praxes.



publicado por pimentaeouro às 20:24
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Quinta-feira, 22 de Maio de 2014
Uma pedrada no pantano #2

 

Qualquer sociedade organizada, seja um grande império, ou o Principado de Mónaco, precisa de quatro elementos principais: hierarquia (elites), disciplina, autoridade e normas de comportamento comportamento consensuais, o ABC da sociologia.

A ausencia ou enfraquecimento destes elementos conduz à anarquia: se não há autoridade manda o chefe ocasional do bando que dita as «leis» pela força, pela pistola se for necessário ou lhe apetece.

Este padrão não é rígido e reproduz-se, com adaptações e especificidades, a todas as instituições sociais, empresas, clubes desportivos, associações, até à célula base, a família.

Se não manda o pai, manda a mãe, ou mandam os dois, se ninguém manda, a cria cresce ao acaso

sem as noções essenciais para viver em sociedade, reina a indisciplina dentro de casa. Os filhos crescem sem conceitos de disciplina, de respeito pelos mais velhos, de normas de comportamento, etc. e também com deficiências emocionais que podem dar origem a comportamentos complicados.

A crise da família, com a fragilização da sua coesão é outro factor de corrosão da sua função educadora que a escola não substitui.

 Pede-se à Escola que eduque as crianças e diz-se a estas que a Escola é um lugar lúdico para brincadeiras, que o professor é um igual, entre pares, e que não tem autoridade na sala de aulas e fora dela e outros disparates.

O resultado é que temos estatísticas fabulosas... de alunos com iliteracia.

Filomena Mócica tem sido uma voz no deserto a pregar contra esta insanidade colectiva qque é um factor de subdesenvolvimento social.

 



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Sábado, 26 de Abril de 2014
Resquícios feudais #3

Soma e segue . Mais três estudantes morreram num ritual satânico, chamado, praxe. São orgias de calaceiros e vadios que se comprazem em humilhar, vexar  e exercer violência psicológica, as vezes também física, sobre os mais fracos e indefesos.

O Ministério Público preparasse para ilibar os responsáveis pela morte de seis estudantes, uma vergonha e uma cobardia, e os responsáveis pela morte de mais três estudantes, ficarão também impunes.

Uma das razões porque as praxes são o que são - uma vergonha nacional - é porque os seus mandantes sabem que gozam de impunidade total apesar de não passarem do lixo dos estudantes.



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Quinta-feira, 20 de Março de 2014
Uma pedrada no pantano

 

 

Maria Filomena Mónica vez o obvio, foi ver o que se passa numa sala de aula, coisa que nunca passou pelos cérebros da 5 de Outubro.

Indisciplina generalizada à parte, a autora conclui que a escola não ensina a ler e a contar, é um local por onde os alunos passam à espera que a «aula» acabe.

MFM fez uma radiografia de uma sala de aula e publicou dois livros, "A sala de Aula" e "Diários de uma Sala de Aula", ambos editados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Ainda não comprei os livros mas já percebi que a radiografia é o colapso da Escola Pública.

Sucessivos ministros praticaram os mesmos erros: escola lúdica, o professor igual aos alunos, o menino ou a menina é o bom selvagem, isto temperado com catadupas de decretos, portarias, regulamentos e instruções em cima da cabeça dos professores.

Entretando duas gerações são caixas de supermercados, empregadas em centros comerciais e carne para canhão.

Depois de lêr os livros logo saberei se tenho que mudar de opinião. 



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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014
O mistério da praia do Meco

O ministro da Educação, contrariado, convocou uma reunião com reitores das universidades, politécnicos, comissões de alunos, etc. para analisar como se podem evitar praxes como a da praia do Meco. O seu secretário de Estado declarou à comunicação social que não se trata de um caso de praxe mas de polícia.

Em que ficamos, praxe ou caso de polícia? Neste imbrógio, coberto de nevoeiro, nem no ministério  da Educação sabem o que se passou, ou o ministro está mal informado, ou o secretário de Estado não sabe  o que diz, ou os dois não veêm nada com o nevoeiro.

O único sobrevivente da tragédia está em silêncio total: silêncio de ouro, ou silêncio de chumbo, à siciliana? 

Uma coisa é certa, através dele jamais saberemos a verdade e os mortos não falam. 



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Domingo, 12 de Janeiro de 2014
Terceira classe #2

 

 

No inicio dos anos 40 do século passado frequentei uma escolinha destas. Todas as salas de aulas tinham a mesma trilogia na decoração: Salazar, Carmona (ou Amárico Tomas uns anos mais à frente) e o Crucifixo.

A mesma professora da primeira à quarta classe e, sorte minha, a professora usava mas não abusava da régua, não mandava fazer a saudação da Mocidade Portuguesa, nem era de rezas.

Uma excepção no ensino salazarista? Não sei.

Hoje sei que era frequente haver alunos que andavam descalços, não havia dinheiro para comprar umas alpercatas, as taxas de desistência eram elevadas, eram precisos braços para a economia doméstica e milhares de crianças não frequentavam sequer a escola, principalmente as meninas.

Anos de privações, de fome e de muita miséria, que nos campos era pavorosa: o Portugal de Salazar tinha duas faces, a "minha alegre casinha" da propaganda e o horror dos campos e aldeias. A emigração em massa não tardou.

Hoje numa sociedade diferente, começam a surgir semelhanças com aquela época.



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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013
O bom selvagem...

 

Só os cérebros quadrados do Ministário da Educação é que não entendem.



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Domingo, 29 de Setembro de 2013
Que país é este? #2
 

 

 Indisciplina cresce no ensino superior

Professores dizem que jovens chegam cada vez mais imaturos à universidade.
Joana Pereira Bastos
 16:49 Sábado, 28 de setembro de 2013
Professores estão preocupados com os estudantes universitáriosNUNO BOTELHOProfessores estão preocupados com os estudantes universitários

A braços com um fenómeno novo, universidades e politécnicos têm vindo a aprovar, pela primeira vez, códigos de conduta que preveem sanções que vão da simples advertência à aplicação de multas e que podem levar à suspensão das aulas e até à expulsão. No passado ano letivo, oito universidades públicas instauraram processos disciplinares a 35 estudantes.




Ler mais: http://expresso.sapo.pt/indisciplina-cresce-no-ensino-superior=f832491#ixzz2gIYXd2JO



publicado por pimentaeouro às 17:04
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