Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
Este louco é perigoso

Donald Trump disse esta terça-feira que os Estados Unidos podem vir a ser obrigados a "destruir totalmente" a Coreia do Norte caso Pyongyang não aceite terminar o programa nuclear.



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Domingo, 11 de Junho de 2017
Donald, o genocida africano

 Resultado de imagem para fome na somalia

 

Donald Trump pode ficar na História como um dos grandes genocidas da Humanidade. Basta ter o orçamento de 2018 aprovado pelo Congresso. Já compreendemos a questão do aquecimento global e do Acordo de Paris. (Ou talvez não. Alterações climatéricas não são algo que venha a dar-se de 2050 em diante. Estão a acontecer. E com elas grandes fluxos migratórios que levam a mais conflitos e mais ondas migratórias forçadas e tsunamis de refugiados.) O orçamento de Trump tem um item assassino que, entre discussões sobre o que significa  “covfefe”, ainda não vi discutido. Os cortes draconianos à ajuda internacional. 

Estamos a falar de qualquer. coisa como 32% de corte na ajuda externa. E como antigos responsáveis da USAid já avisaram, isto vai significar milhões de mortes. Ajuda alimentar que chegava a mais de 60 milhões irá apenas servir para uns 25 milhões.

Num momento em que há uma crise alimentar no Sudão do Sul, na Nigéria, no lémen e na Somália. Para que conste, este é o homem que se reúne com o Papa e diz num tuite que quer a paz no mundo, em letras capitulares. 
Alega a canalha que o rodeia que os EUA são os maiores dadores e que os outros países têm de se chegar à frente. Mentira. Fakenews. São-no em termos absolutos. Em termos de percentagem do PIB são o 22º., logo à frente de Portugal, que é o 23º. Ou seja, os Estados Unidos doam tanto dinheiro como Portugal. E que é pouco. Uns  ,18 % do PIB. 
E lá voltam com a necessidade de gastar dinheiro com mais eficiência. Mas a questão é que, com uma eliminação orçamental abrupta deste calibre, coloca-se o planeta em risco de uma explosão de fome e doença. 
O corte em programas de HIV e malária, bem como de planeamento familiar ou controle de epidemias como o zika ou o ébola, faz temer o pior. Os cortes abrangem igualmente as missões de paz das Nações Unidas. Dir-se-ia que o Presidente norte- 
-americano quer todo o planeta num caos e guerra para servir os seus interesses.

 Ou então é tolo. 
Mas o que se pode dizer em termos concretos é que Trump foi o pior que podia ter acontecido ao planeta. Incapaz de vitórias internas, vai tentar capitalizar absurdas medidas no plano externo que depois não são explicadas no campo interno. Cortar a ajuda alimentar em África é um crime do ponto de vista humanitário e é um ato de guerra contra o mundo. Bem sei que isto pode parecer uma frase de indignação de momento. Não é. Há largas zonas do planeta que não têm absolutamente nada que comer e dependem da ajuda internacional para sobreviver. Não podem estabelecer-se em paz, viver as suas vidas e criar os seus filhos devido a factores externos, como a guerra ou o clima.

 Esta abjecta mesquinhez de Trump, em busca de um soundbyte no Twitter, vai fazer disparar a miséria, aumentar a economia de guerra em seu proveito e — já agora — aumentar os números de extremistas e de refugiados a dirigirem-se para a Europa. Trump terá de ser responsabilizado por isto. 
É cada vez mais difícil chegar às áreas afectadas. Os jornais não têm dinheiro para enviar repórteres. E os jornalistas há anos que são alvos, Os consumidores de notícias não querem saber de “fome” e “miséria” em África.

Viver comum dólar por dia. Morrer por inanição não tem interesse, não vende. Quantas vezes se ouviu/viu isto? Nada de novo. Apenas mais uma crise. E “muito século XX”. A novidade é que os jornalistas agora são mortos. E os jornalistas não são queridos das actuais democracias, sequer. 
As Organizações Não Governamentais antes eram bem acolhidas nestes locais, mas agora os seus elementos também são assassinados. Esta é a nuance desta contemporaneidade. 
Porque tudo está a mudar. Para níveis não imaginados. O mundo Trump vai levar-nos a esticar os níveis da nossa decência.

 

Luís Pedro Nunes, Expresso de sábado passado.

 

 

 



publicado por pimentaeouro às 20:31
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2017
Um lugar perigoso

O mundo já não é um lugar perigoso, é muito perigoso. A escalada de ameaças de Trump à Coreia do Norte é um pesadelo e um filme de terror em simultâneo.

Trump é irresponsável e indisputável. A China já lhe respondeu, deslocou 150.000 soldados para a fronteira com aquele país um numero propositadamente exagerado. Nesta roleta russa, gostava de saber o que se pensa no Pentágono: ainda acredito numa restea de bom senso. 



publicado por pimentaeouro às 22:34
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017
... por linhas tortas

Trump é um populista desbocado... no mínimo. Feita a minha declaração de interesses vamos ao que importa.

No seu estilo Trump acusa a Alemanha de dois coisas: o excesso de exportações prejudica os restantes países da U.E; a Alemanha pressiona o BCE para manter o euro subvalorizado em benefício das suas exportações.

É o que os parceiros da Alemanha reclamam a cerca de duas décadas, sem qualquer sucesso.

Pode ser que Trump nos ajude.



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Domingo, 8 de Janeiro de 2017
Faleceu Mário Soares #2

Mário Soares pertenceu a uma elite de políticos nacionais (Diogo Freitas do Amaral, Sá Carneiro, Álvaro Cunhal) e europeus (Mitterrand, Willy Brant, Helmut Schmidt) que tinham carisma e forte personalidade. Mário Soares tinha visão à frente da sua época e nunca teve medo de arriscar quando estava em minoria.

Esta geração de políticos construiu a U.E. e geriu a Guerra Fria. Os políticos de hoje, Jerónimo de Sousa, Passos Coelho, António Costa são medíocres e os da U.E. fizeram o alargamento a Leste, um tiro no pé, a U.E. com 27 Estados membros é ingovernável.

Não sabemos, ninguém sabe se voltará a existir uma geração de políticos como os dos anos 60 a 80.



publicado por pimentaeouro às 18:57
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016
Efeitos colaterais

A Coreia do Sul desenhou um plano para destruir a capital da Coreia do Norte, através de bombardeamentos intensivos se Pyongyang mostrar sinais de ataque nuclear.

"Todos os distritos de Pyongyang, particularmente naqueles onde possa esconder-se o líder norte-coreano, serão completamente destruídos por mísseis balísticos e projéteis de alto poder explosivo assim que o Norte mostre sinais de usar arsenal nuclear. Por outras palavras, a capital do Norte será reduzida a cinzas e eliminada do mapa", disse militar de Seul à agência sul-coreana de notícias Yonhap.



Leia mais: Coreia do Sul tem plano para destruir capital da Coreia do Norte http://www.jn.pt/mundo/interior/coreia-do-sul-tem-plano-para-destruir-capital-da-coreia-do-norte-5383450.html#ixzz4JwPaVdwj
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016
2.035
 

É da natureza humana não fazer previsões de médio nem de longo prazo. Isso nunca passou pela cabeça do Homo sapiens nem pelas nossas.

Contentamo-nos em programar a próxima semana, os próximos dois ou três mês e pouco mais, quem se encarrega de previsões de médio e longo prazo são organismos internacionais. São projecções de tendências que podem acontecer em diversos países ou mesmo à escala global.

É ponto assente que a China brevemente, 4 ou 5 anos, ultrapassará a economia dos EUA.

No Oceano Pacifico concentra-se metade da população mundial, o tráfego de passageiros é várias vezes superior ao tráfego dos EUA e com o tráfego de mercadorias acontece o mesmo.

É quase uma evidência que o centro do mundo passará para o Pacifico e o Ocidente já estará em decadência. O nosso mundo, o mundo em que vivemos está a acabar, coisa visível na desordem do século XXI.

Não estarei cá para ver, mas as novas gerações irão ser confrontadas com tempos difíceis.



publicado por pimentaeouro às 18:26
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Sábado, 26 de Novembro de 2016
Fidel de Castro

Resultado de imagem para dinossauros

 

Cuba tem um PIB per capita de 7 274 dólares (88º)  e Portugal tem 22 122 (39º), três vezes mais, segundo os dados da UNO.

Depois de quase 60 anos de «socialismo» não é uma situação famosa. A revolução erradicou o analfabetismo, criou um bom sistema de Ensino e de Saúde (que já tiveram melhores dias) e ficou-se por aí: a industrialização e a reforma agrária falharam, Cuba continua a viver da monocultura do açúcar e vive mal, muito mal.

Fidel de Castro faleceu e o Partido Comunista lá do sitio vai proceder à segunda fase da sua mitificação, o que não tem a mínima importância, mais grave é a ausência de renovação do partido e de uma alternativa por ausência de uma classe média.

As liberdades básica de opinião, de reunião e de organização de partidos políticos continuam inexistentes. Raul de Castro, cooptado pelo falecido para o trono da ditadura e com a mesma legitimidade dele, ou seja nenhuma, fez tímidas reformas económicas e políticas, tudo coisas do passado de que hoje ninguém fala.

Fifel de Castro falhou duas vezes, falhou a revolução, que não concretizou e na esportação da mesma para os países da América Latina, nunca foi um democrata mas nunca praticou crimes com Staline e Mao.

Por muito que custe aos seus adeptos, Cuba não tem um herói, tem um falhado; um dinossauro.

 



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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016
Super China

 

 

Espera-se que, em 2.025, a China conte com duzentas e dezanove cidades com mais de um milhão de habitantes, em comparação com trinta e cinco na Europa. O crescimento do país afectou quase todo o planeta. A China está a empanturrar-se com minerais e terras em África, na Mongólia, na América Latina e na Austrália.

O seu fabrico a baixo custo proporcionou ao Ocidente uma enxurrada de artigos baratos que ajudaram a destruir aí os negócios industriais. Em consequência, dispõe de um enorme baú com divisas estrangeiras que, como nota o escritor Jonathan Fenby «podiam comprar toda a dívida soberana da Itália, Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha nos seus montantes de 2.011, mais a Google, a Apple, a IBM e a Microsoft.

 

Andrew Marr, História do Mundo



publicado por pimentaeouro às 11:59
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Domingo, 13 de Novembro de 2016
Para memória futura, ou nunca mais

Guerra Fria

A Guerra Fria, que teve seu início logo após a Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991)  é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, disputando a hegemonia política, econômica e militar no mundo.

Causas

A União Soviética buscava implantar o socialismo em outros países para que pudessem expandir a igualdade social, baseado na economia planificada, partido único (Partido Comunista), igualdade social e falta de democracia. Enquanto os Estados Unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial o contraste entre o capitalismo e socialismo era predominante entre a política, ideologia e sistemas militares. Apesar da rivalidade e tentativa de influenciar outros países, os Estados Unidos não conflitou a União Soviética (e vice-versa) com armamentos, pois os dois países tinham em posse grande quantidade de armamento nuclear,  e um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, possivelmente, da vida em nosso planeta.  Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coréia e no Vietnã

Com o objetivo de reforçar o capitalismo, o presidente dos Estados Unidos, Harry Truman, lança o Plano Marshal, que era um oferecimento de empréstimos com juros baixos e investimentos para que os países arrasados na Segunda Guerra Mundial pudessem se recuperar economicamente. A partir desta estratégia a União Soviética criou, em 1949, o Comecon, que era uma espécie de contestação ao Plano Marshall que impedia seus aliados socialistas de se interessar ao favorecimento proposto pelo então inimigo político.

A Alemanha por sua vez, aderiu o Plano Marshall para se restabelecer, o que fez com que a União Soviética bloqueasse todas as rotas terrestres que davam acesso a Berlim. Desta forma, a Alemanha, apoiada pelos Estados Unidos, abastecia sua parte de Berlim por vias aéreas provocando maior insatisfação soviética e o que provocou  a divisão da Alemanha em Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental.

Em 1949, os Estados Unidos juntamente com seus aliados criam a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que tinha como objetivo manter alianças militares para que estes pudessem se proteger em casos de ataque. Em contra partida, a União Soviética assina com seus aliados o Pacto de Varsóvia que também tinha como objetivo a união das forças militares de toda a Europa Oriental.

Entre os aliados da Otan destacam-se: Estados Unidos, Canadá, Grécia, Bélgica, Itália, França, Alemanha Ocidental, Holanda, Áustria, Dinamarca, Inglaterra, Suécia, Espanha. E os aliados do Pacto de Varsóvia destacam-se: União Soviética, Polônia, Cuba, Alemanha Oriental, China, Coréia do Norte, Iugoslávia, Tchecoslováquia, Albânia, Romênia.

 

Origem do nome

É chamada "fria" porque não houve uma guerra direta entre as superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear.

 

Envolvimentos Indiretos

Guerra da Coréia : Entre os anos de 1951 e 1953 a Coréia foi palco de um conflito armado de grandes proporções. Após a Revolução Maoista ocorrida na China, a Coréia sofre pressões para adotar o sistema socialista em todo seu território. A região sul da Coréia resiste e, com o apoio militar dos Estados Unidos, defende seus interesses. A guerra dura dois anos e termina, em 1953, com a divisão da Coréia no paralelo 38. A Coréia do Norte ficou sob influência soviética e com um sistema socialista, enquanto a Coréia do Sul manteve o sistema capitalista.

Guerra do Vietnã : Este conflito ocorreu entre 1959 e 1975 e contou com a intervenção direta dos EUA e URSS. Os soldados norte-americanos, apesar de todo aparato tecnológico, tiveram dificuldades em enfrentar os soldados vietcongues (apoiados pelos soviéticos) nas florestas tropicais do país. Milhares de pessoas, entre civis e militares morreram nos combates. Os EUA saíram derrotados e tiveram que abandonar o território vietnamita de forma vergonhosa em 1975. O Vietnã passou a ser socialista. 

 

Fim da Guerra Fria

A falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo no final da década de 1980. Em 1989 cai o Muro de Berlim e as duas Alemanhas são reunificadas.

No começo da década de 1990, o então presidente da União Soviética Gorbachev começou a acelerar o fim do socialismo naquele país e nos aliados. Com reformas econômicas, acordos com os EUA e mudanças políticas, o sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares. O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas.

 



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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2016
E agora ? #1

Hilary teve mais votos do que Trump mas perdeu as eleições numa América dividida ao meio. Os votos em Trump são os votos anti sistema, os votos do protesto.

Trump presidente terá que engolir alguns sapos porque não poderá executar alguns disparates que disse durante a campanha. O segundo derrotado destas eleições é Barak Obama, depois de dois mandatos não conseguiu melhorar a vida dos americanos.

E agora, o que se segue? É uma incógnita para o mundo Ocidental e para a U.E. É provável que esta se incline mais para a direita: há muitos partidários de Trump dentro dela.

Enganei-me nas minhas expectativas e no meu desejo, também perdi.



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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2016
À sexta foi de vez

Uma optima prenda para o nosso 5 de Outubro.

Guterres vence votação para secretário-geral da 

À sexta votação, António Guterres recebeu luz verde para a liderança da ONU.

 

O facto de os embaixadores dos quinze países membros do Conselho de Segurança da ONU terem aparecido juntos na votação indicia que o antigo primeiro-ministro português não foi vetado por nenhum dos cinco membros permanentes do Conselho.

Esta foi a primeira votação em que António Guterres concorreu com a búlgara Kristalina Georgieva, apoiada pela Alemanha e pelo Partido Popular Europeu (PPE).

Até agora, nas cinco votações realizadas, Guterres tinha conseguido a maioria de dois terços dos votos favoráveis dos membros do Conselho de Segurança, que é constituído por 15 países.

Na última votação, realizada a 29 de Setembro, o candidato português obteve 12 votos favoráveis, dois votos desfavoráveis e um voto sem opinião.

Nessa quinta votação, a seguir a Guterres, no segundo posto, ficou Vuk Jeremic, ex-presidente da Assembleia das Nações Unidas e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros da Sérvia. O terceiro lugar coube a Miroslav Lajcak, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Eslováquia.



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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2016
Mas as crianças Senhor ?

Resultado de imagem para refugiados crianças

Porque lhe dais tanta dor, porque sofrem assim?

Vitimas da guerra, da pobreza ou de outras formas de violência, é alarmante o número de crianças que foram forçadas a abandonar as suas casas e, mesmo, os seus países. Relatório da Unicef é um alerta que a organização deixa a todos os governantes

 

Com tudo o que o número traduz em vulnerabilidade, pobreza e desenraizamento, pelo menos 50 milhões de crianças vivem deslocadas no mundo, depois de terem sido forçadas a abandonar as suas casas, alerta a Unicef.

O número consta do relatório “Desenraizadas: a crise que se agrava para crianças refugiadas e migrantes”, apresentado na terça-feira, e é um alerta que a organização das Nações Unidas deixa aos governantes, com a certeza de que se nada for feito, a realidade continuará a agravar-se.

Por causa dos diferentes conflitos e da violência, cerca de 28 milhões de crianças tiveram de partir. As que a guerra não ‘empurrou’ para fora de casa, a isso foram forçadas pela pobreza extrema ou pelas mudanças climáticas.

 



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Domingo, 31 de Julho de 2016
Trinta anos de retrocesso

 

Começam-se a perceber os contornos do golpe militar na Turquia, país que já teve vários.

O contra golpe de Ergodan representa um retrocesso na incipiente democracia turca. Só se encontra algo parecido nas ditaduras militares da América Latina nos anos 70 e 80.

A tradição de violência naquele país é de muito mau augúrio. Depois disto adeus à adesão a U.E. (logicamente a Turquia devia ser expulsa na Nato, onde supostamente só podem estar regimes democráticos.



publicado por pimentaeouro às 15:38
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Domingo, 10 de Julho de 2016
O crime compensa

O crime compensa, a politica também. Durão Barroso da militancia no MRPP tirocinou na Comissão Europeia e passou a director do Goldman Sachs. O que é o Goldman Sachs?

O livro «O Banco» como o Goldman Sachs dirige o Mundo», do jornalista Marc Roche, edição de A esfera dos Livros, explica o que é este polvo.

O Banco,

«Eu faço o trabalho de Deus» esta frase do director-executivo do Goldman Sach, Lloyd Blankfein, resume a sede de poder de “O Banco”: a firma que dirige o mundo no maior secretismo. Por detrás de uma lei do silencio que nunca alguém ousou quebrar desde a sua fundação em 1.868, o Goldman, ou GS, como se diz em Wall Street ou na City londrina – as duas grandes praças financeiras mundiais – pode realmente domonar o planeta? E se a resposta é «sim»… Como?...

… A saga do Goldman Sach é, na verdade, um thriller financeiro fascinante e implacável, que aqui nos é revelado pelo jornalista de economia frances, Mar Roche, que entre Nova Iorque, Bruxelas, Washingtone Londres, tentou compreender como funciona este feudo financeiro.

Mario Draghi director do Banco Central Europeu foi vice-presidente do Goldman Sachs entre 2.002 e 2.005: os fariseus protejem-se!

O que revela esta passagem de Durão Barroso da Comissão Europeia para “O Banco”? O casamento perfeito das instituições europeias com a banca internacional e os grandes especuladores financeiros. Acreditar na solidariedade da U.E. é o mesmo que acreditar que os lobos são vegetarianos.



publicado por pimentaeouro às 15:51
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