Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017
As sociedades mudam

Resultado de imagem para bandeira do PCP

 

A partir das décadas de 70 e 80 do século passado o sector industrial começou a diminuir e os sectores de comércio e serviços aumentaram, mais tarde surgiu o sector das tecnologias de ponta.

Todos sabemos destas mudanças na produção económica, todos sabemos menos a direcção do PCP que fez eleger, no XX Congresso, para o comité central uma maioria operária geneticamente mais revolucionária do que os trabalhadores de outros sectores e os quadros tecnicos.

Na minha vida activa conheci vários operários de fraca ideologia e bem conservadores, de revolucionários tinham muito pouco.

Em Portugal, pelo seu atrazo cultural, temos um Partido Comunista como só deve existir na América Latina e noutros países do 3º. Mundo.



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Quinta-feira, 4 de Junho de 2015
Uma Europa às diretas

Grupos políticos

GrupoLíder(es)Número de
membros
  PPE Joseph Daul 265 EP 2009 PIE.png
  S&D Martin Schulz 184
  ALDE Guy Verhofstadt 84
  G-EFA Daniel Cohn-Bendit
Rebecca Harms
55
  ECR Timothy Kirkhope 54
  GUE-NGL Lothar Bisky 35
  EFDD Nigel Farage
Francesco Speroni
32
  Não-inscritos Independentes 27  

Na sétima legislatura os grupos políticos são:

 

Com o descédito dos partidos socialistas e sociais-democratas, a Europa no século XXI vota à direita. A senhora Merkel está entre os seus pares. Depois queixem-se...

 



publicado por pimentaeouro às 11:54
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Quinta-feira, 5 de Março de 2015
Era inevitável

Resultado de imagem para passos coelho

 

Não queria ser mais um a mandar bites sobre a dívida de Passos Coelho à Segurança Social mas o descaramento das explicações (que nada explicam) tiram qualquer um dó sério. Não podendo negar a evidência da falta recorre à velha teoria da conspiração; é o P.S., com medo de perder as eleições, que lança a campanha e em lugar do debate político preocupa-se com o pagamento das suas contribuições.

Como fervoroso liberal que é quer destruir o Estado Social e juntou a teoria à prática.

Acontece que as dívidas de em primeiro-ministro têm relevância política enquanto as de um cidadão anónimo não têm. Também acontece que enquanto primeiro-ministro, em Fevereiro de 2.014, criticava os mesmos cidadãos anónimos que não pagassem os seus impostos; o vídeo corre nas redes sociais. Em qualquer político o cumprimento das obrigações de cidadania é importante e num governante é mais; são as elites quem têm que dar o exemplo.

Passos Coelho tem mais trapalhadas com o fisco, cinco execuções fiscais, declarações do IRS incorrectas, etc. Em suma temos um cidadão relapso com o fiasco, um chico-esperto. Como é possível que um chico-esperto chegue a primeiro-ministro é revelador do pântano democrático em que nos encontramos.

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 28 de Dezembro de 2014
Do blogue Abrutpo
Apesar de tudo isto hoje em 2014 parecerem trivialidades, regressem a esse ano de interregno, 2010, entre a vitória eleitoral de Sócrates e a sua demissão, e leiam o que se escrevia e dizia, do PS ao PSD, para comparar. 
 
Aqui vão algumas das frases de 2010, escritas muito antes da troika: 
 
  A crise económica, social e política não vai durar um ou dois anos, vai durar pelo menos uma década. Na melhor das hipóteses. 

 


 2. O político que disser que as coisas vão melhorar na volta da esquina está a mentir.(…)

 

 7. Primeiro serão os salários, depois serão as reformas. (…) 

 

 8. Nenhum imposto que subiu descerá tão cedo, se descer.

 

 9. Nenhum salário que foi cortado voltará a ser inteiro. 

 

 10. Os mais pobres serão as vítimas principais, como sempre. 

 

 11. A classe média é que conhecerá a maior queda de qualidade de vida. 

 

 12. Algumas pessoas enriquecerão com a crise. 

 

 13. A corrupção continuará florescente. (…) 

 

 14. A crise matará milhares de pequenas empresas. (…) 

 

 16. As escolas tornar-se-ão mais caóticas. O clima de crise social é propício à indisciplina grave.(…)  

 

 
18. A Saúde ficará bastante mais cara para todos. 

 



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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014
No tempo da minha avó

Havia vergonha e a palavra dada era igual a uma escritura. Hoje tudo é passageiro, efémero, relativo: os valores também.

Uma estranha moscambilha acordada entre Passos Coelho e António Costa destinava-se a repor as pensões vitalicias dos deputados (não há outra palavra para os designar) ao fim de 12 anos de vida regalada. Como os salteadoress furtivos que roubam à noite, a tramóia foi discretamente aprovada pelo PSD e o PS na comissão do Orçamento de Estado. Não fosse a oposição do Bloco de Esquerda que obrigou à sua votação em plenário era negocio fechado.

No plenário houve resolta e a proposta foi regeitada. António Costa começa mal, eu não tenho grandes expecativas acerca dele.

Não so do BE nem concordo com o seu vago programa mas nas próximas legislativas, só nas próximas, têm o meu voto.



publicado por pimentaeouro às 23:04
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2014
40 anos de Abril #3

PORTUGAL-WEIMAR

 

Faz parte da agenda política de Passos Coelho liquidar os Estado Social, rasgar a Constituição, a continuar com a austeridade e o empobrecimento do país, implantar um regime neoliberal quimicamente puro e o que mais lhe for consentido. Não será um novo Hitler - os tempos são outros - mas tem pinta de ditador latino americano.

Com este desastre em marcha, o que faz a esquerda, principalmente, a esquerda inutil, PCP e Bloco de esquerda?

Continuam orgulhosamente sós a recusar qualquer aliança com o PS e a deixar a direita de mão livres. Como acham que terão qualquer utilidade politica e participação na governação?

Para que servem além  de iludirem os eleitores que votam neles?

Foi com divisões destas que a República de Weimar  se afundou e Hitler chegou ao puder através de eleições.

Não aprendem nada com a História nem com a vida. 

 

 



publicado por pimentaeouro às 22:49
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Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013
Álvaro Cunhal #2

Tinha decidido não voltar a escrever sobre Álvaro Cunhal mas o artigo de opinião do Historiador Manuel Loff “Cunhal em 2.013”, no Público de hoje, leva-me a voltar ao assunto.

Manuel Loff incorre em diversas imprecisões, até erros, que um historiador não pode cometer mesmo que a matéria não seja da sua especialidade.

Ao contrário do que afirma, nunca existiu qualquer autonomia do PCP em relação a Moscovo, pelo contrário sempre existiu uma grande dependência. Na clandestinidade, o PCP (os profissionais revelocionários, à boa boa maneira de Lenine) não viviam do ar, as suas vidas e a sua actividade era totolmente financiada por Moscovo: as quotas dos poucos militantes e simpatizantes tinham um valor simbólico. Quem paga manda.

M.L. considera o livro “Rumo à Victoria”, de Álvaro Cunhal, uma referência para a História do século XX, o que é um manifesto exegero. Fora do PCP foi um livro práticamente desconhecido.

O que me parece mais errado é M.L. considerar a estratégia “revolução democrática e nacional”, para derrubar o fascismo, adoptada por Cunhal em 1.965, certa quando esta tese foi um flagrante erro estratégico, como o 25 de Abril demonstrou.

Álvaro Cunhal, renegou a família - intitulava-se filho do proletariado – mas não conhecia  o povo português: só lidou superficialmente com militantes comunistas  e convivia apenas com os quadros do Partido, opção que manteve mesmo depois do 25 de Abril continuando a viver clandestinamente.

Outro erro estratégico de Álvaro Cunhal fui nunca ter compreendido a implusão da União Soviética e restantes países do bloco socialista e manter-se fiel a um modelo de sociedade que a História varreu da terra e que M.L. lê ao contrário como uma virtude do PCP. 

Nas comemorações do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal está na moda publicar biografias sobre a sua vida. Até aqui tudo bem não fosse a maior parte dessas biografias meros texto apologéticos sem valor histórico ou cientifico: uma pena.

  



publicado por pimentaeouro às 19:13
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Domingo, 10 de Novembro de 2013
Álvaro Cunhal

Se fosse vivo faria hoje 100 anos. Líder carismático do PCP moldou este partido à sua imagem e semelhança.

Não conheci pessoalmente Álvaro Cunhal, conheci alguns dos seus companheiros de cela. Homem de forte personalidade e maior teimosia – nada aprendeu com a implosão dos países  dito socialistas – era superlativo nas qualidades e nos defeitos.

Exímio manipulador, sem nunca se expor, eliminou politicamente todos os potenciais candidatos à liderança do PCP e não me refiro apenas aos conturbados anos 40 e 50. Nunca permitiu qualquer sombra de alternância, um monobloco completo. Criou meticulosamente o culto da personalidade embora tenha negado sempre esse facto.

Até quando se retirou da liderança do PCP, por motivos de saúde, escolheu um homem de palha para lhe suceder e continuou a manobrar o partido na retaguarda.

Estas caracteristicas não lhe retiram o mérito das qualidades mas para sermos justos não devemos apenas incensá-lo: tinha defeitos como nós.



publicado por pimentaeouro às 18:46
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013
2.025

Sócrates recusou até ao último dia aceitar que estávamos em bancarrota. Até á chegada do FMI nunca qualquer partido político ou qualquer governo alertou o país para o desastre das contas públicas e da dívida.

Guterres quando se demitiu em  2.002 limitou-se a dizer que existia o pântano, sem indicar a fauna que o habitava, Durão Barroso limitou-se a dizer que o país estava de tanga e logo que pode raspou-se para Bruxelas e Cavaco Silva referiu-se uma única vez ao monstro, de que ele é co-autor.

Aqueles, poucos, como Medina Carreira e outros que denunciavam o desastre das contas públicas e da economia, eram considerados cassandras de mau agoiro e votados ao esquecimento.

Quando os políticos abandonam o poder algo vai mal no reino da Dinamarca mas estes sinais discretos não foram suficientes para sabermos o que se passava, para o buraco que nos esperava, porque ninguém queria dar as más noticias: não rendem votos o que é uma perversidade    do regime democrático, ganham-se votos com promessas de farturas; quem dá mais a quem é o que queremos ouvir, pelo que também não podemos queixarmos de termos sido ludibriados.

Os políticos responsáveis pelo regabofe dos últimos 25 anos continuam a usufruir das suas mordomias sem que tivessem sido julgados pela sua responsabilidade na governação desastrosa e nalguns casos, corrupta que atirou o país para a banca rota.

No livro " Mão do Diabo", de José Rodrigues dos Santos, o Tribunal Penal Internacional tenta julgar, por crimes contra a humanidade, os especuladores financeiros e os seus cumplices político pela crise de 2.008 que abalou o Ocidente e que já chegou até nós.

Como se tudo isso não bastasse temos outra conspiração do silêncio. Ninguém tem  a coragem de dizer que a austeridade, e o seu cortejo de miséria e  dramas, ainda agora começou, que será bem mais profunda e que teremos austeridade por 10 anos ou mais. Todos sabem mas nenhum partido se atreve a abrir a boca, não rende votos.

A  democracia está muito doente. Não é apenas pela destruição dos direitos e pelo alastramento da miséria, é pelo cinismo dos seus autores.



publicado por pimentaeouro às 12:50
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Terça-feira, 16 de Julho de 2013
O cerne da questão


Acordo de Salvação Nacional é um conceito de que temos uma ideia vaga. Em tempos de normalidade não se pensa em Salvação Nacional, tema a que voltarei.

Simplificadamente a Salvação Nacional visa alcançar o apoio mais alargado possível e mobilizar esforços e vontades frente à ameaça de um inimigo externo.

No apelo do Presidente onde está o inimigo? A pátria está em perigo de bancarrota e o «inimigo» é a troika que representa os credores?

Mas vamos ao que interessa, PS, PSD e CDS vão negociar a formação de uma coligação de governo, dito de  Salvação Nacional e poucos acreditam que cheguem a bom termo ( eu também não acredito).

Aquilo a que Passos Coelho já chamou Refundação do Estado,  que passou a chamar Reforma do Estado e que Paulo Portas ficou encarregado de propor, tem uma história acidentada. O eufemismo Reforma do Estado é embuste de mais um pacote de austeridade, um verdadeiro pacotão, que implica a corte de 4.700 mil milhões na Despesa Do Estado em Segurança Social, Saúde, despedimentos na Função Pública, etc. a incluir nos Orçamentos de Estado de 2.014 e 2.015.

É este o cerne do acordo que o governo de Salvação Nacional  tem que executar.

O PS tem jurado a pés juntos que não aceita aquele corte encapotado com o rótulo de Reforma do Estado.

Vai engolir este sapo e ficar amarrado a este pacote de austeridade? É o que iremos saber na próxima semana,

 



publicado por pimentaeouro às 00:48
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Sábado, 13 de Julho de 2013
( des) Desgovernado

 

 

PS, PSD e CDS comprometeram-se com o Presidente da República a formar um governo de coligação. A grande incógnita, ou a grande hipocrisia, está no PS. Em público diz e rediz que só forma governo depois de eleições, em privado, diz ao Presidente que aceita governar sem eleições.

Depois das acrobacias de Paulo Portas, os portugueses esperam o pior dos políticos. Como em Itália, o sistema partidário entrou definitivamente em decomposição. PS e PSD são os grandes responsáveis pela crise e deles não se pode esperar que sejam capazes de a resolver.

PS e PDS querem maioria abosluta para fugirem de coligações como o Diabo joge da cruz, CDS quer mais votos para se coligar com um deles, PCP e BE não querem nada, são o voto inutil: ninguém os tira disto.

Uma democracia com os partidos políticos em decomposição está doente. O cenário de hoje não é muito diferente do cenário da I Républica ( 45 governos em 16 anos! ) que acabou em ditadura: a principal diferença é que a crise financeira de hoje é muito maior.



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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
? ? ?

 

 


Estou dentro da caverna de Platão e só vejo sombras. Não sei nada do que passa, apenas sei que estamos metidos num grande sarilho. O que passamos até aqui é quase nada.



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Sexta-feira, 7 de Junho de 2013
Genética partidária

 

 



Existem genes inúteis que não têm qualquer função, são lixo genético. Vivemos uma crise histórica, que supera a crise da monarquia constitucional e que pode ter algum paralelo com as crises provocadas pelas Invasões Francesas e pelo domínio castelhano.

Isto é muito pouco referido e, para a maioria das pessoas, não está consciencializado, embora seja real.

A gravidade da situação presente irá, por um lado agravar-se e, por outro lado reflectir-se por 10 ou mais anos.

Perante uma situação desta gravidade, todos sabem que não existe qualquer possibilidade de um acordo parlamentar e governativo entre os partidos de esquerda. O Bloco de Esquerda e, principalmente, o Partido Comunista nunca fizeram e nunca farão acordos de governo que permitam uma maioria de esquerda.

Se o governo de Passos Coelho cair por decomposição ou for demitido, o PS sozinho não constitui alternativa (só com uma improvável maioria absoluta) nem terá consenso social.

Cabe ao Bloco de Esquerda e ao PCP a responsabilidade histórica de não apoiarem uma alternativa de esquerda a Passos Coelho: são o lixo genético dos partidos inúteis que nunca ultrapassam a barreira da contestação para criarem uma solução governativa.



publicado por pimentaeouro às 01:35
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Domingo, 17 de Fevereiro de 2013
PSD na oposição

Nunca o PSD teria permitido que o número de desempregados chegasse a 700.000!!! Teria criado de imediato medidas de incentivo à criação de emprego, tal como algumas que já propõe neste documento. Não estaria sempre a queixar-se de uma crise internacional onde todos os outros já estão a crescer.

Mas mesmo nestas condições tão difíceis como as que estamos a passar, existem diferentes caminhos que se podem seguir: o Nosso é o de conseguir, simultaneamente, responder a um programa de emergência social de forma a estar sempre ao lado dos mais desprotegidos (idosos, doentes, desempregados, famílias em risco social) e, simultaneamente, iniciar um processo de retoma de uma rota de crescimento na nossa economia, essa sim, geradora de confiança, riqueza, emprego e um futuro com esperança para os nossos filhos.

PROPÓSITOS E LINHAS ORIENTADORAS DO PROGRAMA ELEITORAL DO PSD – Eleições 5 de Junho de 2011


(Do blogue Aspirina B)



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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013
Do blogue Abrupto


A PARTIDOCRACIA NO SEU ESPLENDOR…



... no PSD, no Porto e em Vila Nova de Gaia; no PS, à volta do conflito Seguro – Costa. Os homens do aparelho fazem sempre as mesmas perguntas: quem é que eu devo apoiar para manter o lugar que tenho (deputado, vereador, assessor, gestor, etc.); quem é que devo apoiar para ter o lugar que quero (no partido, na administração, na autarquia, no governo, etc.), quem é meu “amigo”, quem é o meu “inimigo”, quem é que parece mais capaz para defender os interesses do meu grupo, da minha estrutura, A mim e aos “meus”, amigos, amantes, família, companheiros fiéis, parceiros de negócio. Quem perturba esta lógica, é atirado para as trevas exteriores, seja qual for a sua mais-valia social. Quem não a põe em causa, mesmo que seja um absoluto medíocre, está em casa. Uma vez entrado no sistema, fica lá sempre se se comportar como se espera, se for “confiável”, se não fizer ondas, se mostrar a camisola, se reagir pavlovianamente a tudo o que afecte os interesses do aparelho. 


É assim que se fazem as carreiras, é assim que tudo se move. É assim que estamos.





publicado por pimentaeouro às 22:42
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