Conhece-te a ti mesmo... se puderes.

Sábado, 13 de Maio de 2017
Era uma vez, um conta de fadas e duendes

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 História de Nossa Senhora de Fátima

Oito dias após a convocação do Papa, em resposta as orações, Nossa Senhora de Fátima fez sua primeira aparição em 13 de maio de 1917 na pequena aldeia de Fátima em Portugal. Em um local chamado “Cova de Iria”, ela apareceu para três pequenos pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta.

Por volta de meio-dia eles brincavam pelo campo enquanto cuidavam de um pequeno rebanho quando pararam para rezar o terço, como já era de costume. Queriam voltar logo para a brincadeira e por isso rezaram à moda deles e rapidamente voltaram para o campo e foi quando viram um clarão bem similar ao de relâmpagos.

Acharam que ia chover e por isso se recolheram para ir embora e foi quando viram um segundo clarão em cima da copa de uma árvore (chamada azinheira) e em seguida viram Nossa Senhora de Fátima. Assustados, quiseram correr, mas Nossa Senhora logo os tranquilizou e pedindo que não tivessem medo, pois ela vinha do Céu.

Segundo relato dos próprios pastorinhos, a visão era de uma “Senhora mais brilhante que o Sol”, e em suas mãos pendia um Rosário. Serena e tranquila disse às crianças:

“Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”

E as aparições aconteceram sete meses seguintes conforme o prometido.

Antes de ir embora, Nossa Senhora de Fátima ainda ressaltou:

“Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”

As aparições de Nossa Senhora de Fátima

As aparições continuaram nos meses seguintes e mesmo em meio a perseguições, maus tratos e acusações de serem mentirosos, Lúcia, Francisco e Jacinta estavam na Cova de Iria para esperar por Nossa Senhora de Fátima. Tanto que na segunda aparição, haviam apenas 50 pessoas os acompanhando.

Mas isso foi mudando e na terceira aparição prometeu um milagre para que o povo acreditasse nas crianças. E na última aparição, em 13 de outubro, o milagre aconteceu. Haviam com eles mais de 70.000 pessoas e em meio a multidão, do meio das nuvens negras, o sol surgiu e começou a girar sobre si mesmo como se fosse uma imensa bola de fogo.

E foi também nessa última aparição que Nossa Senhora de Fátima revelou ser a Senhora do Rosário e pediu que ali fosse construída uma capela em sua homenagem.

Segredos de Fátima

Na terceira aparição de Nossa Senhora de Fátima foi revelado a Lúcia um Segredo constituído por três partes que seriam reveladas posteriormente nas demais aparições. São eles, nas próprias palavras de Lúcia:

1ª parte - A visão do Inferno

“Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gemidos e gritos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor.

Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparente e negros.

Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe do Céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o Céu (na primeira aparição)! Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor”.

2ª parte - Devoção ao Imaculado Coração de Maria

“Nossa Senhora me disse que nunca me deixaria e que Seu Imaculado Coração seria o meu refúgio e o caminho que me conduziria a Deus.Que foi ao dizer estas palavras que abriu as mãos, fazendo-nos penetrar no peito o reflexo que delas expedia.

Parece-me que, em este dia, este reflexo teve por fim principal infundir em nós um conhecimento e amor especial para com o Coração Imaculado de Maria; assim como das outras duas vezes o teve, me parece, a respeito de Deus e do mistério da Santíssima Trindade. Desde esse dia, sentimos no coração um amor mais ardente pelo Coração Imaculado de Maria”.

3ª parte - A última revelação do Segredo

“Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao centilar, despia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro:

O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n’uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”.

Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dôr e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de várias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’êles recolhiam o sangue dos Mártires e com êle regavam as almas que se aproximavam de Deus.”

A mensagem que fica e continua sendo atual até mesmo nos dias de hoje é que Nossa Senhora de Fátima veio nos lembrar que Deus existe, nos ama e pode nos salvar desse mundo devastado pela guerra e pela fome. Devemos ter fé e sempre lembrar de suas palavras quando tudo parecer perdido ou sem solução.

 

P.S.

Não é o discurso de um pastorinho analfabeto mas de um erudito em ciencias ocultas.

 


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Sexta-feira, 12 de Maio de 2017
Fé difusa

Se exceptuarmos a visita do Papa, todos os anos dezenas de milhares de peregrinos deslocam-se ao santuário de Fátima.

É uma fé difusa porque as igrejas estão vazias.


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publicado por pimentaeouro às 18:44
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Quinta-feira, 11 de Maio de 2017
Fé e ?

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Os muçumanos têm razão, não tem pinturas nem esculturas nas sua mesquitas.

 

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Os protestantes também não tem imagens religiosas nas suas igrejas.

Colocar uma coroa de ouro, diamantes e pedras preciosas na escultura da Senhora de Fátima não é apenas mau gosto, é uma aberração.

A fé não precisa de ouro e pedras preciosas.

 

 


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publicado por pimentaeouro às 22:30
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017
Os pastorinhos e a dança do sol

 

 

No ano de 1.917 Portugal vive o pior período da I República com a contestação à política de Afonso Costa ( terceiro governo): a carestia alimentar, os racionamentos, as primeiras baixa na guerra de 1.914/18, que causaram grandes tumultos, principalmente em Lisboa.

Afonso Costa foi o autor da maior parte da legislação anticlerical, nomeadamente a Lei da Separação do Estado e das Igrejas (lei-se a Igreja Católica) e apelidado de o mata-frades.

Em simultâneo com a crise social e económica mantinha-se a perseguição à Igreja: foram expulsos das suas dioceses os bispos de Portalegre, Bragança, Porto, o cardeal-patriarca de Lisboa e os arcebispos de Braga e Évora; os padres eram acusados de tudo e mais alguma coisa. Para a Republica a Igreja era o inimigo principal.

Neste quadro de grande perturbação a Igreja reagiu, para os católicos era o apocalipse.

Vamos aos «factos»:

 

Três crianças, Lúcia (de 10 anos), Francisco  (de 9 anos) e Jacinta  (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria,  pertencente ao concelho de Ourém. Antes desta aparição Lúcio teve outra: viu um anjo que se intitulou anjos de Portugal.

Para que o milagre fosse mais convincente Lúcia pediu à virgem que fizesse um milagre (mais um) para  todos acreditarem que Vossemecê apareceu. A virgem anuiu e marcou a data, a hora e o local. O milagre foi nada menos do que a dança do Sol, este mudou para cor de prata baça e começou a dançar; milagre nunca visto e qualquer parte do mundo, excepto num ermo do concelho de Ourém.

Não estamos no campo da fé, estamos no campo da crendice primária. O resto da história todos nós sabemos, Fátima com o passar dos anos tornou-se uma próspera «industria» e fonte de rendimentos, não declarados, para a Igreja Católica.

Com alguma surpresa, ou talvez não, o Papa Francisco vem aderir ao embuste.



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Sábado, 8 de Outubro de 2016
Budismo

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Buda nunca reivindicou a divindade para si ou para o seu sistema.

O budismo implicava uma atitude pacífica e tolerante, o que fazia dele um assunto publico , não uma mera prática privada; e estava aberto a todos, fosse qual fosse o seu credo, posição social ao raça. Nos séculos que sobreviveram à morte de Buda, os seu seguidores beberam nas atitudes já presentes no pensamento indiano – a renúncia à riqueza e ao poder, o vegetariamisno e o pacifismo – e alargaram-nas a um credo do faz ao outros o que queres que te façam a ti.

Em contraste, o cristianismo viria a mesclar-se com o muito terreno e agressivo poder do Império Romano tardio, e o Islão armar-se-ia de forma ainda mais dramática. O budismo era de facto diferente. Era, essencialmente, uma rejeição radical de tudo o que concorre para formar o que chamamos História – impérios terrenos, capacidade tecnológica para o desenvolvimento, ideias e sistemas políticos em mutação. Buda diz: afastai-vos de tudo isso e olhai para dentro de vós mesmos. Não é de espantar, portanto, que, com a única excepção que abordaremos adiante, o budismo raramente surja como um sistema de crenças que influenciou a História. Isto não significa que não fosse extremamente influente. Propagou-se aos países do Sudeste Asiático.

A influência dos monges e da arte budista na China foi imensa e de lá estendeu-se à Coreia e ao Japão. 



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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2016
Muitas gentes

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“Muitas e vairadas gentes” escreveu Fernão Lopes. Gentes que prenunciavam a saga dos Achamentos. Hoje não temos nada para achar mas em Lisboa notam-se gentes do Leste, da Ásia Central, do Oriente, de África. Do Brasil, etc. Ninguém os incomoda e eles também não nos incomodam, todos fazemos parte da cidade sem conflitos.

Passam por mim um homem e uma mulher, ele veste à ocidental, ela tem o corpo todo coberto até aos pés e um lenço na cabeça, segue atrás dele, não pode seguir ao lado.

Passam por mim jovens e mulheres adultas que usam calção curto, às vezes mini-curto, conversam animadamente com rapazes ou com homens.

Na mesquita, os homens ficam de um lado e as mulheres de outro lado, coisa impensável nas nossas igreja. Os clérigos muçulmanos, conservadores e alguns  reaccionários até, pregam a superioridade do homem e a submissão das mulheres. Ao contrário de Igreja Católica que teve a Reforma, a Igreja muçulmana não sabe o que isso é, como se séculos não tivessem passado. Isto não é nada bom e todos os dias chegam à Europa refugiados muçulmanos que vão querem conservar os seus hábitos e o seu modo de vida.

O islamismo é a maior religião do mundo, espalhada do Médio Oriente até à India, Filipinas, etc. 

Há quem pense que teremos uma choque de civilizações e que o Ocidente será o perdedor.

Já não estarei cá para ver.

 


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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
Criação imperfeita
 

 

 Quando Deus fez o mundo e descansou ao sétimo dia já estava um pouco velhote.

Não se preocupou em resolver o problema do Bem e do Mal, deixando isso ao cuidado dos homens com os resultados que se conhecem e deixou também a Terra mal feita e por acabar, com tanta tempestade; furações; inundações; sismos; epidemias; pandemias e bicharada (mosquitos; parasitas; etc.); que só servem para atrapalhar.

Ordenou: “crescei e multiplicai-vos” sem procurar saber se havia comida no frigorífico nem sequer saber se cabiam todos dentro da casa.

Tanta distracção só revela que já estava decrépito. Não descobri nada de novo, Guerra Junqueiro, por razões diferentes das minha, já tinha descoberto que o Padre Eterno estava velho.

Se o Criador cometeu tantos erros  e distracções, que podemos esperar de uma criatura feita de barro e de outra criatura feita a partir de uma costela?

A história da Bíblia está mal contada? Lamento e garanto que não meti prego nem estopa no assunto.

Muitos acreditam? Têm boas razões para o fazer, todos nós acreditamos naquilo que nos convém ou pensamos que está certo.

 


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Sexta-feira, 25 de Março de 2016
Espanha, semana santa

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                  Fé ?


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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015
O que diz a História

Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão[3] comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro). A data é o centro das festas de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.[4]

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis),[5] a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano[6] [7] [8] e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.[9] [10]

Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos,[1] [11] sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.[12]

Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não-cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.


A palavra natal do português já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De nātālis do latim, evoluíram também natale do italiano, noël do francês, nadal do catalão, natal do castelhano, sendo que a palavra natal do castelhano foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.

Já a palavra Christmas, do inglês, evoluiu de Christes maesse ('Christ's mass') que quer dizer missa de Cristo.


Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus Cristo e assim é o seu significado nas línguas neolatinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 d.C, no entanto parece que os primeiros registros da celebração do Natal têm origem anterior, na Turquia, a 25 de Dezembro, já em meados do sec II[13] .

História

Mapa de países onde o Natal não é um feriado oficial.
Os primeiros indícios da comemoração de uma festa cristã litúrgica do nascimento de Jesus em 25 de dezembro é a partir do Cronógrafo de 354. Essa comemoração começou em Roma, enquanto no cristianismo oriental o nascimento de Jesus já era celebrado em conexão com a Epifania, em 6 de janeiro.[14] [15] A comemoração em 25 de dezembro foi importada para o oriente mais tarde: em Antioquia por João Crisóstomo, no final do século IV,[15] provavelmente, em 388, e em Alexandria somente no século seguinte[16] Mesmo no ocidente, a celebração da natividade de Jesus em 6 de janeiro parece ter continuado até depois de 380.[17] .

No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional[18] .

Muitos costumes populares associados ao Natal desenvolveram-se de forma independente da comemoração do nascimento de Jesus, com certos elementos de origens em festivais pré-cristãos que eram celebradas em torno do solstício de inverno pelas populações pagãs que foram mais tarde convertidas ao cristianismo. Estes elementos, incluindo o madeiros, do festival Yule, e a troca presentes, da Saturnália,[19] tornaram-se sincretizados ao Natal ao longo dos séculos. A atmosfera prevalecente do Natal também tem evoluído continuamente desde o início do feriado, o que foi desde um estado carnavalesca na Idade Média[20] , a um feriado orientado para a família e centrado nas crianças, introduzido na Reforma do século XIX[21] [22] . Além disso, a celebração do Natal foi proibida em mais de uma ocasião, dentro da cristandade protestante, devido a preocupações de que a data é muito pagã ou anti-bíblica[23] [24] .

Pré-cristianismo

Mosaico de Jesus como Christo Sole (Cristo, o Sol) no Mausoléu M na necrópole do século 4 sob a Basílica de São Pedro, em Roma.[25]
Dies Natalis Solis Invicti
Ver artigo principal: Sol Invicto
Dies Natalis Solis Invicti significa "aniversário do Sol Invicto".

Estudiosos modernos argumentam que esse festival foi colocado sobre a data do solstício, porque foi neste dia que o Sol voltou atrás em sua partida em direção ao o sul e provou ser "invencível".[carece de fontes] Alguns escritores cristãos primitivos ligaram o renascimento do sol com o nascimento de Jesus[10] . "Ó, quão maravilhosamente agiu Providência que naquele dia em que o sol nasceu...Cristo deveria nascer", Cipriano escreveu.[10] João Crisóstomo também comentou sobre a conexão: "Eles chamam isso de 'aniversário do invicto'. Quem de fato é tão invencível como Nosso Senhor...?"[10] .

Embora o Dies Natalis Solis Invicti seja objeto de uma grande dose de especulação acadêmica,[carece de fontes] a única fonte antiga para isso é uma menção no Cronógrafo de 354 e o estudioso moderno do Sol Steven Hijmans argumenta que não há evidência que essa celebração anteceda a do Natal:[26] "Enquanto o solstício de inverno em torno de 25 de dezembro foi bem estabelecido no calendário imperial romano, não há nenhuma evidência de que uma celebração religiosa do Sol naquele dia antecedia a celebração de Natal e nenhuma que indica que Aureliano teve parte na sua instituição"[26] .

Festivais de inverno
Ver também: Lista de festivais da Roma Antiga
Ver também: Solstício de inverno
Os festivais de inverno eram os festivais mais populares do ano em muitas culturas. Entre as razões para isso, incluí-se o fato de que menos trabalho agrícola precisava ser feito durante o inverno, devido a expectativa de melhores condições meteorológicas com a primavera que se aproximava.[27] As tradições de Natal modernas incluem: troca de presentes e folia do festival romano da Saturnália; verde, luzes e caridade do Ano Novo Romano;. madeiros do Yule e diversos alimentos de festas germânicas[28] .

A Escandinávia pagã comemorava um festival de inverno chamado Yule, realizado do final de dezembro ao período de início do janeiro. Como o Norte da Europa foi a última parte do continente a ser cristianizada, suas tradições pagãs tinham uma grande influência sobre o Natal[29] . Os escandinavos continuam a chamar o Natal de Jul.

Cristianismo
Ver artigo principal: Nascimento de Jesus

Representação da natividade de Jesus na obra Adoração dos Pastores, de Gerard van Honthorst
A principal celebração religiosa entre os membros da Igreja Católica e de diversos outros grupos cristãos é o serviço religioso da Véspera de Natal ou o da manhã do dia de Natal. Durante os quarenta dias que levam ao Natal, a Igreja Ortodoxa pratica o Jejum da Natividade, enquanto que a maioria das congregações cristãs (incluindo a Igreja Católica, a Comunhão Anglicana, muitas igrejas protestantes e os batistas) iniciam a observância da temporada litúrgica do Advento quatro domingos antes do Natal — os dois grupos entendem que o período é de limpeza espiritual e de renovação para a celebração do nascimento de Jesus.[carece de fontes]

Na teologia cristã, o nascimento de Jesus é a encarnação de Jesus como segundo Adão como realização da vontade de Deus para desfazer o dano provocado pela queda do primeiro homem, Adão. As representações artísticas da Natividade tem sido um grande tema para os artistas cristãos desde o século IV. Desde o século XIII, o presépio enfatiza a humildade de Jesus e promove uma imagem mais terna d'Ele, um importante ponto de inflexão em relação às mais antigas imagens do "Senhor e Mestre", o que acabou por influenciar o ministério pastoral do cristinianismo[30] [31] [32] .

Os evangelhos canônicos de Lucas e Mateus contam que Jesus nasceu em Belém, na província romana da Judeia de uma mãe ainda virgem. No relato do Evangelho de Lucas, José e Maria viajaram de Nazaré para Belém para comparecer a um censo e Jesus nasceu durante a viagem numa simples manjedoura[33] . Anjos o proclamaram salvador de todas as pessoas e pastores vieram adorá-lo. No relato de Mateus, astrônomos seguiram uma estrela até Belém para levar presentes a Jesus, nascido o "rei dos judeus". O rei Herodes ordena então o massacre de todos os garotos com menos de dois anos da cidade, mas a família de Jesus escapa para o Egito e depois volta para Nazaré, um evento que tradicionalmente marca o fim do período conhecido como "Natividade".[carece de fontes]



publicado por pimentaeouro às 23:57
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Quinta-feira, 12 de Março de 2015

Disse-me alguém  que a fé é compatível com a razão. Eu pensava que esta impossibilidade já tinha ficado arrumada pelo Iluminismo, no século XVIII, mas pelos vistos ainda há quem pense que não.

Entre outras conquistas, o secularismo, a faculdade de cada um pensar sem estar amarrado a crenças, é uma das mais importantes: o pensamento livre, sem estar preso a dogmas, já faz parte do nosso quotidiano.

A Igreja Católica, numa volta de 180 graus afirma que a Fé não é incompatível com a ciência, é como afirmar que os sete pecados mortais são sete virtudes: as sociedades evoluem, as estruturas materiais mudam mas o pensamento resiste à passagem dos séculos. 

Fé, a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta ideia ou fonte de transmissão.

A acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo.

 

  O véu simboliza a impossibilidade de conhecer directamente as evidências.


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publicado por pimentaeouro às 20:44
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015
Copenhague

 

 

Desde que os homens se tinham considerado senhores da verdade absoluta, a palavra de Deus elouquecia-os e fazia deles monstros.



publicado por pimentaeouro às 21:50
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2015
Dia de São Valentim $1

 

As origens históricas do Dia dos Namorados

Celebração em homenagem a São Valentim surgiu na Idade Média e por séculos foi uma festa que liberou mulheres casadas para trair seus maridos

 
 


 
O dia dos namorados, ou dia de São Valentim, como é chamado em alguns países, é uma das principais datas comemorativas do planeta. A troca de presentes e mensagens entre os casais aquece o comércio e gera cifras colossais em diversos países. No entanto, a celebração nem sempre foi ligada ao comércio. A festividade tem raízes históricas que remontam aos rituais pagãos da Roma antiga.

De acordo com a tradição, o dia 14 de fevereiro, data em que o dia dos namorados é comemorado em países como os Estados Unidos, relembra o aniversário de morte de São Valentim, mártir cristão que provavelmente viveu durante o século III. Nesse período, o imperador romano Claudio II proibira os casamentos, por acreditar que os homens solteiros e sem responsabilidades familiares eram melhores soldados. Valentim se opôs a essa decisão, concedendo as bênçãos matrimoniais a jovens noivos de forma clandestina.

A rebeldia do santo o levou à prisão e ele acabou decapitado no ano de 270. Durante o período em que esteve trancafiado, Valentim teria se apaixonado por uma jovem, filha do carcereiro, com quem manteve um romance secreto. Antes de sua morte, o religioso lhe escreveu uma mensagem em que assinou “do seu Valentim”, criando aquilo que se tornaria o primeiro cartão de dia dos namorados.

Dois séculos depois, no ano de 496, o papa Gelásio I escolheu Valentim como símbolo dos enamorados. No entanto, toda a saga do mártir é incerta. Há pelo menos três religiosos com o nome de Valentim, dois deles sepultados em Roma e um terceiro que teria sido morto na África. A própria Igreja Católica, em 1969, deixou de celebrar o aniversário do santo por considerar suas origens – e mesmo sua existência – incertas.
Apesar dessas dúvidas sobre a verdadeira história do mártir, a data que relembra sua morte se consolidou durante o período medieval, mas de uma maneira muito diferente da que conhecemos hoje. Ligadas a rituais de fertilidade e renovação da terra que remontam ao período romano, as comemorações do dia de São Valentim eram o momento em que as rígidas condutas morais impostas pela Igreja Católica eram quebradas. Nessas festividades, as mulheres casadas reconquistavam as liberdades do tempo de solteiras e ficavam livres para flertar com quem quisessem, podendo até cometer adultério com a tolerância de seus maridos.

Esse tipo de conduta, que desafiava o sagrado dever da fidelidade, foi duramente combatido pela Igreja, especialmente após o século XVII, durante a chamada Contra-Reforma. Essas tradições se mantiveram por algum tempo em regiões como Turim e Gênova, mas a partir do século XX já haviam desaparecido por completo. A partir de então, a comemoração do dia de São Valentim abandonou suas raízes libertinas e se tornou uma ocasião para as demonstrações de afeto entre casais de todo o planeta.

No Brasil, a história do dia dos namorados começou em 1949. Na época, o empresário João Dória trouxe do exterior a ideia de celebrar uma data em homenagem aos jovens casais. No entanto, a festa passou por algumas adaptações para se encaixar melhor nas tradições do país. Em primeiro lugar, a referência a São Valentim, santo nada popular na cultura brasileira, foi abandonada. Em seguida, trocou-se o dia 14 de fevereiro pelo 12 de junho. A nova data, véspera do dia do “santo casamenteiro”, Santo Antônio, foi escolhida para que a festividade pudesse animar o fraco comércio no sexto mês do ano. E deu certo.


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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2014
Natal com banho frio
 
Papa Francisco abana a Igreja Católica


Podiam ser 20 doenças ou apenas uma, mas Francisco escolheu enumerar 15. No seu discurso de Natal ao organismo central administrativo da Igreja Católica Apostólica Romana, a Cúria – e como já nos tem vindo a habituar – este Papa fez o que nunca nenhum tinha feito: esfregou sal nas feridas que já tinha aberto nos cardeais com o seu Evangelho da Alegria, os mesmos que se recusam a evoluir e a abandonar o carreirismo para oferecerem os seus serviços aos que mais precisam e a toda a comunidade. Ao fazê-lo, Francisco terá provavelmente engrossado a lista dos que o criticam e não o vêem nem às suas acções com bons olhos nos círculos mais fechados e conservadores (o maldizer, uma das 15 doenças). “Os cardeais achavam que iam receber a bênção de Natal e levaram com uma saraivada”, resume Frei Bento Domingues. Em vésperas de Natal, este e outros dois teólogos da Igreja portuguesa analisam a lista de maleitas 

1 Imortais e essenciais

“Francisco mostrou uma frontalidade exemplar para combater uma tragédia que é o carreirismo na Igreja”, defende o bispo das Forças Armadas. “Hoje a Cúria é um conjunto de cardeais que estão ali pela idade, que a usam como um posto. Em bom português estão-se a borrifar para o que devia ser a sua função, servir a comunidade, porque têm o poder.”

 

 


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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014
Aparências que iludem

 

 Júlio II - o terrível patrão de Michelangelo

Ambicioso e enérgico, ele recuperou para o papado os territórios da Igreja conquistados por Bórgia, mas seu maior legado à posteridade foi o teto da Capela Sistina, uma das jóias da pintura universal...

...Não tardou a mostrar que tinha o estofo de um comandante militar capaz de heroísmo. Condottiere consumado, sufocou os levantes de Todi, Spoleto e Città di Castello, fomentados contra o Vaticano. Cerco, pilhagem, compromisso ou capitulação, tudo ele administrava pessoalmente. Nos conflitos seguintes, que o oporiam às pretensões galicanas do reino da França e, a seguir, a Lourenço de Médici, era sempre o sobrinho que Sisto IV mandava para a linha de frente. Então o soldado impressionou os florentinos, sendo que o diplomata, devido à habilidade e ao talento com que sempre fazia jogo duplo, antecipando o futuro, cativou até mesmo o mais astuto e poderoso inimigo da Santa Sé: o rei Luís XI. ...

 

Para a posteridade fez-se retratar como um velho bondoso mas os seu conterraneos tinham uma imagem bem diferente dele. Os protestantes detestavam a imagem de um papa guerreiro, armado como um guerreiro a comandar tropas e a assaltar castelos. O seu mecenato era apenas um disfarce.

 

 



publicado por pimentaeouro às 22:34
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014
Deus existe? #2

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Ateu ou agnóstico?

Como quiserem. Na brincadeira com os meus amigos costumo dizer que nasci ateu. Brincadeira à parte e, por estranho que pareça, quando era garoto já era ateu: influência do meu avô, velho republicano, ateu, antissalazarista e culto, a minha avó não frequentava a igreja, Deus e os santos não andavam lá em casa  e ainda porque nas noites quentes de verão, refugiava-me na igreja da minha terra e não encontrava Deus, procurava-o e ele não aparecia.

O ambiente familiar e cultural influenciam, ou até formam as crenças que temos.

Mais tarde, na mocidade e na idade adulta vieram as perguntas: Se Deus não existe o que há então? Qual a origem da vida e da sua evolução? Qual a origem do homem? O que é a morte? O que acontece depois da morte?, Que sentido tem a vida? O que é o universo e qual a sua origem? Como se formou a Terra, etc.

Começou a minha demanda para encontrar explicações que continua ainda hoje. A origem da vida é explicada, principalmente pela biologia e a química, a origem do homem pela antropologia e a paleontologia, a origem e evolução do universo, das galáxias, estrelas e planetas são explicadas pela física, astronomia, astrofísica, a cosmologia, etc.

Esta demanda do meu Salto Graal foi feita por etapas, por descobertas que explicavam dúvidas,  por ir sabendo que sabia pouco (ainda hoje), fenómenos controversos, enigmas  que demoram ser explicados, o mistério do tempo e do espaço que parecem infinitos, por incertezas também. 

 Em certa medida esta procura deu um sentido à minha vida, explicou-me do que somos feitos.  

Em toda esta procura nunca encontrei  Deus ou qualquer ser criador.

A minha demanda não tem nada de original, muitos outros, hoje e ontem, fizeram interrogações semelhantes. Talvez o paradigma desta procura seja o pintor Gauguin: abandonou a profissão, a família e partiu para os mares do Sul à procura da natureza pura do homem e acabou sem respostas e com um fim trágico.

A ciência chegou até ao Big Bang, uma inimaginável concentração de matéria e de energia que explodiu e se expandiu pelo espaço. Existiu um universo anterior aos Big Bang que se concentrou num único ponto e depois explodiu? Existem outros universos paralelos? A ciência não sabe e nunca saberá porque não dispomos de instrumentos para o efeito. 

Sabemos como surgiu a vida, os elementos básicos que a compõem e se encontram em todos os seres vivos (carbono, hidrogénio e oxigénio) e como evoluiu de organismos unicelulares até aos animais e plantas. Os mamíferos, insignificantes e muito pequenos na era dos dinossauros, com a extinção destes tornarem-se dominantes até chegarem ao homem, tudo por mero acaso.

O milenar mistério da morte já não existe: quando morremos o que acontece? Cada átomo que possuímos já passou por diversas estrelas e foi parte de milhões de organismos antes de ser tornar parte de qualquer um de nós. Somos «reciclados» no momento da nossa morte, os nossos átomos desagregam-se e vão «à procura»  de novas combinações, noutro lado, como parte de uma folha, de uma gota de orvalho, talvez de outro ser inteligente noutro planeta, porque os átomos duram milhões e milhões de anos e a sua passagem pelo nosso corpo é um mero acidente no seu percurso cósmico.

As ciências que  perscrutam o espaço cósmico, têm tido um desenvolvimento vertiginoso, sucede-se a construção de aparelhos mais potentes e sensíveis, aumenta a comunidade cientifica e novas descoberta. Hoje sabemos que existem milhares e milhares de galáxias, milhões de estrelas, um número incontável de planetas, um universo que parece não ter limites. Certamente existirão outras formas de vida noutras planetas em distantes galáxias ou até na nossa, mas nunca chegaremos a saber, as distancias no cosmos são incomensuráveis.

A vida não passa de um episódio temporário num planeta que desaparecerá consumido por uma bola de fogo.

Resumindo, temos as três perguntas de Gauguin: De onde vimos? Quem somos? Para onde vamos?

Sobre o que desconhecemos podemos imaginar tudo.

Todavia há interrogações mais importantes do que procurar se Deus existe ou não: para onde vai a humanidade? Qual o seu futuro? Vivemos uma época de incertezas com grande conflitualidade em quase todo o mundo. Ninguém sabe como serão os próximos 20 anos e dai para a frente as incógnitas são muito maiores.

Há mais certezas quanto ao longo prazo, a ciência já sabe o que acontecerá, sabe como terminam os planetas como o nosso: não é para amanhã, daqui por uns milhões de anos a terra ficará estéril e todas as formas de vida, mesmo as mais resistentes, desaparecerão. A nossa espécie, se não se autodestruir, extinguir-se-á também. Finalmente, a terra será pulverizada quando o Sol colapsar e se tornar numa gigante vermelha.

Gostava de terminar com um final feliz, este cenário é para daqui a muitos milhares de anos,  podemos viver as nossas vidas tranquilamente.

 

 

 


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