Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015
Tetra avós

 

 

Os placodermos (classe Placodermi) representam uma classe de peixes extintos, que viveram entre o Siluriano e o final do Devoniano (ca. 430-360 milhões de anos). A sua principal característica, que lhes deu o nome científico dePlacodermi, era a cobertura da cabeça e tórax por armaduras articuladas de placas dérmicas. O resto do corpo podia estar, ou não, coberto de escamas. Os placodermos foram um dos primeiros grupos de peixes a desenvolver dentes e mandíbulas, que evoluíram provavelmente a partir dos arcos branquiais. O primeiro paleontólogo a estudar o grupo dos placodermos foi Louis Agassiz.

Os fósseis mais antigos de placodermos foram encontrados em formações sedimentares da China datadas do final do período Silúrico. Estes achados representam já placodermos bem diferenciados das ordens Antiarchi e Arthrodira, pelo que se supõe que o grupo tenha surgido um pouco antes. No entanto, nunca foram descobertos fósseis de formas basais de placodermos, nem transições entre este grupo e um eventual precedente.

Os placodermos desapareceram na extinção em massa que no final do período Devoniano.

Os placodermos constituem um grupo extinto e altamente diversificado de gnatostomados cujas relações filogenéticas com outros vertebrados mandibulados é incerta.

Recentes descobertas fósseis no noroeste da Austrália, revelaram estruturas relacionadas com a fecundação interna (clásperes), que tinham por função introduzir os espermatozóides nas fêmeas. Essas evidências remontam a origem da cópula, que antes se pensava ter surgido nos Chondrichthyes há 350 milhões de anos, para 375 milhões de anos.[1] Essa e outras descobertas[2] sugerem que os placodermos poderiam ser ancestrais dos condrictes e também dos acantódios. Estes últimos podem ter sido ancestrais da linhagem dos peixes ósseos (Osteichthyes).

 


tags:

publicado por pimentaeouro às 12:49
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
posts recentes

Bruegel

Costa Gomes

Ciclo do carbono

Já cá não estarei

Conde D`Ervideira

Este louco é perigoso

Eleições

Sofrimento #6

A imensidão do cosmos

Homens bons

arquivos
tags

???

ambição

amizade

amor

animais

antropologia

armas

arquitectura

arte

arte biografias

astronomia

ballet

biografias

biologia

blogues

café curto

carttons

ciência

cinema

civilização

clima

comunicação social

corrupção

criminosos

crise financeira

demagogia

demência

demografia

descobrimentos

desemprego

destino

diversos

doenças

dor

economia

eleiçoes

ensaio

ensino

escravatura

escultura

estado

estupidez

eternidade

ética

eu

eutanásia

evolução

família

filosofia

futebol

genocídio

governo

greves

guerra

história

incendios florestais

inquisição

internacional

justiça

literatura

livros

memória

miséria

morte

mulher

mulheres célebres

musica

natureza

natureza humana

paisagens

paleontologia

partidos políticos

patologia ideológica

pátria

pintura

planeta terra

pobreza

poesia

politica

regime político

religião

saudade

saúde

segurança social

sentimentos

sexo

sindicatos

sociedade

sonhos

tecnologia

terrorismo

terrorismo de estado

testamento vital

tristeza

união europeia

universo

velhice

vida

violência

xadrez

todas as tags

favoritos

Só verão

Rouxinol

Tormenta

Razão

Fogueira

Um fantasma

Arte de furtar

Deus existe? #2

Para onde vou?

Sou um San

links
últ. comentários
Nada podemos fazer para os salvar de uma catástrof...
E ler isto, faz-me pensar que ainda bem que já cá ...
Quando era jovem assisti a cenas dramáticas na Naz...
Acabei de ler e publicar sobre "uma fenda na mural...
e ele coitado deve estar a achar isso uma chatice
Não tinha essa noção! É pena quando nem na velhice...
Obrigado.
As chamadas consultas da dor apenas tratam dores d...
Obrigado.
Obrigado.
blogs SAPO
RSS