Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Domingo, 1 de Abril de 2018
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publicado por pimentaeouro às 21:55
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Segunda-feira, 12 de Março de 2018
Adriano

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Logo após a morte de Trajano, consta que teria sido adotado por este em seu leito de morte como filho e sucessor na dignidade imperial. Muitos dizem, no entanto, que tal adoção teria sido uma farsa engendrada pela viúva de Trajano, a imperatriz Plotina. Seja como for, a ascensão de Adriano ao trono imperial foi imediatamente seguida pela execução sumária de quatro importantes ex-cônsules - entre eles o príncipe mouro e comandante de um contingente de cavalaria moura no exército romano Lúsio Quieto - expoentes da política de conquistas militares de Trajano. Estas execuções, ordenadas pelo imperador sem o acordo prévio do senado, fizeram muito para alienar a velha assembleia do imperador e deram o tom da política imperial subsequente, que foi dirigida no sentido de ampliar a base de apoio do principado para além de Roma, mediante o contato direto do imperador com as elites provinciais, em oposição à velha política de manutenção de Roma como cidade imperial hegemônica.

Talvez por entender que o império esgotara sua capacidade de expansão, Adriano abandonou a política de conquistas de Trajano, adotando outra nitidamente defensiva, optando pela via diplomática para resolver questões relativas ao relacionamento com povos vizinhos. Na prática, isso significou renunciar às conquistas recentes - e, a esta altura, pouco mais do que teóricas - de Trajano na Mesopotâmia. Adriano também retificou os limites de uma outra conquista de Trajano, esta já antiga, a Dácia (atual Roménia), cedendo aos sármatas a planície do Baixo Danúbio e concentrando a ocupação romana na região da Transilvânia, protegida pela barreira natural dos Cárpatos.

Segundo Dião Cássio, Adriano teria também ordenado a demolição da ponte construída por Trajano sobre o Danúbio, de forma a evitar uma invasão das províncias danubianas tradicionais a partir da Dácia.

Com o intuito de proteger as demais fronteiras romanas contra os bárbaros, construiu grande número de fortificações contínuas na Germânia e na Inglaterra (por exemplo, mandou construir, em 122, a chamada Muralha de Adriano, que marcou durante séculos a fronteira entre a Inglaterra e a Escócia).

Adriano implementou uma profunda reforma na administração, transformando o conselho do príncipe um órgão de governo, e procurou unificar a legislação (Édito Perpétuo131). Durante o seu reinado, foi um viajante incansável, visitando as várias províncias do império: parece ter passado 12 anos do seu reinado fora de Roma.

 


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publicado por pimentaeouro às 20:52
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Não estamos sós

Esta segunda-feira, os cientistas do Instituto de Tecnologia de Tóquio, no Japão, anunciaram que foram identificados 15 novos planetas fora do Sistema Solar, a orbitar estrelas anãs vermelhas, sendo que um deles, designado de ‘Super Terra’, pode ser considerado uma ‘zona habitável’, por ter condições para ter água líquida à superfície.

A zona habitável é uma região do espaço que não é demasiado quente nem demasiado fria para a água líquida poder existir à superfície de um planeta.

O planeta em questão -  K2-155d - é o mais distante das 'Super Terras', assim designadas por serem ligeiramente maiores do que a Terra.

Já as anãs vermelhas são estrelas mais pequenas e frias, com uma temperatura à superfície inferior a 3.726ºC.

Esta descoberta, publicada na revista científica The Astronomical Journal, foi possível ser feita com base em dados recolhidos pela segunda missão da sonda Kepler, assim como observações feitas a partir de telescópios terrestres, como é o caso do Sul

 

 

Esta segunda-feira, os cientistas do Instituto de Tecnologia de Tóquio, no Japão, anunciaram que foram identificados 15 novos planetas fora do Sistema Solar, a orbitar estrelas anãs vermelhas, sendo que um deles, designado de ‘Super Terra’, pode ser considerado uma ‘zona habitável’, por ter condições para ter água líquida à superfície.

A zona habitável é uma região do espaço que não é demasiado quente nem demasiado fria para a água líquida poder existir à superfície de um planeta.

O planeta em questão -  K2-155d - é o mais distante das 'Super Terras', assim designadas por serem ligeiramente maiores do que a Terra.

Já as anãs vermelhas são estrelas mais pequenas e frias, com uma temperatura à superfície inferior a 3.726ºC.

Esta descoberta, publicada na revista científica The Astronomical Journal, foi possível ser feita com base em dados recolhidos pela segunda missão da sonda Kepler, assim como observações feitas a partir de telescópios terrestres, como é o caso do Subaru, no Havai, nos Estados Unidos, e o Telescópio Ótico Nórdico, nas Canárias, em Espanha.

 

 



publicado por pimentaeouro às 20:26
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
J 0023

Estrela que não devia existir foi descoberta

 

 

Foi batizada de J0023+0307 e pertence ao grupo de estrelas que nasceram praticamente desde a criação do universo. A estrela, descoberta por uma equipa do Instituto Astrofísico das Canárias (IAC), está a 9.450 anos luz de distância e acredita-se que não sobreviveu até aos nossos dias.

A revelação da "estrela primitiva" foi feita através da publicação de um artigo na revista The Astrophysical Journal Letters.

De acordo com as declarações de David Aguado, autor principal da publicação, ao jornal El País, a equipa do IAC procura "estrelas pobres em metais porque são as mais antigas da Via Láctea e contêm informações de como era o universo no início".

 

Os autores do estudo sobre a estrela recém-descoberta ficaram surpreendidos porque apresenta ter pouca quantidade de carbono. "É por isso que dizemos que essa estrela não deveria existir", explicou Carlos Allende Prieto, co-autor do trabalho.

A estrela nasceu quase nove mil milhões de anos antes do sol
 

O facto de terem descoberto J0023+0307 os leva a considerar que os modelos que reconstroem a evolução do universo podem ser melhorados, explica o jornal espanhol.

David Aguado adiantou que não será provável que haja planetas a orbitrar à volta dessa estrela estranha e antiquíssima, que nasceu quase nove mil milhões de anos antes do sol.

A recém descoberta faz parte dos objetivos da equipa do Instituto Astrofísico das Canárias, que pretende continuar a sua investigação sobre estas estrelas, de modo a reconstruir a história do universo.

Nesse sentido, querem em breve usar o Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul - do qual Espanha faz parte - que está localizado no deserto de Atacama, no Chile. Um telescópio de grandes dimensões e com uma maior capacidade de análise para analisar os elementos químicos da estrela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por pimentaeouro às 22:06
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Relogio do Apocalipse

Relógio do Juízo Final[1] ou Relógio do Apocalipse[2] (no original em inglêsDoomsday Clock) é um relógiosimbólico mantido desde 1947 pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago. O dispositivo utiliza uma analogia onde a raça humana está a "minutos para a meia-noite", onde a meia-noite representa a destruição por uma guerra nuclear.

Desde sua introdução, o relógio vem aparecendo na capa de cada exemplar do Bulletin of the Atomic Scientists. A primeira representação do relógio foi produzida em 1947, quando a artista Martyl Langsdorf, esposa do físicoAlexander Langsdorf Jr. (que trabalhou no Projeto Manhattan), foi convidada pelo co-fundador da revista Hyman Goldsmith para desenhar uma capa para a edição de Junho.

O número de minutos para a meia-noite, uma medida do nível nuclear, de aparelhamento e tecnologias envolvidas, é atualizado periodicamente.

O efeito Trump tem afetado o relógio, tanto que acrescentou 30 segundos desde que começou a governar.

 

Relógio do Juízo Final[1] ou Relógio do Apocalipse[2] (no original em inglêsDoomsday Clock) é um relógiosimbólico mantido desde 1947 pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago. O dispositivo utiliza uma analogia onde a raça humana está a "minutos para a meia-noite", onde a meia-noite representa a destruição por uma guerra nuclear.

Desde sua introdução, o relógio vem aparecendo na capa de cada exemplar do Bulletin of the Atomic Scientists. A primeira representação do relógio foi produzida em 1947, quando a artista Martyl Langsdorf, esposa do físicoAlexander Langsdorf Jr. (que trabalhou no Projeto Manhattan), foi convidada pelo co-fundador da revista Hyman Goldsmith para desenhar uma capa para a edição de Junho.

O número de minutos para a meia-noite, uma medida do nível nuclear, de aparelhamento e tecnologias envolvidas, é atualizado periodicamente.

O efeito Trump tem afetado o relógio, tanto que acrescentou 30 segundos desde que começou a governar.

 


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publicado por pimentaeouro às 18:25
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Terça-feira, 6 de Março de 2018
anoma qualquer coisa

anomopt.jpg

Este simpático peralta habitou a terra há 700 anos, 700 anos é ali ao virar da esquina embora nos pareçam muito anos. Para que conste o seu nome completo é Anomalopteryx

 

Outro exemplar da mesma época menos elegante do que o primeiro

 

Resultado de imagem para animais vivos ha 700 anos

 

 


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publicado por pimentaeouro às 21:58
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
Delfos

Em Delfos havia uma fonte que emitia os vapores [Nota 2] que permitiam ao oráculo de Delfos fazer as suas profecias. Apolo matou Píton, mas teve que ser punido por isso, dado que Píton era filha de Gaia. O altar dedicado a Apolo provavelmente foi dedicado originalmente a Gaia e depois a Posidão. O oráculo nesse tempo predizia o futuro baseado na água ondulante e no sussurro das folhas das árvores.

 
Ruínas do Templo de Apolo
 
Vista do teatro de Delfos

O primeiro oráculo de Delfos era conhecido geralmente como Sibila, embora seu nome fosse Herófila. Ela cantava as predições que recebia de Gaia. Mais tarde, Sibila tornou-se um título dado a qualquer sacerdotisa devotada ao oráculo. A Sibila apresentava-se sentada na rocha sibilina, respirando os vapores vindos do chão e emitindo as suas frequentemente intrigantes e confusas predições. Pausanias afirmava que a Sibila "nasceu entre o homem e a deusa, filha do monstro do mar e uma ninfa imortal". Outros disseram que era irmã ou filha de Apolo. Ainda outros reivindicaram que Sibila recebera os seus poderes de Gaia originalmente, que passou o oráculo a Têmis, que depois o passou a Phoebe. Este oráculo exerceu uma influência considerável através do país, e foi consultado antes de todos os empreendimentos principais: guerra, fundação das colônias, e assim por diante. Era também altamente respeitada em países semi-helênicos como MacedôniaLídiaCária e até mesmo Egipto Antigo. O rei Creso da Lídia consultou Delfos antes de atacar a Pérsia, e de acordo com Heródoto recebeu a resposta:

Se você o fizer, destruirá um grande império.

Creso achou a resposta favorável, atacou e foi completamente derrotado (resultando daí, naturalmente, a destruição de seu próprio império).

Alegadamente o oráculo também proclamou Sócrates o homem mais sábio na Grécia, ao que Sócrates respondeu que, se assim era, isso devia-se a ser o único que estava ciente da sua própria ignorância. A afirmação está relacionada com um dos lemas mais famosos de Delfos, que Sócrates disse ter aprendido lá, γνωθι σεαυτον (gnothi seauton, "conhece-te a ti próprio"). Um outro lema famoso de Delfos é μηδεν αγαν (meden agan, "nada em excesso"). No século III d.C., ante o domínio cristão crescente na região, o oráculo, por motivo desconhecido, declarou que a divindade não falaria lá por mais tempo.

 


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Sábado, 3 de Março de 2018
Evolução ?

evolucao5.jpg

 


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3.800 milhões de anos

evolação da vida.jpg

 O último inquilino está a destruir a casa.



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Xerazade

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Conta a lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobriu ter sido traído pela esposa, que tinha um servo como amante. Enfurecido o rei mandou matar os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ia com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para não mais ser traído. E assim foi por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino.[2]

Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com aquela barbaridade. Porém, para aplicá-lo, precisa casar-se com o rei. O pai tenta convencer a filha a desistir da ideia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterrorizava a cidade. E assim aconteceu, Sherazade casou-se com o Rei.[2]

Terminada a curta cerimônia nupcial, o rei levou a esposa a seus aposentos; entretanto, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!”[2]

Sem esperar resposta, Sherazade abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou para impedir a história de prosseguir; resmungou, reclamou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava pestanejar, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato da jovem, meio distraído no início, e muito interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando na mente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. Repentinamente, no momento mais empolgante, Sherazade calou-se. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!”. “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar deitou-se e dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse a história, mas não se deu por satisfeito: “Conte-me outra!”. Sherazade com sua voz melodiosa começou a narrar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.[2]

Sem que Shariar percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse: “Já é de manhã, meu senhor!”. O rei, muito interessado na história, deixou Sherazade no palácio por uma noite mais. E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última sem terminar. Muito alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real. E assim passaram-se dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei nunca lhe perguntou nada. Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um som lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”.[2]

Quem adentrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que com o passar dos anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela. Assim, escreveu a seu irmão lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar desposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias.[2]

 

 

Conta a lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobriu ter sido traído pela esposa, que tinha um servo como amante. Enfurecido o rei mandou matar os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ia com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para não mais ser traído. E assim foi por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino.[2]

Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com aquela barbaridade. Porém, para aplicá-lo, precisa casar-se com o rei. O pai tenta convencer a filha a desistir da ideia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterrorizava a cidade. E assim aconteceu, Sherazade casou-se com o Rei.[2]

Terminada a curta cerimônia nupcial, o rei levou a esposa a seus aposentos; entretanto, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!”[2]

Sem esperar resposta, Sherazade abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou para impedir a história de prosseguir; resmungou, reclamou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava pestanejar, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato da jovem, meio distraído no início, e muito interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando na mente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. Repentinamente, no momento mais empolgante, Sherazade calou-se. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!”. “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar deitou-se e dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse a história, mas não se deu por satisfeito: “Conte-me outra!”. Sherazade com sua voz melodiosa começou a narrar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.[2]

Sem que Shariar percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse: “Já é de manhã, meu senhor!”. O rei, muito interessado na história, deixou Sherazade no palácio por uma noite mais. E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última sem terminar. Muito alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real. E assim passaram-se dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei nunca lhe perguntou nada. Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um som lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”.[2]

Quem adentrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que com o passar dos anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela. Assim, escreveu a seu irmão lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar desposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias.[2]

 



publicado por pimentaeouro às 16:30
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Sexta-feira, 2 de Março de 2018
Pedro o Grande

pedro o grande.jpg

 Pedro I (Moscou9 de junho de 1672 – São Petersburgo8 de fevereiro de 1725), apelidado de Pedro, o Grande, foi o Czar do Czarado da Rússia de 1682 até a formação do Império Russo em 1721, continuando a reinar como Imperador até sua morte. De pouco depois de sua ascensão até 1696, ele reinou junto com seu meio-irmão mais velho Ivan V. Pedro era o filho mais velho do czar Aleixo com sua segunda esposa Natália Naryshkina, vivendo seus primeiros anos tranquilamente até chegar ao trono com apenas dez anos de idade depois de ser escolhido como o novo soberano pela população moscovita.

Sua escolha não satisfez a família da primeira esposa de Aleixo e o exército Streltsi, que fomentaram uma sangrenta revolta junto com sua meia-irmã Sofia que instaurou Ivan como co-monarca e ela como regente em nome dos dois. Pedro viveu sem ser incomodado no interior pelos sete anos seguintes ao mesmo tempo que Sofia governava o país, finalmente tirando o poder das mãos dela durante uma revolta em 1689 aos dezessete anos. Ele mesmo assim não assumiu o governo pessoalmente, deixando sua mãe e boiardos cuidado do país em seu nome.

Foi importante na modernização e ocidentalização da Rússia, país que já estava muito desfasado em relação às potências ocidentais. Também deu ao seu país grande poder depois de derrotar a Suécia na Grande Guerra do Norte, que ficou marcada pela sua grande vitória na Batalha de Poltava em 1709. Ao se aperceber de que a Rússia era socialmente e tecnicamente atrasada, resolveu abrir uma janela para o Ocidente, já como czar, a fim de ingressar no país ideias europeias de progresso. Não sem antes recolher a irmã Sofia aos costumes no Convento das Carmelitas. Empreendeu um périplo de 18 meses pela Europa, em que se fez passar por marinheiro e trabalhar como carpinteiro num estaleiro da Holanda, aprendeu a retalhar a gordura da baleia, estudou anatomia e cirurgia observando dissecação de cadáveres, visitou museus e galerias de arte.



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Quinta-feira, 1 de Março de 2018
Asterix

Asterix (no Brasil) ou Astérix (em Portugal e outros países lusófonos) (em francêsAstérix), é uma série de histórias em quadrinhos criada na França por Albert Uderzo e René Goscinny no ano de 1959, baseado no povo gaulês e em grande parte no tempo do seu grande chefe guerreiro Vercingetorix. Após o falecimento de Goscinny em 1977, Uderzo prosseguiu o trabalho.[2][3]

As primeiras publicações surgiram na revista Pilote, logo no primeiro número a 29 de outubro de 1959.[4] O primeiro álbum Asterix o Gaulês foi editado em 1961, a partir do qual começaram a ser lançados anualmente.[5]

As histórias de Asterix foram traduzidas até o momento para 83 línguas e 29 dialetos, incluindo o português europeu/brasileiro e o mirandês,[6] sendo muito populares na EuropaCanadáAustráliaNova ZelândiaAmérica LatinaÁfrica e Ásia. Porém não são ainda tão conhecidas nos Estados Unidos e no Japão. Já foram lançados 35 álbuns[7] que venderam 350 milhões exemplares em todo o planeta,[8] um dos quais é uma compilação de histórias curtas. Asterix também inspirou 12 adaptações para cinema (8 de animação e 4 de imagem real), jogos, brinquedos e um parque temático.


Albert Uderzo anunciou sua aposentadoria no fim de setembro de 2010 aos 84 anos, após atingir a marca histórica de 350 milhões de unidades vendidas em todo o planeta em diversas línguas.

Em 2013, dois anos após Albert Uderzo anunciar sua aposentadoria, foi lançado o primeiro álbum por outros artistas, Astérix entre os Pictos, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad.[9]

Em outubro de 2015, a dupla publica um novo álbum, Le Papyrus de César[10] e o volume 37, Astérix et la Transitalique, está programado para 19 de outubro de 2017.[11]


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Templo tibetano

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Estrelas

estrelas.jpg

 Houve um tempo em que não havia nem estrelas, nem galaxias, nem planetas, a nossa Terra também não existia e o Universo estava na era das trevas.

O universo tera «apenas» 180 milhões de anos e não 550 milhões de anos como se estinava, é muito mais novo, portanto.

O Universo terá «nascido» há 13.800 milhões de anos com o Bing Bang. São este o calculos da ciencia hoje, amanhã logo se verá.



publicado por pimentaeouro às 20:34
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018
Zapa

zapat.jpg

 

Tenía 16 años cuando murió su madre, 11 meses después perdió a su padre.76​ Pronto trabajó como labrador y arriero. El 15 de junio de 1897 fue aprehendido por las fuerzas rurales de Cuernavaca, durante la fiesta del pueblo de Anenecuilco. Su hermano Eufemio logró que lo dejaran en libertad, pistola en mano. Por esta razón, los hermanos Zapata abandonaron el estado. Emiliano permanece un año trabajando en la hacienda de Jaltepec en Puebla.8

En 1906 asistió a una junta de campesinos en Cuautla para discutir la forma de defender sus tierras y las del pueblo frente a los hacendados colindantes.9​ Su rebeldía lo condenó a la leva (conscripción), y en 1908, Zapata fue incorporado al 9° Regimiento de Caballería, bajo el mando del coronel Alfonso Pradillo.1011​ En Cuernavaca, Zapata fue asignado como caballerango de Pablo Escandón, Jefe del Estado Mayor de Porfirio Díaz; tras lo cual fue trasladado a cumplir las mismas funciones bajo el mando de Ignacio de la Torre, yerno del General Porfirio Díaz, quien le tomaría especial afecto por su destreza y conocimiento con los caballos.

 
Fotografía de Emiliano Zapata (derecha) y su hermano Eufemio (izquierda).

El motivo por el que se incorporó a Emiliano Zapata al ejército fue el hecho de que había raptado a una joven. La acusación la puso el padre de Inés Alfaro Aguilar, joven con quien tiempo después Zapata tendría dos hijos: Nicolás y Elena Zapata Alfaro. En la fotografía en la que Zapata aparece junto al Gral. Pancho Villa sentado en la silla presidencial, el niño más pequeño que se asoma es Nicolás. También según el historiador Jesús Sotelo Inclan, Zapata se casó con una joven de clase acomodada llamada Luisa Merino y al caer la dictadura porfirista, el 20 de agosto de 1911 contrajo matrimonio con la señorita Josefa Espejo Sánchez conocida como “La Generala” originaria de Anenecuilco, hija de don Fidencio Espejo y Guadalupe Sánchez Merino con quien procreó dos hijos más. El primero tuvo por nombre Felipe; éste nació en el cerro El Jilguero y murió a la edad de cinco años, en uno de los tantos refugios que como familia tuvieron, luego de ser mordido por una víbora de cascabel. La segunda hija fue Josefa; ella nació en Tlaltizapán y un año antes que su hermano Felipe murió a consecuencia de una picadura de alacrán. Así Josefa quedó sin hijos en poco tiempo. Sin embargo, Zapata tuvo más hijos como es el caso de Ana María Zapata, hija de Petra P. Torres.

El 12 de septiembre de 1909, Emiliano Zapata fue elegido calpuleque (palabra náhuatl, que significa jefe, líder o presidente) de la Junta de Defensa de las tierras de Anenecuilco,1213​ donde empezaría a analizar documentos que se originaron en el virreinato que acreditaban los derechos de propiedad de los pueblos sobre sus tierras, los cuales habían sido negados por las Leyes de Reforma, sobre todo la Ley Lerdo que obligó a las corporaciones civiles a vender o ser expropiadas las tierras improductivas, lo cual fue motivo en su tiempo del apoyo de varios líderes indígenas como Tomás Mejía a los gobiernos conservadores mexicanos y al Segundo Imperio Mexicano. Estas leyes además fueron aprovechadas por varias personas para acrecentar sus tierras de manera ilegal al solicitar la propiedad de zonas comunales que los pueblos no trabajaban. Por esto, se convertiría en dirigente agrario de Morelos, su estado natal. Su primera aparición política ajena al mundo campesino fue en las elecciones para gobernador de Morelos en 1909, cuando apoyó al aspirante de la oposición Patricio Leyva12​ en contra de los latifundistas como Pablo Escandón y Barrón,14​ dueño de la hacienda San Diego Atlihuayán.

En mayo de 1910 recuperó por la fuerza las tierras de la Hacienda del Hospital1516​ que eran protegidas por el jefe de policía, José A. Vivanco, y que dejó en posesión de los campesinos del lugar. Por este hecho tuvo que escapar varias veces del gobierno, pues fue declarado bandolero. Algunos meses después participó en la reunión que se celebró en Villa de Ayala, con objeto de discutir lo que después se convertiría en el Plan de Ayala. Reunió a los vecinos de tres pueblos: Anenecuilco, Villa de Ayala y Moyotepec. Con ellos inicia un nuevo reparto de tierras derribando las cercas.1718

 



publicado por pimentaeouro às 21:47
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