Nas igrejas de Roma no renascimento cunhava-se moeda, praticavam-se homicídios, violavam-se mulheres e outras frescuras... Homens e mulheres tinham as emoções à flor da pele.
Não é preciso recuar tanto no tempo: um português do século XIX não era flor que se cheirasse: grosseiro, violento e analfabeto. Os brandos costumes não passam de uma ficção.
Isto não significa que não exista um fundo comum, intemporal, de necessidades, motivações e aspiraçãos, de vicios, maldade, etc..
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