Diz-se que o maior problema da Terra é o Homem já ser suficientemente poderoso para a destruir, mas ainda não suficientemente poderoso para a consertar. Um estudo publicado na revista Science Advances parece confirmar isso mesmo. Com um título que não deixa margem para mal-entendidos (Acelerada perda moderna de espécies induzida pelos homens: entrando na sexta extinção em massa), o artigo, da autoria de um grupo de investigadores liderado por Gerardo Caballos, da Universidade Autónoma Nacional do México, traduz em números o que há muito se suspeitava - está mesmo em curso uma extinção como o mundo não assistia há 66 milhões de anos.