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Domingo, 14 de Dezembro de 2014
A Mulher em Roma

 

Ver artigo principal: Mulheres da Antiga Roma

 
 
Estatueta de bronze de uma mulher a ler. século I

Ao longo da república e durante o império, as mulheres romanas livres eram consideradas cidadãs, embora não pudessem votar, ocupar cargos políticos ou servir no exército.121 122 A mulher romana conservava o apelido de solteira (nome) ao longo da vida. Na maior parte das vezes, os filhos escolhiam receber o apelido do pai, embora no período imperial pudessem também manter o apelido da mãe.123

A forma arcaica de casamento cum manum, pelo qual a mulher era sujeita à autoridade do marido, caiu em desuso durante o período imperial. Uma mulher romana que casasse continuava a ser proprietária dos bens que levava para o casamento. Tecnicamente, mesmo após a mudança para a residência do marido, continuava ainda sob a autoridade do pai, e só quando o pai morria é que se emancipava em termos legais.124 Este princípio demonstra o relativo grau de independência das mulheres romanas em comparação com outras culturas da antiguidade e até à idade moderna.125 Embora tivesse que responder perante o pai em assuntos jurídicos, a mulher romana era livre para gerir a vida quotidiana e o marido não tinha qualquer poder jurídico sobre ela.126 127 Embora fosse motivo de orgulho social ter casado apenas uma vez, o estigma social em relação ao divórcio ou ao segundo casamento era praticamente inexistente.128

A mulher romana podia possuir propriedade, realizar contratos e concretizar negócios, incluindo manufatura, transportes e empréstimos bancários.129 130 Era comum haver mulheres que financiavam obras públicas, o que indica que possuíam administravam fortunas consideráveis.131 As mulheres tinham os mesmos direitos que os homens em relação a heranças, caso o pai morresse sem deixar um testamento.132 133 134 O direito a possuir e gerir propriedade, incluindo os termos do seu próprio testamento, proporcionavam à mulher romana uma enorme influência sobre os filhos, mesmo em adultos.135 Enquanto parte do programa de Augusto para restaurar a tradição moral e a ordem social, a legislação moral tentou regular a conduta da mulher enquanto forma de promover os valores da família.O adultério, que durante a república tinha sido uma questão do foro privado, foi criminalizado136 e definido enquanto ato sexual ilícito (stuprum) que ocorra entre um homem e uma mulher casada.nt 6 137 138 139 1



publicado por pimentaeouro às 23:30
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