Conhece-te a ti mesmo... se puderes.
Sábado, 18 de Janeiro de 2014
Adopção e coadopção

Diálogo entre alunos numa Escola Básica: 

 

Cenário 1

Como se chama a tua mãe?

Ana

Como se chama o teu pai?

Teresa

 

Cenário 2

Como se chama a tua mãe?

Pedro

Como se chama o teu pai?

Joaquim

 

A homossexualidade é milenar mas nunca existiram casais de homossexuais. As sociedades modernas são muito complexa mas não podem tornar igual o que é desigual: a natureza não muda quando nós queremos.

Está dito, agora podem bater à vontade.


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publicado por pimentaeouro às 22:37
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10 comentários:
De umagajalight a 19 de Janeiro de 2014 às 15:16
É a coisa mais parva que já li hoje. Parabéns!


De pimentaeouro a 19 de Janeiro de 2014 às 21:41
Distinguir os parvos e os espertos não é fácl.


De golimix a 20 de Janeiro de 2014 às 21:08
UI! Posso mesmo bater? :-) 


Sabe do meu respeito por si mas nem de longe concordo com essa opinião. 
No caso da co-adopção os filho de um dos membros do casal já vivem nessa situação familiar mais específica. A co-adopção só virá tornar legal os laços afectivos que já existem. Imagine a situação de duas homossexuais quhe vivem com os filhos de uma delas e que ambas os amam. Não têm mais família. Uma falece. Será justo para aquelas crianças serem entregues a uma institução quando têm alguém que as ame e que cuide delas como cuidou até ali, mas que por "mera" legalidade não pode, ficar mais juntos?




Co-adopção até adopção são coisas diferentes e está em discussão situações diferentes.
Compreendo que lhe seja estranho aceitar algo que lhe é estranho, que não foi educado para aceitar. Mas a homossexualidade sempre existiu, para quê escondê-la mais?


O que importa se tem dois pais e duas mães se a criança recebe amor e tem uma educação que muitos desejariam, e deveriam ter?


De pimentaeouro a 20 de Janeiro de 2014 às 21:58
Da discussão nasce a luz e não pretendo ter sempre razão.
A situação é complexa e devemos excluir o sentimentalismo.
É do conhecimento publico que os casais de homossexuais são pouco estáveis, principalmente, nos homens.
Uma criança entregue a um casal de homossexuais tem sempre uma margem de risco.
Sei que a família hoje também é pouco estável mas se abrimos a comporta podemos não estancar a água.
No caso que sita, é óbvio que a criança fica com a mãe que já tinha não há institucionalização.
Pode discordar sempre que achar que o deve fazer.
Um abraço




P.S. A célebre lei dos casamentos entre homossexuais deu até hoje menos de 100 casamentos.
Há muita poeira no ar.


De golimix a 21 de Janeiro de 2014 às 08:02
Tem toda a razão, da discussão nasce a luz! Pena que muito gostem mais de ofender porque não sabem contra-argumentar como o caso acima nos seus comentários... triste. Será que fica com a mãe que já tinha que legalmente não é nada? Tenho dúvidas que assim seja.

Nesta fase acho que já não temos essa tal instabilidade de que fala nos casais homossexuais. Pelo menos não mais que nos casais heterossexuais, que a cada dificuldade se separam! Penso que isso acontecia há uns tempos talvez fruto de uma sociedade que negava a sua existência e eles estavam, por assim dizer, encatrafiados no armário ;) Por isso, o risco que as crianças correm é igual. Mas compreendo o seu ponto de vista que não deixa de ser interessante para um estudo que não há-de tardar a saltar por aí!
Felizmente a sociedade tem vindo a mudar e a aceitação para com os casais do mesmo sexo também é diferente.

Bjinhs e boa semana Image


De pimentaeouro a 21 de Janeiro de 2014 às 14:22
Cara amiga,
Não me custa aceitar que estou errado neste problema: graças a Deus a infalibilidade não existe para nenhum mortal, Papas incluídos .
Quando afirma que a sociedade não pode tornar igual o ao é diferente, refiro-me à relativização de alguns problemas (fracturantes) que a esquerda desmiolada levanta.
A sociedade muda e nós andamos mais devegar.
Posso estar a perder o andamento da carruagem.
Um agraço.


De golimix a 21 de Janeiro de 2014 às 14:29
No entanto deixou-me também a pensar no facto de afirmar que serão casais menos estáveis. Será?

Eu acho que nesta sociedade de agora a estabilidade é um oásis reservado só a alguns.

Bjnhs

Image


De DyDa/Flordeliz a 22 de Janeiro de 2014 às 00:39
Vou tentar fazer o meu próprio cenário, posso?


1º Cenário
Como se chama a tua mãe?
- Ana
E o teu pai?
- Não tenho. Vivo com a Ana e com a Maria.


2º Cenário
Como se chama a tua mãe?
- Não vivo com a minha mãe.
E o teu pai?
- Vivo com o João e o Manuel. O responsável por mim é o João.


3º Cenário
Como se chama a tua mãe?
- Fui abandonado estou numa instituição
Como se chama o teu pai?
- Nunca o conheci estou numa instituição




Sabe qual a diferença?
Nos dois primeiros alguém se ocupa e preocupa com a criança.
No terceiro caso, a criança acaba por sentir que não presta e a deixaram lá ficar, uma vez que fica à espera que alguém a possa ir lá "levantar" (tipo pacote de encomenda).


É a minha opinião. Não me faz confusão o assunto.
As palavras têm o sentido que lhes quisermos dar. 
Pai-masculino
Mãe-feminino
Sentimentos, esses, não têm sexo.

Eu quero pensar assim.


Abraço ao meu Pimentinha.
Gosto de gente que tem opinião. Parabéns.
Image


De pimentaeouro a 22 de Janeiro de 2014 às 22:39
Posso mudara de opinião, não tenho problema nisso: nunca digas desta água não beberei.
Pelas minhas contas há mais casais hetero para adoptar do que crianças. Quando chegará a vez dos casais homo? Há muita poeira no ar.
A minha opinião prende-se também com outros problemas.
Abraço do Pimentinha.
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