O Ministério Público está a investigar a Cáritas diocesana de Lisboa após ter recebido uma participação que indicia para o crime de burla qualificada.
Isto é o principio da meada. A Cáritas de Lisboa tinha em 2.014 dois milhões e quatrocentos mil euros em depósitos bancários e naquele ano despendeu 147 mil euros de ajuda a grupos carenciados: presume-se que hoje o valor dos depósitos bancários sejam mais elevados.
Temos mais, no mesmo ano a Cáritas de Coimbra tinha depósitos bancários no valor de 7,3 (!) milhões e a Cáritas de Setúbal tinha 2,8 milhóes de depósitos bancários.
O apoio aos pobres é um negócio muito lucrativo... com a bênção de Deus: corrupção nas Cáritas diocesanas é coisa que não lembra ao Diabo.
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