
Sem aprofundar muito, «reindustrializar» ou reanimar a economia como, se as industrias são montadas nos países (tantos) de baixos salários, sem Estado Social e impostos baixos?
Por cá importamos aquela produção a baixos preços que aumenta o desemprego e arruína as empresas que ficaram: uma serpente de rabo na boca. A globalização, como tudo o que sai da cabeça do homem, tem dois lados, este é o lado negro, resta saber para que prato da balança pende a avaliação das suas vantagens e desvantagens.
Saímos de uma época de certezas e garantias para uma época de incertezas, de futuro desconhecido: uma época de maus augúrio.
Se pensarmos que a especulação financeira e as crises que provoca só foram possíveis com a globalização talvez seja fácil fazer o balanço.
Os «programas» da casa e da U.E. para supostamente combaterem o desemprego são assobiar ao vento.
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