Paula Brito e Costa é administradora da associação Raríssimas que se dedica a dar apoio a pessoas com doenças raríssimas o que tem feito com profissionalismo e eficiência, mas... no melhor pano caí uma nódoa.
Subiu-lhe o poder à cabeça e descarrilou: utilizou o cartão de crédito da associação para pagar despesas pessoais (vestidos caros, almoços e jantares de marajá), uma viajem ao Brasil com o marido, os funcionários da associação são obrigados a levantarem das cadeiras sempre que entrava e saía do seu gabinete, etc., a cereja no bolo, colocou o marido e o filho na associação e declarou publicamente que o filho seria o herdeiro da casa.
Apesar de denunciada publicamente ainda não se demitiu. Como eu a compreendo!
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